Página 7 de 7 PrimeiroPrimeiro ... 234567
+ Responder ao Tópico



  1. Citação Postado originalmente por maisonmdsgreen Ver Post
    Ola Rubem tudo bom?
    Muito obrigado pelo seu tempo.
    Sobre os geradores o que acha entre aquele que lhe passei e este da Motomil Digital
    http://www.grupogmeg.com.br/v2/produ...gital-mg-2600d

    Queria uma recomendação pela sua experiencia ou modelo, estava pensando em 2 geradores para ter redundância neles visto que vejo muitas reclamações desses produtos.

    Nobreak Senoidal por aproximação não daria certo no nobreak que passei no outro post certo?
    SMS 1800 Net Winner Expert
    O problema de nobreak comum não é a forma de onda de saída (Se senoidal pura, se senoidal aproximada), o problema é que elas carregam a bateria a partir de trafo, e usam a tensão do trafo como referencia da tensão chegando. Quando um gerador manda uma onda suja ou distorcida o trafo lê errado a tensão, e o nobreak não liga ou não carrega porque a onda está tão torta que parece ser tensão bem mais baixa.
    Acontece isso:
    http://www.jkovach.net/projects/powerquality/
    Lá em baixo, um gerador Alton gera essa coisa linda que não tem nada a ver com senoidal e que nunca vai ser bem usada num transformador:
    Clique na imagem para uma versão maior

Nome:	         alton-noload.jpg
Visualizações:	116
Tamanho: 	29,9 KB
ID:      	58352
    Aqui também, lá no final, 4 formas de onda, com 4A (480W em 120V) já distorce bem a onda, a ponto do transformador achar que tem 90V onde na verdade tem 120V, e ele é programado pra NÃO ligar o nobreak ou carregar bateria quando a tensão está abaixo de uns 90-95V:
    http://www.doityourself.com/forum/ou...r-one-run.html

    Onde vejo gerador só tem nobreak senoidal, pode ser aqueles cinza antigos da SMS se achar um barato, mas a questão não é a forma de onda na saída (Fonte chaveada funciona bem até com onda quadrada, não precisa senoidal), e sim o tipo de circuito na ENTRADA do nobreak, nobreak comum usa trafo e onda torta gera medida errada da tensão (Medida irreal).

    Alguns nobreaks comuns funcionam com gerador barato, depende do tipo de distorção que o gerador tem (Os sem AVR tem onda mais torta), e depende de caracteristicas involuntárias do trafo (Todo produto tem variação), só dá pra ter certeza com senoidal, mas sempre tem nobreak comum que opera com carga pequena em gerador comum, só não dá pra ter certeza de nada, e comprar um produto sem certeza complica, se já tiver nobreak pode testar, mas comprar pra testar acho melhor não, alguns queimam (Se não ligar é melhor não insistir, não ligou então não adianta esperar uns minutos).

    Sobre durabilidade de gerador, acho que depende do uso. Tem cuidados que deviam ser feitos a cada X horas de uso OU a cada X meses, eu diria pra trocar gasolina todo mes, e trocar oleo e limpar/molhar o filtro de ar a cada 6 meses, usando ou não o gerador. Os modelos com partida eletrica tem a bateria, se ela for de qualidade baixa ela dura pouco tempo se não for usada, é um ítem a mais pra dar manutenção comparado a um gerador de partida manual).

    Não sei dizer que gerador dura mais ou dura menos, a maioria dos que duraram pouco que ví foram negligenciados, tipo cheios de poeira, com gasolina podre e ferrugem no tanque, com nenhum troca de oleo, com teia de aranha no filtro de ar, apertado num canto sem ventilação. ACHO que o jeito do gerador durar é gastando umas horas com ele a cada meio ano, e padronizar a troca da gasolina todo mes lá pelo dia X (Modelo aberto onde você pode desencaixar a mangueira do tanque facilita, passa pra um recipiente próprio e depois põe no carro/moto, pega gasolina nova e abastece, 2 recipientes devem custar R$ 20). Nos diesel acho que seria bom colocar filtro extra, o biodiesel mesmo em pequeno percentual gera muita gosma no tanque se ficar parado, o que pessoal de super-mercados e cia tem feito aqui é usar o gerador pra gastar o diesel (O KW.h não compensa, mas é muito melequento tirar diesel, ele não evapora tipo gasolina), colocar um pouco de querosene quando chega no final, e depois abastecer normalmente denovo (Fazem isso todo mes).

    Motor gasolina parado cria gosma na cuba do carburador as vezes, depende da umidade do ar e não apenas da gasolina, então apenas trocar gasolina não ajuda, bom seria ligar todo mes. A gasolina na verdade deixa de prestar depois de 3 meses, mas falo em 1 mes porque sempre acabamos esquencendo algum mes. Se for tanque metalico pode dar um pulo em loja de peças de motos e comprar filtro, os menores de baixa vazão servem, custam R$ 2, barram alguma eventual sujeira do tanque, o tanque geralmente tem um filtro pobre na saída mas não acho confiável, filtro extra não faz mal, troca todo ano, são baratos (Motomoura.com.br está uns R$ 1,20!).

    Pra não ter tanto trabalho acho que o negócio é simplesmente usar, usa o gerador todo mes, precisando ou não. Já as baterias dos nobreaks é bom NÃO usar se não precisar, elas tem poucos ciclos (Descarga) de vida, descarga total geralmente aguentam 30 antes de perderem metade da capacidade. Motor tem vida útil previsível, mas.... estamos falando de 10 mil horas de uso até precisar manutenção séria, se consumir 1 tanque por mes isso significa durar 1000 meses, muito antes disso (10 anos) a ferrugem e o plastico ressecado vão mandar o motor pra revisão, usar mesmo que seja 10 horas por semana ainda é absolutamente tranquilo, só faz bem!

  2. Me ajudou muito, vou ver o que é mais viável e apostar. Concordo com o que você fala das manutenção muito bem explicado.



  3. Boa Tarde,

    Sou representante da empresa Weltmarken e no intuito de esclarece-los em relação ao post de alguns usuários, apresentamos as respostas a seguir:


    Comentário 1 :

    “ Não sou fã do PowerDam porque custa caro demais pra o que é, e é um inversor de rendimento ruim de apenas 80%.”

    Resposta: O preço do equipamento Powerdam não pode ser comparado com o preço de equipamentos comuns do mercado, uma vez que foi desenvolvido para suportar, em modo continuo, a potência nominal e dispõe de uma série de itens que aumentam o seu custo (cabos especiais, etc.).

    Com relação ao rendimento do inversor, em média, esse é superior a 95%. É importante saber que o rendimento do inversor não tem relação com o rendimento das baterias. No site www.powerdam.com.br disponibilizamos um dimensionador exclusivo, realista! Não conhecemos nenhuma empresa no mundo que ofereça algo semelhante pois geralmente consideram a bateria como sendo uma fonte perfeita, que não é!

    Se fizerem o dimensionamento de um banco de baterias vão perceber um rendimento abaixo do que geralmente se espera considerando dados irreais, que é calcular o rendimento com base na capacidade nominal das baterias sem considerar o regime de descarga.
    O nosso dimensionador usa como parâmetro todas as curvas da bateria estacionária DF 4001 e se tiver em mãos todas essas curvas vão perceber que dimensionamos a autonomia com a devida precisão, pois não enganamos os nosso usuários oferecendo algo que não vão dispor.

    Observem que a maioria dos no-breaks especificam uma autonomia que nunca é atingida. Falam em autonomia típica as nós não, levamos tudo muito a sério, todos tem a certeza que vão ter a autonomia especificada (geralmente um pouco superior, pois adicionamos uma margem de segurança de até 15%).
    (Vendemos muito para usuários residenciais e de condomínios, que geralmente testam na prática e ter a autonomia real um pouco superior é melhor do que inferior).

    Acredito que o usuário tenha avaliado o rendimento com base na capacidade do banco de baterias. Saibam que uma bateria com capacidade de 240AH em um regime de descarga de 100AH pode fornecer pouco mais de 100AH se descarregada em apenas 30 minutos.
    Toda bateria possui uma resistência interna, que aumenta as perdas de acordo com a corrente.

    Comentário 2:

    “O rendimento no modo de carga de bateria é ruim, e no inversor mais ruim, ao todo você desperdiça 50% de energia no processo, os KWh na conta dobram, e o KWh consumido lá pelo equipamento tem custo dobrado, chegando fácil nos R$ 1,5 por KWh que um gerador a diesel ou gasolina tem.

    (Ou seja, ligar um conj. gerador a combustão todo dias das 18 as 21h (Hora de alto consumo) não daria um custo em combustível tão alto, comparado a um equipto rústico mas de rendimento péssimo, tipo PowerDam, que desperdiça até 40% na carga das baterias e até uns 30% na inversão)”

    Resposta: No modo AC o rendimento é ainda mais alto, acima de 96% pois o carregador usa a metade da potência do inversor, que fica em repouso. Depois das baterias recarregadas, o consumo do equipamento em si (para manutenção do banco de baterias em flutuação) é inferior a 2,5% da capacidade máxima do inversor!

    Devemos lembrar que quando o Powerdam estiver recarregando as baterias o consumo na entrada será a soma da energia que está sendo acumulada nas baterias mais o consumo da carga alimentada pelo Powerdam (e perdas que não são altas) e nesse caso não há nada de errado pois é uma condição normal, mesmo para um equipamento hipoteticamente “perfeito”, com rendimento igual a 100%!

    Em todo o processo de recarga e descarga de baterias vamos ter perdas devido a resistência interna das baterias (não tem nenhuma relação com o Powerdam, cujas perdas são bem inferiores). Para minimizar essas perdas o ideal é configurar o banco de baterias de forma a obter o melhor custo beneficio. O nosso dimensionador considera tudo isso mas as vezes somos injustamente criticados por ser justo, enquanto concorrentes agradam quem não tem conhecimentos técnicos oferecendo dados generosos, impossíveis de serem atingidos!

    Se considerar o custo de combustível e manutenção de geradores (é um sistema mecânico que precisa de lubrificação e outros cuidados e que está sujeito ao desgaste precoce) vai ser muitas vezes superior aos custo da energia consumida e da substituição das baterias após expiração da sua vida útil. O Powerdam vem sendo muito utilizado em carros de “Food Truck,” que tem desistido dos geradores.

    Comentário 3:

    “Num mercado nacional onde Volt é indicada como "produto ótimo", aí sim PowerDam tem algum mérito, por ser mais bruto (Em terra de cego quem tem um olho é rei. Ou quem tem o porrete que não quebra é que vira o rei....). Mas... se comparar com soluções Xantrex, MorningStar, Midnight ou FourStar um PowerDam é equipamento dos anos 80. Se for pra gastar R$ 4 mil tem equipto importado de tecnologia muito mais atual desses fabricantes, com rendimento muuuuito melhor (Com controladores mppt, or exemplo). “


    Resposta: Ente 1993 e 2003 a Wetlmarken comercializou milhares de equipamentos NO-BREAK dupla conversão, senoidal, com inversores chaveados em alta frequência, corretor de fator de potência, etc.

    Em 2001, tentamos vender no Brasil um no-break que era produzido em parceria com a empresa Taiwanesa Chroma ATE. Esse no-break foi projetado para atender o mercado alemão e depois adaptado para suportar a energia do Brasil mas não foi adiante porque não era bem isso que o usuário precisava.

    No-Breaks foram projetados para oferecer autonomia suficiente para o fechamento de arquivos de servidores etc. (uso restrito a informática) e o que o usuário brasileiro mais precisa é de autonomia e também para outras aplicações, como alimentar motores, etc., que é o ponto mais fraco do no-breaks.

    Se hoje desenvolvemos o Powerdam como é, existem vários motivos para isso pois somos conhecedores da tecnologia considerada moderna (lindamos com ela ainda o começo dos anos 90!).

    Não vamos expor aqui a lista de motivos pois são informações valiosas que não podem ser divulgadas.
    O nosso equipamento suporta picos de corrente que os considerados “modernos” não suportam e o índice de defeitos é infinitamente inferior, etc.

    Com relação ao barramento DC em 12V, usamos cabos superdimensionados e as perdas em relação a um barramento 24V é inferior a 1%, daí entra outros parâmetros que os concorrentes não consideram. Baterias em série dificultam o dimensionamento do banco de baterias, pois só podemos incluir ou excluir 2 em 2 baterias e depois vem o problema da equalização de carga, que se torna complicado em caso de baterias em série, sem falar na confiabilidade, pois o sistema ficará totalmente inoperante caso uma das baterias (em série) apresente algum defeito, etc.

    Com relação as comparações com controladores de carga MPPT, o Powerdam não é um controlador de carga. Vamos ter uma versão nova com essa função, para permitir o uso de painéis fotovoltaicos (OFF Grid Inteligente), com prioridade para o uso da energia solar, rede e por último baterias).

    Enfim, não existe nenhum usuário do Powerdam insatisfeito. Não conhecemos nenhum caso em que a conta de energia tenha subido de forma perceptível (é desprezível) e isso é resultado do nosso know-how, pois sabemos o que estamos fazendo. Para cada detalhe existe uma explicação e uma razão para ser como é!

    É muito fácil criticar um equipamento mas não é simples estar no mercado por mais de 25 anos e não ter sido criticado por quem realmente usou e usa nossos sistemas.

    A principio ficamos indignados com o comentário, considerado como difamatório, mas acabamos entendendo que o mesmo pode ter cometido equívocos, considerando parâmetros irreais e por isso consideramos que era caso para fornecer os esclarecimentos que aqui estamos postando.

    Espero ter esclarecido todas as dúvidas e nos colocamos a disposição através do site www.powerdam.com.br

    Grato,

    Afrânio Correia
    Weltmarken Elektronik do Brasil Ltda

  4. Boa Tarde,

    Sou representante da empresa Weltmarken e no intuito de esclarece-los em relação ao post do usuário “ “, apresentamos as respostas a seguir:

    Comentário 1 :

    “ Não sou fã do PowerDam porque custa caro demais pra o que é, e é um inversor de rendimento ruim de apenas 80%.”

    Resposta: O preço do equipamento Powerdam não pode ser comparado com o preço de equipamentos comuns do mercado, uma vez que foi desenvolvido para suportar, em modo continuo, a potência nominal e dispõe de uma série de itens que aumentam o seu custo (cabos especiais, etc.).

    Com relação ao rendimento do inversor, em média, esse é superior a 95%. É importante saber que o rendimento do inversor não tem relação com o rendimento das baterias. No site www.powerdam.com.br disponibilizamos um dimensionador exclusivo, realista! Não conhecemos nenhuma empresa no mundo que ofereça algo semelhante pois geralmente consideram a bateria como sendo uma fonte perfeita, que não é!

    Se fizerem o dimensionamento de um banco de baterias vão perceber um rendimento abaixo do que geralmente se espera considerando dados irreais, que é calcular o rendimento com base na capacidade nominal das baterias sem considerar o regime de descarga.
    O nosso dimensionador usa como parâmetro todas as curvas da bateria estacionária DF 4001 e se tiver em mãos todas essas curvas vão perceber que dimensionamos a autonomia com a devida precisão, pois não enganamos os nosso usuários oferecendo algo que não vão dispor.

    Observem que a maioria dos no-breaks especificam uma autonomia que nunca é atingida. Falam em autonomia típica as nós não, levamos tudo muito a sério, todos tem a certeza que vão ter a autonomia especificada (geralmente um pouco superior, pois adicionamos uma margem de segurança de até 15%).
    (Vendemos muito para usuários residenciais e de condomínios, que geralmente testam na prática e ter a autonomia real um pouco superior é melhor do que inferior).

    Acredito que o usuário tenha avaliado o rendimento com base na capacidade do banco de baterias. Saibam que uma bateria com capacidade de 240AH em um regime de descarga de 100AH pode fornecer pouco mais de 100AH se descarregada em apenas 30 minutos.
    Toda bateria possui uma resistência interna, que aumenta as perdas de acordo com a corrente.

    Comentário 2:

    “O rendimento no modo de carga de bateria é ruim, e no inversor mais ruim, ao todo você desperdiça 50% de energia no processo, os KWh na conta dobram, e o KWh consumido lá pelo equipamento tem custo dobrado, chegando fácil nos R$ 1,5 por KWh que um gerador a diesel ou gasolina tem.

    (Ou seja, ligar um conj. gerador a combustão todo dias das 18 as 21h (Hora de alto consumo) não daria um custo em combustível tão alto, comparado a um equipto rústico mas de rendimento péssimo, tipo PowerDam, que desperdiça até 40% na carga das baterias e até uns 30% na inversão)”

    Resposta: No modo AC o rendimento é ainda mais alto, acima de 96% pois o carregador usa a metade da potência do inversor, que fica em repouso. Depois das baterias recarregadas, o consumo do equipamento em si (para manutenção do banco de baterias em flutuação) é inferior a 2,5% da capacidade máxima do inversor!

    Devemos lembrar que quando o Powerdam estiver recarregando as baterias o consumo na entrada será a soma da energia que está sendo acumulada nas baterias mais o consumo da carga alimentada pelo Powerdam (e perdas que não são altas) e nesse caso não há nada de errado pois é uma condição normal, mesmo para um equipamento hipoteticamente “perfeito”, com rendimento igual a 100%!

    Em todo o processo de recarga e descarga de baterias vamos ter perdas devido a resistência interna das baterias (não tem nenhuma relação com o Powerdam, cujas perdas são bem inferiores). Para minimizar essas perdas o ideal é configurar o banco de baterias de forma a obter o melhor custo beneficio. O nosso dimensionador considera tudo isso mas as vezes somos injustamente criticados por ser justo, enquanto concorrentes agradam quem não tem conhecimentos técnicos oferecendo dados generosos, impossíveis de serem atingidos!

    Se considerar o custo de combustível e manutenção de geradores (é um sistema mecânico que precisa de lubrificação e outros cuidados e que está sujeito ao desgaste precoce) vai ser muitas vezes superior aos custo da energia consumida e da substituição das baterias após expiração da sua vida útil. O Powerdam vem sendo muito utilizado em carros de “Food Truck,” que tem desistido dos geradores.

    Comentário 3:

    “Num mercado nacional onde Volt é indicada como "produto ótimo", aí sim PowerDam tem algum mérito, por ser mais bruto (Em terra de cego quem tem um olho é rei. Ou quem tem o porrete que não quebra é que vira o rei....). Mas... se comparar com soluções Xantrex, MorningStar, Midnight ou FourStar um PowerDam é equipamento dos anos 80. Se for pra gastar R$ 4 mil tem equipto importado de tecnologia muito mais atual desses fabricantes, com rendimento muuuuito melhor (Com controladores mppt, or exemplo). “


    Resposta: Ente 1993 e 2003 a Wetlmarken comercializou milhares de equipamentos NO-BREAK dupla conversão, senoidal, com inversores chaveados em alta frequência, corretor de fator de potência, etc.

    Em 2001, tentamos vender no Brasil um no-break que era produzido em parceria com a empresa Taiwanesa Chroma ATE. Esse no-break foi projetado para atender o mercado alemão e depois adaptado para suportar a energia do Brasil mas não foi adiante porque não era bem isso que o usuário precisava.

    No-Breaks foram projetados para oferecer autonomia suficiente para o fechamento de arquivos de servidores etc. (uso restrito a informática) e o que o usuário brasileiro mais precisa é de autonomia e também para outras aplicações, como alimentar motores, etc., que é o ponto mais fraco do no-breaks.

    Se hoje desenvolvemos o Powerdam como é, existem vários motivos para isso pois somos conhecedores da tecnologia considerada moderna (lindamos com ela ainda o começo dos anos 90!).

    Não vamos expor aqui a lista de motivos pois são informações valiosas que não podem ser divulgadas.
    O nosso equipamento suporta picos de corrente que os considerados “modernos” não suportam e o índice de defeitos é infinitamente inferior, etc.

    Com relação ao barramento DC em 12V, usamos cabos superdimensionados e as perdas em relação a um barramento 24V é inferior a 1%, daí entra outros parâmetros que os concorrentes não consideram. Baterias em série dificultam o dimensionamento do banco de baterias, pois só podemos incluir ou excluir 2 em 2 baterias e depois vem o problema da equalização de carga, que se torna complicado em caso de baterias em série, sem falar na confiabilidade, pois o sistema ficará totalmente inoperante caso uma das baterias (em série) apresente algum defeito, etc.

    Com relação as comparações com controladores de carga MPPT, o Powerdam não é um controlador de carga. Vamos ter uma versão nova com essa função, para permitir o uso de painéis fotovoltaicos (OFF Grid Inteligente), com prioridade para o uso da energia solar, rede e por último baterias).

    Enfim, não existe nenhum usuário do Powerdam insatisfeito. Não conhecemos nenhum caso em que a conta de energia tenha subido de forma perceptível (é desprezível) e isso é resultado do nosso know-how, pois sabemos o que estamos fazendo. Para cada detalhe existe uma explicação e uma razão para ser como é!

    É muito fácil criticar um equipamento mas não é simples estar no mercado por mais de 25 anos e não ter sido criticado por quem realmente usou e usa nossos sistemas.

    A principio ficamos indignados com o comentário, considerado como difamatório, mas acabamos entendendo que o mesmo pode ter cometido equívocos, considerando parâmetros irreais e por isso consideramos que era caso para fornecer os esclarecimentos que aqui estamos postando.

    Espero ter esclarecido todas as dúvidas e nos colocamos a disposição através do site www.powerdam.com.br

    Grato,

    Afrânio Correia
    Weltmarken Elektronik do Brasil Ltda






Tópicos Similares

  1. Radios de alta capacidade de banda,qual
    Por marcoveck no fórum Redes
    Respostas: 36
    Último Post: 11-12-2008, 22:22
  2. Limitando download no squid, com exceção de users
    Por dimago no fórum Servidores de Rede
    Respostas: 2
    Último Post: 10-04-2008, 07:27
  3. Respostas: 18
    Último Post: 07-04-2008, 11:06
  4. No-break com Bateria Automotiva Recarregada
    Por WesleyDias no fórum Assuntos não relacionados
    Respostas: 2
    Último Post: 11-01-2008, 07:04
  5. Problema no Squid com tamanho de pacotes
    Por pabloblue no fórum Servidores de Rede
    Respostas: 0
    Último Post: 27-04-2007, 21:55

Visite: BR-Linux ·  VivaOLinux ·  Dicas-L