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  1. A resposta está no datasheet mesmo:
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    Isso na verdade é do NS M5, não do LOCO. É que o LOCO por acaso é dos POUCOS que tem ganho mais continuo de 5,1 a 5,8GHz. Só o VSWR dele que varia mais, vai de 1,4:1 até 2:1 conforme o canal.

    No caso do NS Loco M5 o angulo vertical dele é estranho, é meio caído, então é bem fácil você colocar ele na vertical a 6m de altura, apontado pra uma torre de 30m de altura, só que... com ele reto na vertical o ganho dele rumo ao horizonte não é de 13dBi, parece ser 11,5 a 12dBi ("Vertical elevation" no datasheet, dá zoom que fica mais claro), se levar em conta que o horizontal azimuth também é meio puxado pra um lado, eu diria que é bem fácil você colocar NS Loco M5 em posição que fique com ganho de apenas 11 ou 12dBi.

    Quanto ao VSWR, ele não atrapalha o sinal de recepção, ele atrapalha mais a emissão, é onda estacionária, um VSWR meio alto de um pacote atrapalha o pacote seguinte, se tiver uma onda indo numa fase e encontrar uma vindo em contra-fase a que está vindo anulará parte da que está indo, se emitir 17dBm, e uma onda retornando teve só 12dBm de perda no retorno (-12dBm no gráfico em 5180MHz, a frequencia que uns bestas acham que pode ser usada em provedor outdoor) essa onda vai encontrar a outra com 5dBm de potencia ainda, uma onda na exata contrafase (E isso é raro, acredite) vai atenuar 5dBm da onda que tinha 17dBm de potencia, ou seja, essa onda específica (Imagina tipo onda de mar mesmo, no mar tem digamos 40 ondas quebrando por minuto, wifi tem milhões por segundo) vai sair com 12dBm. Mas é só 1 onda, não é um sinal inteiro, isso na prática só gera queda no throughput (Ou no CCQ).

    Também tem que ver a queda de sinal conforme a distancia, o calculo correto é feito usando a frequencia exata, não lembro bem mas é algo tipo 20*log da distancia + 20*log da frequencia = perda, e... conta com log tem muito numero depois da vírgula, é praxe arredondar 0,99 pra 1, isso gera diferenças de 0,5 a 1dB na conta (Fora que a conta com 5500MHz gera 0,3dB de diferença que em 5580MHz! Geralmente se arredonda os numeros finais também). Por isso prefiro usar tabela, o valor é sempre mais aproximado, pra distancia curta:
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    Exemplo: Em 100m bate com -80, ou seja, em 100m o sinal cai 80dBm. Se transmitir 30dBm (13dBi da antena + 17dBm do radio) terá 30 - 80 = -50dBm NO AR. Se o RX for ligado num antena de 13dBi você terá GANHO de 13dB, ou seja, -50 + 13 = -37dBm.
    Só teria que confirmar se a antena de TX tem 13dBi naquela frequencia e a VSWR dela não está reduzindo 1dBm na prática o sinal, e se a antena de RX está no angulo de maior ganho, e num canal onde tem realmente 13dBi de ganho.

    (Essa tabela é generica, tem diferença de perda no ar entre 2,4 e 5GHz, é só uma referencia resumida)

    Pra longa distancia (PTP) sempre me baseio nisso (Até tenho impresso na mochila):
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    Em 5Km tem uma perda de uns 114dBm em 2,4GHz, já em 5,3GHz a perda é de uns 123dBm. Em 5,8GHz provavelmente será quase 125dBm.
    O numero EXATO nem vale a pena calcular, no datasheet das antenas você não tem o ganho EXATO com cada frequencia, você só sabe que o ganho medio é de X dBi (E o diagrama de irradiação ajuda a explicar como é o angulo em meia-potencia (-3dBi com relação ao ganho nominal = 50% da potencia)).

    O fabricante poderia ter mais dados no datasheet, a L-com antigamente tinha um chart com os ganhos conforme frequencia, mas hoje ela até vende como 90° antena em meia-potencia tem mal e mal 60°, tipo:
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    Ao menos ela informa que o diagrama de irradiação é muito diferente conforme a frequencia (Logo, conforme o canal).

    (E isso de informar o angulo com 6dB até a Ubiquiti faz, é só olhar o datasheet das setoriais Airmax, falam em 120° mas se olhar o diagrama em -3dBi (Que seria 13dBi de ganho numa setorial 16dBi) bate com apenas uns 70º de angulo! Entre a frente dela com 16dBi e a lateral do 120° com 10dBi você terá 6dBi de diferença de sinal no cliente (Fora a possibilidade de usar 5,1GHz e ter só 15dBi, afinal elas só tem 16dBi de 5,4GHz pra cima. Com 5,1GHz o ganho delas na prática fica em 15dBi na frente, e lá pelos 60° pra um lado (Perto do fim dos 120°) tem só 9dBi, mínima coisa a mais que uma anteninha de 7,5dBi de um Omnitik da vida!)

    Mas isso não é bobeira do fabricante, é que é impossível fazer com baixo custo antena com 120° que tenha perenidade de apenas 3dBi (Meia-potencia) por todos esses 120°, que tenha angulo similar de 4,9 a 6GHz (No brasil podemos usar 5,1 a 5,8GHz, mas noutros países é o range todo, 4,9 a 6GHz. 5,1GHz não é proibido pra AP, se colocar setorial airmax em ambiente indoor pode usar a vontade). É questão comercial isso de vender não com o angulo de meia-potencia mas sim com o angulo de 1/3 da potencia (6dBi a menos que o ganho na frente).
    No caso do NS LOCO, por ser a linha LOw COst talvez tenha pequenas variações na fabricação de modo a ter 0,5dB a mais ou a menos numa frequencia, fora que as vezes se prende ele não reto na horizontal, mas deitado 2 ou 3° pro lado. Girando 90° ele isola 20dBi, daria pra dizer que é 2dBi a cada 9°, ou 1dBi a cada 4,5° de inclinação, e... em telhado que é 15° inlinado não é difícil se confundir e deixar o mastro da CPE um pouco inclinado, tipo 2 ou 3°, que deve dar quase 1dBi de rejeição.

    Enfim, a conta a grosso modo ficaria:
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    Mas aí tem que ver se os ganhos nas antenas é esse mesmo, se não tem algo na zona de fresnel diminuindo o sinal (Essa conta só dá certo com 100% da zona de fresnel livre!).

    E... por fim, o radio está com 17dBm de potencia mesmo? Os firmwares tem o limitador EIRP, se você informar uma antena de ganho maior ele vai ficar no limite EIRP legal pro país (No caso de 5,1 a 5,3GHz no brasil: 20dBm EIRP, tá na resolução 506 da Anatel: 100mW de limite EIRP já que o equipto não tem TPC).

    No caso de REDUZIR potencia em UBNT, tem a caixa "Auto adjust TO eirp limit", ele auto-ajusta a potencia ATÉ o limite EIRP, ou seja, se estiver em 5,7 a 5,8GHz ele vai subir a potencia até chegar nos 36dBm EIRP que a lei permite no brasil (Na prática nesse caso ele vai chegar a 17dBm se estiver em MCS15. Mas em MCS11 ele chega a até 23dBm, como ele sabe que tem antena de 13dBi ele soma 23 + 13 e vê que está em 36dBm, no limite. Já pra 5,4 a 5,7GHz o limite LEGAL (Vide resolução 506 da Anatel) é 27dBm EIRP, nesse caso ele pega 27 - 13 = 14dBm, ele vai forçar o radio a ficar em 14dBm seja lá qual forma o datarate selecionado (Isso é auto-ajusta PARA o limite EIRP).

    A MK tem firmware zoneado com esses limites, no caso de MK é melhor nem selecionar país e fazer o ajuste manualmente (Por isso é bom ler a resolução 506 da Anatel, seção X, MK e UBNT não tem TPC, só tem DFS, por isso o limite é aquele num parágrafo único, 500mW de EIRP, já pra 5,7-5,8GHz o limite é 1W no radio e 6dBi na antena (Ou pode aumentar a antena se descontar no radio, mas não pode colocar radio a 33dBm em antena de 3dBi, não é 36dBm EIRP na prática, é 36dBm EIRP DESDE QUE a antena seja de 6dBi ou mais, lei estranha mas no mundo ocidental quase todo é assim, não é escolha da Anatel, é pra evitar poluição do espectro).

    Firmware Intelbras respeitava totalmente esses limites EIRP até últimas vez que testei, sem chance de potencia alta em 5,1GHz. TP-Link nunca testei mas a princípio também respeita.

    Enfim, não tenha tanta certeza que o radio está emitindo a potencia que você acha que está, tem ver analisar bem o firmware, e o próprio firmware pode estar atrasado (Caso de MK, o leste europeu ainda não tem internet, a resolução 506 da Anatel é de 2008 mas ainda não chegou na Letônia, MK geralmente ainda limita os canais acima de 5,7GHz quando seleciona o país brasil), complicado ter certeza disso, mas estando no angulo certo o jeito de ver se o firmware está mandando a potencia que diz é justamente vendo o sinal a X distancia, tendo 100% de fresnel limpa é bem fácil você calcular a potencia de emissão da sua torre naquele sentido levando em conta apenas o ganho da antena da CPE que usar.
    (Ganho de antena não muda conforme firmware, é físico então não muda via software, conectando em diferentes AP's em diferentes canais (5,4 a 5,8GHz) e sabendo a distancia PRECISA até os AP's ("Acho que uns 900m" não serve, precisa saber se é 800 ou 950m) você nota fácil qual a potencia de emissão até dos AP's dos concorrentes.
    (Eu sempre olhei isso, concorrente a 2Km chega com sinal -50dBm em antena de 13dBi, em 5,1GHz, ou seja, além de ser burro de usar faixa que não deve em ambiente outdoor, ainda por cima tem potencia EIRP extremamente alta)


    Ah, e tem o thermal fadding, rain fadding, sand fadding...
    Em distancia maior quando o ar não está limpo (Agua caindo é um motivo) você pode ter até 3 ou 4dBm de diferença de sinal em apenas 5 ou 6Km. Quanto maior a frequencia mais o sinal cai num comparativo com e sem chuva. Em TV via satelite banda Ku é comum o sinal cair 25dB quando chove, mas aí são 300Km entre antena e satelite, fora que é geralmente de 8 ou 10GHz pra cima, mas... em 5,8GHz a chuva também atrapalha, umidade alta também (PTP sobre floresta pode ter sinal baixo de manhã, quando o orvalho sobe evaporado pelo calor da manhã), até poeira ou fumaça (Serração/nublado provavelmente, mas tô no meio do brasil e não conheço isso direito, conheço fumaça de queimada muito melhor, fumaça a ponto de ter 200m de visibilidade por 2 ou 3 dias seguidos), tem o calculo pra isso, é coisa tipo 0,3 a 1dB por Km que CADA item desse atrapalha (Depende da densidade também), mas os calculos teoricos sempre levam em conta 100% livre da zona de fresnel, pela prática notamos que quando ela não é total qualquer coisa incomoda mais, uma pomba sentando na antena já derruba ptp, então onde tem cliente sem 100% limpo da zona de fresnel (Começando no próprio telhado, CPE 1m acima do telhado não tem zona de fresnel 100% limpa se estiver a mais de 300m da torre (Pois em 300m a zona de fresnel já passa de 2m, ou seja, 1m acima e 1m abaixo da CPE)) talvez a variação por umidade, poeira, alguns graus de inclinação, seja maior que os calculos em 100% livre.








    aaaaahhh... e mais uma: No datasheet tanto na potencia como na sensibilidade tem um +-2dB depois dos valores, isso é variação ou da linha de montagem, ou prevista em componente (No datasheet do amplificador fala algo, nos datasheets de chipset antigos falava mas os Atheros recentes não mais tem mais whitepaper pra conferir isso) conforme temperatura ou ripple na alimentação. Esse dado não está lá a toa, numa boa representação da lei de Murphy você pode ter um AP com apenas 15dBm de TX, e no outro lado um cliente com sensibilidade de apenas -73dBm no RX, isso dá uma margem de sinal (Entre sinal, digamos -55dBm, e sensibilidade, -73dBm no caso) meio ruim pra ter 100% de CCQ em digamos 1Km (Margem pequena em 300m é uma coisa, mas em 2Km detona com o CCQ).

    Olha a zona, + ou - 2dBm na transmissão, possibilidade de -1dBi no ganho da antena conforme o canal, possibilidade de -3dBi de ganho na antena conforme o angulo, e no outro lado da conexão mesma possibilidade na antena de RX, e depois + ou - 2dBm na sensibilidade. -2 - 1 - 3 - 2 = -8

    Ou seja, pode ter 8dBm a menos de sinal (Que o calculo teórico) que o datasheet ainda está dizendo: Eu avisei.

    Vou olhar melhor depois essa potencia e sensibilidade mas me parece que essa variação de +-2dB é conforme a temperatura do componente. "No brasil obviamente nunca que um amplificador passaria em campo dos 25°C informados no datasheet como temperatura de ensaio"

  2. poxa vida rubem esta de parabéns me deu um aulão aqui, mais então para saber em qual mcs esta trabalhando exatamente tenho que saber a potencia do canal, qual canal melhor a antena de trasmissao esta trabalhando e qual canal é melhor para antena que esta recebendo ? porque as contas que deu certo aqui são só a dos clientes que esta com sinal arrebentando em -45dbm os que tem sinal de vamos dizer -67dbm a antena mostra que esta trabalhando em mcs 13 14 15 e na conta mostra que deveria trabalhar em mcs 10 ou 9 me confundi bem nesa parte.



  3. Deixando em modo automatico, pro firmware escolher qual datarate será usado, a conta nunca bate, o software sempre tenta usar o maior datarate (Mesmo que tenha sinal insuficiente).

    Pra conta fechar você deve selecionar MANUALMENTE um datarate e uma potencia. Colocar digamos o NS Loco M5 fixo em MCS12 como AP, e o NS Loco M5 como cliente em MCS12 também, assim a potência de saída poderá ser definida de 1 a 22dBm.

    Com o datarate em automatico se você setar uma potencia de saída de digamos 23dBm ela não será respeitada, porque em MCS12 até 15 o radio não consegue essa potencia toda, ele vai mandar na potencia que conseguir.

    Porque o radio sobe o datarate (Vai até MCS15 mesmo com sinal ruim tipo -67dBm) mesmo tendo sinal insuficiente? Porque o radio não sabe a distancia real ou existencia ou não de zona de fresnel. O software é feito pra senhorinhas e leigos que se intrometem a comprar esses equiptos e tem preguiça de ler pra configurar, o software PRECISA ver pronto pra qualquer topeira instalar e chegar facilmente no máximo throughput, então o software tenta trabalhar com margem de sinal pequena tipo 5 ou 8dBm, que em distancia pequena com visada total é margem suficiente pra um mini-ptp domestico ou soho (Mas não pra provedor! Provedor não pode se comportar como senhorinha que tem preguiça de ler, não pode usar tudo no default, se default fosse 100% funcional não existiria setup pra ajuste manual, e se o ajuste manual não fosse importante não existiria datasheet com dados pra auxiliar na tomada de decisões).

    SE tiver zona de fresnel perfeita pra todo cliente, e os clientes tiverem um distanciamento coeso, aí sim pode usar tudo automatico a vontade. Mas na prática geralmente tem um cliente a 200m e outro a 2Km, o software é burro e tenta usar MCS15 pros 2, nessa hora o provedor não pode ser lerdo como o software, o provedor tem que ver a sensibilidade e nível de sinal existentes e ver se tem margem de sinal suficiente pra manter conexão de qualidade (mini-ptp domestico, tipo uma senhorinha pegando internet da casa da vizinha a 200m, não precisa 100% de CCQ, se tiver um ping ridículo de 100ms a senhorinha nunca vai descobrir).

    Se tem cliente recebendo sinal a -45, e outro a -67, tem que ver a potencia da torre, se está abaixo do limite legal de 27 e 36dBm EIRP (Que é suficiente pra muita coisa) não se preocupe, só fixe um datarate sensato e pronto. Se tem um cliente recebendo os GRITOS da torre a -45dBm não tem problema, esse cliente se comunica só com 1 contra-parte, que é a torre. Cliente pode receber sinal alto demais (Tipo -30dBm), mas o cliente JAMAIS pode gritar com a torre! A torre recebe sinal de um monte de gente, se tem um gritando e outro sussurando a qualidade da conexão de ambos será diferente demais, tem que reduzir a potencia de quem está gritando. Se o sinal do cliente chega na torre (TX do cliente é RX na torre) a -45dBm é só reduzir a potencia dele, se ele está em 17dBm é só reduzir pra 7dBm que vai cair de -45 pra -55dBm.

    O maior problema do PTMP é que os softwares são feitos pra conexão com outro hardware igual, são feitos pra usuários leigos usarem em casa, o default do AirOS não é pra provedor, é pra dona-de-casa, é um default tão burro que permite que 30 NS Loco M5 como cliente de um Rocket M5 fiquem gritando com sinais absurdos tipo -35dBm, e usando datarates absurdos tipo 135M (MCS15) quando o upload do cliente mal chega a 1Mbps. É muito mais sensato joga o default no lixo e usar nos clientes um Max TX rate que permita potencia mais baixa, algo tipo MCS10, e usar potencia muuuuuito mais baixa, de modo que todos respondam pra torre com algo tipo -55 a -60dBm (Porque com sinal baixo assim quem está a 2Km não vai precisar ficar gritando a 28dBm, poderá trabalhar com folga em 22-23dBm).

    Modo automatico e teoria não batem, nos modos automaticos o software toma decisões idiotas, com roteador basico em casa ocorre isso, com 3 paredes no caminho é provavel que seu AP e seu notebook troquem dados em MCS7, dando throughput tipo 2Mbps por culpa das paredes, mas configurando ambos pra MCS2 a potencia de emissão poderá ser maior, a sensibilidade de cada radio será de nível mais baixo, e facilmente você consegue 6 ou 8Mbps com essa REDUÇÃO de datarate. A teoria é que um datarate maior sempre dá um throughput maior, mas o problema é que o software não sabe identificar quando as condições FÍSICAS da conexão estão adequadas, não sabe identificar quando seria melhor BAIXAR o datarate.

    A Ubiquiti deu um bom passo nesse melhora na tomada de decisões do firmware: Colocou a opção de selecionar um "modulo de datarates alternativo", é basicamente um algoritmo DIFERENTE que toma as decisões de qual config. usar, ele faz mais efeito quando se ativa Airmax (Porque TDMA em PTP ou PTMP demonstra mellhor o gargalo que o excesso de conexões em CSMA cria, Airmax não melhora a banda mas simplesmente permite que o processamento seja feito de modo mais inteligente trocando dados com apenas um cliente por vez, sem um monte de gente gritando pacotes no ouvido).

    Cada chipset tem seu modo de tomar decisões, mas geralmente eles trabalham com margem de sinal pequena tipo 5 ou 6dBm, em ambiente indoor com poucos obstaculos, ou outdoor de curta distancia tipo até 500m isso funciona bem, mas um provedor de verdade não trabalha só até 500m, qualquer equipto barato pode atender 2-3Km fácil, por R$ 600 é fácil atender 6Km, impossível atender na mesma antena cliente a 200m e a 6Km sem ser usando equipto muito caro ou usando uma boa configuração (Datarate baixo na torre, ainda mais baixo no cliente, cliente proximo com potencia bem baixa e cliente distante com potencia alta, e usando o ack-timeout do cliente distante como ack fixo na torre).

  4. Muito bem explicado @rubem.
    Vou montar um ptp com RB921 AC, depois posto os resultados aqui.

  5. E aí Luspmais, qual resultado conseguiu no seu ptp ac?






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