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  1. Vou dar a solução. Ninguem nunca compra minhas ideias :

    1 - Rede HPNA nos postes.
    2 - Caixa hermética com slave hpna e um radinho barato com suporte a MESH.

    Pronto. A rede mesh tem problema de escoamento. A rede HPNA tem problema de alcance. As duas redes juntas se complementam. Pronto. solucionei o problema. A rede HPNA serve para espalhar nós com acesso a internet, pra não fazer uma rede mesh com um único ponto de escoamento - que era o que dava galho nas redes mesh que o povo fazia por ai. O radinho usa antena bananinha mesmo, que fica dentro da própria caixa sem necessidade de antena externa.

  2. Aí entre o problema do custo, rede puramente mesh teria eletrificação no cliente, sem uso de postes, numa cidade proxima alguém fazia isso (Com omni em bambu a cada cliente a 100m) e acho que é mais pela questão da alimentação do que por outro problema.

    Minha intenção era rede ethernet, com 150m de cabo entre roteadores 10M, roteados, com 50-60VDC via ethernet, roteador de R$ 50 a cada 150m, numa caixa de R$ 30, com conversor dc-dc step-down de R$ 4 em cada roteador, e cada 500m um conversor DC-DC step-up de R$ 10 pra compensar queda de tensão.
    (Pensei em usar AC, pra usar trafo comercial de R$ 15 pra elevar a tensão a cada ponto (Trafinho 127>12V, alimentado via 40V elevaria uns 4V a tensão usando o trafo secundário pra elevar), mas tem o ruído do AC sobre os pares de dados ao lado, e o custo do trafo não é necessariamente menor que conversor step-up)

    Nunca tive medo desse tipo de solução porque conexão 2G/3G por aqui tem vaaaarias interrupções diárias, aglomerando num único ponto a alimentação fica fácil cortar a alimentação geral pra resolver eventuais roteadores travados. Equipamento queimado por raio sempre existe, por isso o medo de comprar equipamento caro.

    (Não tenho muita confiança em HPNA porque nunca ví relato ou comparativo da sobrevivencia deles a raios, cabo coaxial teoricamente não devia ter muita indução em descarga proxima, mas por aqui parabolica e tv via satelite banda KU queima aos montes em toda tempestade, queima num mesmo dia sem raio direto coisa tipo lnbf, receptor e porta hdmi da tv ou mesmo a TV toda, com ou sem aterramento o estrago é sempre caro, enquanto ethernet queima só as portas ligadas ao cabo e para no trafo/driver ou ci controlador, e com centelhador de terminal ameniza as queimas, não sei as possibilidades de reparo nos centelhadores coaxiais)



  3. Rubem, e no caso de usar uma fonte da própria Mikrotik na RB?

    Ou está faltando mais projeto na RB para previnir isto?

  4. Me parece que a MK usa varios fornecedores, só conheço a DVE, o que mechi de RB1xxx/2xxx veio com fonte DVE 12V dentro, o que comprei que veio com fonte 24V veio com DVE também.

    DVE não é a 8ª maravilha do mundo, mas não é tão ruim, só é "normal", dupla filtragem na saída, ripple tipo 1%, rendimento tipo 85%, o problema delas é com temperatura, tanto que na propria embalagem as vezes vem escrito: -30 a 50ºC. Oras, 50ºC é "frio" pra fontes no brasil, o ambiente nunca está nessa temperatura, mas a fonte aquece a ponto de passar é dos 60ºC. Usando capacitor de 85ºC dá pra imaginar que elas não foram feitas pro brasil, depois de uma centena de horas de uso a ESR sobe, o ripple sobe, junta com a ESR perdida nos capacitores da RB, e o desempenho só vai caindo.

    Acho que o projeto da MK é justo, tem boa filtragem quase sempre, tem um p*ta range de tensão (Ah se TODO aparelho fosse assim!), o rendimento em diferentes tensões não muda tanto, mas sempre tem como melhorar, a Linksys sempre foi mestre em fazer VRM evitando capacitores (Que perdem ESR com o tempo e temperatura), mas as vezes uma resistencia interna alta demais de fabrica manda muito ripple pro processador e uma unidade do modelo tem desempenho ou durabilidade ruim, talvez com a RB910-913 esteja acontecendo isso (Tem gente reclamando aleatoriamente, sempre que tem reclamação tem motivos), mas enfim, mudando o approach do design você só troca uma possibilidade de problemas por outra, não temos nada fantastico em durabilidade com baixo custo.

    O problema no brasil é juntar ripple de fonte já velha (As vezes estocada a 45ºC, péssimo) com RB já velha (1 ano de estoque a 40ºC toda tarde), as vezes dá spike bem no momento que o controlador PWM da RB "alargou" mais o pulso e você perde todo o processamento nos instante, as vezes suja a memoria com lixo e a RB trava (Roteador domestico é mestre nisso), se pelo menos 1 das partes estiver ótima terá menos problemas, a RB já é ótima, uma troca de capacitor a cada 18 meses não faz mal pra ninguém, é simples e barata, mas raramente é feita, e no brasil infelizmente precisamos disso nuns locais, é calor demais.

    (E não é porque estou meio gordinho... é porque vejo muuuuito capacitor gordinho, eles estufam por puro e simples calor. Na maior parte dos EUA tem 2 ou 3 semanas de 28-30ºC, no brasil tem 2 ou 3 semanas com MENOS de 30ºC, é uma diferença enorme na quantidade de horas de calor, e míseros 5ºC a mais no ambiente esquentam as vezes 20ºC uma caixa hermetica, e alias, o sol direto nas caixas é um problemão, o meio-oeste dos EUA tem nível de intensidade solar igual a uma parte do brasil, mas mais da metade dos EUA tem intensidade solar menor que o RS, e a europa, china e japão... pff... tem menos intensidade solar que a terra do fogo na argentina. Se pegar a Letonia, terra da MK, a insolação por lá equivale a metade da media do brasil, você junta ar menos aquecido, com menor intensidade solar numa caixa, e pra eles a SXT aguenta todo calor do ambiente. A UBNT está na California, que pega o cantinho do calor do meio-oeste, não é tão quente mas nem tão frio, eles devem sentir melhor a durabilidade baixa no calor, tanto que capacitor estufado em UBNT é coisa altamente rara (O approach dela é evitar filtragem com capacitor, usar CI mais restritivo em materia de tensão e rendimento, porém sem se fiar em ESR de capacitor).

    Agora voltando às celulas wifi pro produtos mobile, citei o uso de conversores DC-DC step-down justamente pra ligar direto no roteador pulando alguma etapa do VRM do roteador, pois geralmente eles tem essa etapa meio pobre. Os modulos DC-DC são geralmente ajustaveis, você ajusta pra fornecer 12V via conector P4, ou mete logo 3,3V na saída do VRM, um modulo de R$ 4 com CI lm2596 será muuuuuuito mais confiável que um VRM de roteador domestico com regulador smd de R$ 0,8. O fabricante não pode colocar isso em toda linha porque quem vai comprar um roteador domestico com range de alimentação de 4,5 a 35V por R$ 90, enquanto outro que aceita apenas 12V custa R$ 70? A gente talvez se preocupe com isso, mas 99,99% dos consumidores não, aí o roteador mais caro empaca, é feito em quantidade menor e o preço sobe pra R$ 120, cai ainda mais as vendas e diminui a fabricação e sobe pra R$ 160... e por aí vai, qualquer R$ 10 no custo de fabricação mudam as vendas (Toda a cascata distribuidor>lojista>consumidor geralmente é leiga). Enfim, não espero achar um roteador nativamente estável, teria que modificar alimentação, e acredito que teria que customizar firmware, mas dessa parte não entendo, não sei se só "desativar" ou simplesmente "não usar" algumas features tipo servidor DHCP são suficientes frente a possibilidade de remover o modulo da função (São modulos no kernel mesmo? Se for como *nix x86 que você desmarca os modulos inúteis e recompila pra melhorar desempenho imagino que dá pra melhorar muito a estabilidade de porcarias domesticas dlink, tplink ou encore, já que o mesmo firmware é comum a varias linhas e alguns são mais estáveis que outros, sei que tem diferença nos componentes de alimentação, rf, e controladores ethernet, memoria e cia, mas me parece que o firmware tem muita culpa nuns desempenhos ruins).



  5. Acho que agora você definiu muito bem tudo o que eu sinto na prática e não sabia as possíveis origens.
    Em resumo, há realmente problemas de projeto para um âmbito mundial.
    Isso até explicaria porque para uns nunca dá problemas e para outros os problemas se multiplicam.

    Esta questão do Ripple eu tenho lido seus comentários faz tempo.
    Agora me explica uma coisa que não tenho certeza.
    Numa alimentação com bateria não ocorre o Ripple, ou ocorre?

    Por exemplo, para manter a carga da bateria, o que é o ideal? Utilizar um carregador deste tipo http://produto.mercadolivre.com.br/M...LER_ITEMS,V:1]

    poderia ele gerar um ripple e causar problemas passando pela bateria e atingir uma RB?

    Quando os cabos do carregador estão nos polos da bateria e nos mesmos polos saem os cabos para a alimentação dos equipamentos poderia um ripple passar direto.

    Ou é melhor outra solução que isole o carregador dos equipamentos?
    Não sei se me expressei corretamente.






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