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  1. #7
    Moderador Avatar de Bruno
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    Padrão Re: Periculosidade: é devida??

    "NR 10 não é qualquer trabalho que gera periculosidade, a que se enquadra para o passadores de cabos e instaladores domiciliares é está ( até pq fibra ótica não se energiza). Somente o que a norma NR 10 define como "proximidade" caberia."
    exato técnico que fica no solo não gera periculosidade
    não lembro raio de 130cm esta na área de risco controlado , por isto que as empresas tem o técnico instalador e a auxiliar

  2. #8
    Avatar de Nilton Nakao
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    Padrão Re: Periculosidade: é devida??

    Isso é algo muito complicado. Trabalhei em telecom por 11 anos via CLT e um ano como estagiário.
    Numa linha de montagem nas placas eletrônicas, alguns juízes achavam que montadoras tinham direito por exalarem fumaças de soldas eletrônicas.
    Por outro lado, o porteiro também lhe dava o direito, por ser uma indústria de telecom e possível alvo de terroristas; mas motoristas técnicos, instaladores poderiam ficar fora da lista.
    Para burlar a lei trabalhista muitos empregadores e ainda o fazem, assinam na carteira atividade ainda não reconhecida no
    Trabalho e Fazenda. Infelizmente nenhum contador ou alguém do RH foi penalizado por esse ato, digamos serviços gerais ao invés de faxineiro(a).

    Desde 1990, muitas atividades estão sendo reconhecidas e homologadas sendo intensificada na primeira gestão de Dilma e logo muitas nem existirão ou cairão ao esquecimento.
    Acho que toda profissão ou atividade econômica oferece um risco, não existe essa de risco mínimo. Subi até a uma altura de 89 metros para inspecionar uma antena em uma torre de 120 metros, nuca senti medo um pouco de receio sim por conta dos ventos que pode mudar de direção mas morro de medo num telhado ou numa varanda a 3 metros do solo, me sinto mais confortável trocar uma lâmpada subindo a uma mesa do que utilizando uma escada em "V" invertida.
    Maior risco no mundo moderno, é estamos andando na rua conversando com um cliente ou bate-papo mesmo a um celular e simplesmente tropeçar e isso aconteceu comigo numa delas quase fui atropelado e numa cidade de porte médio-pequeno. Acidente por conta da aliança ou relógio de pulso perdi as contas.

    Acidente vai muito além de um simples corte no dedo ou na pele onde um curativo bastaria; para uma criança pode ser um motivo de orgulho, mas numa cadeia produtiva pode ser um afastamento temporário de alguns minutos ou dias, um corte em meu dedo pode significar uma baixa produtividade de uma semana por conta do incômodo. Cansei de socorrer as montadoras com um simples alicate de unha ou cutícola delas mesmas, sendo de outrem já precisaria de esterilizar com mais cuidado.
    Temos de respeitar as normas jurídicas, mas respeitar nossa integridade é muito mais importante e como diz o ditado popular "quem tem ** tem medo".



  3. #9

    Padrão Re: Periculosidade: é devida??

    Se realmente deseja ver o que é correto, pelo seu estudo de NR10 e NR35, você precisa de um engenheiro que assine a liberação do serviço, após análise do ambiente. Sem isso o serviço não pode sequer ser iniciar.
    Com isso, o próprio engenheiro já vai te dizer se enquadra em periculosidade ou não.