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  1. #7

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    Rogério,

    O funcionamento deste sistema de contrato é bem simples. A empresa detentora do SCM incorpora sua rede e sua empresa passa a ser a fornecedora de SVA na rede agora incorporada. A partir daí vão surgir diversas variaveis, onde algumas operadoras de SCM cobram o valor referente ao acesso direto do cliente final e outras não, mas tenha em mente que o que conta não é a nossa visão ou interpretação, mas sim a letura que a Anatel (fiscalização) faz dos contratos que vc tem, que deverão ser em número de 3 (três), sendo:
    01 - cliente final com a SCM
    01 - sua empresa com a SCM
    01 - Cliente final com sua empresa

    Me procure pelos telefones de contato que terei o maior prazer em te explicar em detalhes a questão da parceria e contratos.

  2. #8
    aryribeiro
    Visitante

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    não vamos discutir uns com os outros aqui.

    abrí o tópico pra tirar as minhas dúvidas e paranóias da cabeça!

    só não entendo como os engenheiros da anatel em Brasília - DF dizem por telefone pra mim que é proibido compartilhar (fora o item 5 e 19 acima) e vc´s ficam nessa história de que compartilhar é permitido.

    não sei em quem acredito. só isso.

    sei de uma coisa: não da pra dar 9.000,00 reais numa SCM (e esperar 6 meses no mínimo) sendo que não vou ganhar quase nada por aqui, ja que as operadoras milionárias de celular estão dando internet quase de graça por aqui.

    a vivo 3G ta dando 2mega por 40,00 reais!!!

    por isso to procurando uma forma mais barata de andar legalizado.



  3. #9

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    Ary,

    Me passa seus telefones de contato que terei o maior prazer em te explicar como funciona isso tudo e porque os fiscais da Anatel dizem que é ilegal o sistema de compartilhamento de SCM.

  4. #10

    Thumbs up

    Citação Postado originalmente por campana Ver Post
    Ary,

    Me passa seus telefones de contato que terei o maior prazer em te explicar como funciona isso tudo e porque os fiscais da Anatel dizem que é ilegal o sistema de compartilhamento de SCM.
    Olá Amigo!
    Desculpa a intromissão, mas poderia colocar pra nos todos o porquê disso?



  5. #11

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    Boa noite a todos!

    Tópicos de SCM são sempre animados!

    Esse "pode ou não pode" deve ser encarado com ressalvas!

    Muitas empresas antigas simplesmente cadastravam as estações (as vezes nem isso como disse o amigo acima) e não cumpriam mais nenhuma das exigências legais da ANATEL.

    Daí foi lacração para todo lado! O que você encontra de mensagens no Google, no Yahoo ou mesmo aqui no Underlinux a respeito de determinadas prestadoras SCM é sim de assustar!

    Mas não pára por aí, existem os engenheiros que também adorar "tocar terror" nos empresários, uma vez que deixam de ganhar pelo menos R$4.000,00 de projeto básico de SCM própria e depois um salário mínimo mensal para manutenção da SCM da pessoa.

    O que acredito que todos precisam ter em mente é que sendo própria ou não dá muito trabalho se legalizar!

    Legalizar-se significa emitir notas fiscais, crea em dia, declaração de impostos... Isso sem contar nas exigências que chegam da ANATEL para você cumprir em 05 dias!

    Agora, o que não se pode questionar nem tampouco duvidar é do fato de afiliar-se a uma prestadora é muito mais barato do que ter SCM própria!

    Mas não é só: meu afiliado recebe uma carta da ANATEL, eu respondo. Recebe do CREA, eu respondo. Recebe visita de fiscal do ICMS, eu atendo as pessoas e respondo as notificações.. E por aí vai...

    Espero ter deixado uma contribuição sobre o tema!

    Abraço a todos!

    Fabrício

  6. #12

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    Giovani Couto,

    A questão da ilegalidade tem a ver com o modelo de formatação do negócio entre a SCM e o ISP. A legislação é clara é em relação a exploração de redes de acesso pelas empresas licenciadas.

    O negócio funciona assim (em linhas gerais): o ISP integra a sua rede de acesso a reda da operadora SCM, a qual registra as estações e passa a "operar" a rede local. O ISP passa então a ter o papel de PSCI - provedor de serviço de conexão a internet - na rede, vendendo conteúdo e não acesso. Este serviço (PSCI) é considerado pela Anatel como SVA - Serviço de Valor Adicionado e como tal, por efeito de legislação não é considerado serviço de telecomunicações (ISS), portanto está fora do escopo da fiscalização da Anatel.

    O problema começa quando o ISP não conhece as leis que regem seu negócio e tão pouco qual o real papel que ele executa na rede no novo modelo de negócio, perdendo então o poder de argumentação junto a fiscalização, a qual por sua vez, já chega no POP com a visão de que o negócio é ilegal (questões de impostos - Minha leitura).

    Regularizar uma rede é uma tarefa complexa e muitas vezes árdua. Ter o próprio SCM implica em uma série de ações e reações perante a Anatel e sua fiscalização (SICI, FUSTE, SACI, CREA, PADO, DEFESA DE MULTAS, CALL CENTER, REGULATÓRIO, etc..). Todas estas questões tem que ser analisadas antes de se partir para um SCM próprio, pois sua equipe terá que ser bem maior e mais preparada para "sustentar" sua licença. A recomendação que sempre fazemos é para o ISP observar com cuidado qual a empresa a qual ele vai "entregar" o controle de sua rede. Uma boa medida talvez seja analisar qual são serviços que esta empresa vai prestar na rede agora absorvida e qual a remuneração que o ISP vai receber por isso.

    Existem diversas variações noi mercado, com empresas de todo o tamanho e modelo operacional, mas o fato é que, devido ao desconhecimento dos ISP em relação a legislação (e também alguns fiscais), muitas empresas pequenas no desejo de ganhar "dinheiro fácil" no mercado, tiram seu próprio SCM e se propõe a fazer "contratos de parceria" usando modelos operacionais até mesmo copiados da internet e acabam colocando o ISP na boca do lobo. A chave do sucesso na exploração conjunta de redes está na leitura literal do próprio nome: "EXPLORAÇÃO CONJUNTA", ou seja, duas ou mais empresas prestando serviços diferentes na rede (SCM + SVA's), compartilhando o cliente e não a licença, tendo como norte a legislação em vigor e a competitividade do mercado.