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  1. #1

    Padrão Física Azul

    ANTENA METAFÍSICA II


    Foi Einstein quem disse que o tempo depende da velocidade, ou seja, quanto mais ligeiro um móvel anda, mais lento passa o tempo para ele. A fórmula que ele deduziu e que se comprovou certa foi essa:
    t = Tempo do observador tm = Tempo dentro do móvel V = Velocidade que do móvel. C = Velocidade da luz = 300.000Km/s (valor arredondado).

    Sei que alguns de vocês são descrentes, mas mesmo assim vou contar um causo de um anteneiro que mora em Roraima. Como vocês sabem naquele estado a população feminina é menor que a masculina, sendo assim, para o nosso anteneiro só sobrava uma menina de 10 anos. Ou ele casava com a criança ou ficava solteiro para sempre. Aquela gente lá de cima está cercada de florestas por todos os lados, e todo mundo sabe que os anos fizeram a grande mata possuir eles por dentro. Não ficaram verdes, mas aprenderam a desvendar segredos .
    O anteneiro tinha 20 anos e a menina tinha só 10 anos. Como resolver esse problema? Como todo bom anteneiro, estava acostumado com a eficiência, e se atracou na solução. Construiu e embarcou numa nave espacial. Viajou por 20 anos, enquanto a menina ficou esperando ele em Roraima. Sua nave andava a uma velocidade de 200.000Km/s. Ora para ele que estava dentro da nave, passou-se 15 anos, com os 20 anos que ele tinha quando partiu, na volta ele estava com 35 anos. A menina tinha 10 anos na partida do anteneiro, como a viagem do anteneiro para ela havia durado 20 anos, ela estava então com 30 anos. Casaram e são felizes até hoje, ela com 30 anos e ele com 35 anos. Nada mau para um anteneiro.

    http://img207.imageshack.us/img207/9886/24879616.jpg
    Assim se calcula como passou o tempo para o anteneiro que estava dentro da nave.


    ENLACE DE 70Km FEITO POR VOCÊS QUE NÃO ACOPLAM DITEITO



    http://img207.imageshack.us/img207/1518/87113100.jpg

    t = Tempono relógio de vocêstm = Tempo da viagem do ping

    Os números dizem que para o ping, passaram-se 251μs e para você passaram-se 530μs. É nesta diferença 550μ - 251μ = 279μs que determino o comprimento de onda da minha Antena Metafísica.

    CONCLUSÃO
    Se você faz um ping com outro rádio á 70Km de distância, o ping quando chega é mais jovem do que quando saiu em relação a você. e você é mais velho para ele.
    Não disse que eu estava estudando para fazer uma Antena Metafísica? Cuidado protejam suas mentes, eu estou chegando lá. Como está provado em cima, é só uma questão de tempo para eu pegar vocês desprevenidos. Vou interferir ai dentro.
    O bem sempre vence, mas o mal se diverte mais. Qua...qua...qua... Sou veio mas não sou burro, AINDA POR CIMA SEREI CAMPEÃO DA LIBERTADORES ESTE ANO.






    Gilvan Enriconi
    [email protected]
    www.geenge.com.br
    Última edição por Magal; 13-03-2010 às 22:33. Razão: Correção do título e do nome de Einstein

  2. #2

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    Hshuashuahsuas !

    Valeu pelo post !



  3. #3

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    Belo post (como sempre!)

  4. #4

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    Gilvan doidããããooo!!! rs,rs!!! Abração e excelente post!



  5. #5

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    Entendi e achei interessante, muito aliás.

    Mas chamei o anteneiro aqui da empresa, o instalador, e ele me falou o seguinte:

    " tá... nao entendi nada e te falo uma coisa.. esse fumo que vende lá, se chegar aqui na cidade, vai ter gente pirando o cabeção demais....."

    Quase morri de tanto rir.

    Brincadeiras á parte... bel legal o post !

    Abraços

  6. #6

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    Esqueci de dizer: Gilvan, cientista maluco de inteligente! rs,rs!



  7. #7

  8. #8

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    ANTENA METAFÍSICA II


    que pena que o link com as imagens está quebrado (corrigido)

    enquanto isso to aki tenando vencer a barreiras da luz, e conseguir as respostas antes das perguntas
    Última edição por JHONNE; 01-05-2009 às 18:34.



  9. #9

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    Acho que agora vamos começar a nos entender bem, a começar pela Libertadores, hehehehe!!!

    Foristas de plantão, se abaixem porque lá vem "mecha" dos lados do Gilvan. Ele está prometendo outra.

    Gilvan, a ilustração foi perfeita para o casamento das impedâncias.

  10. #10

    Padrão O DENTE DA RODA

    O que é uma roda?
    Uma roda é um artefato redondo capaz de gerar movimentos circulares. Vocês acham que eu defini roda? Claro que não defini, eu me escondi atrás do conceito ”artefato” e do conceito de movimento circular.
    Eu sou um mentiroso.
    Ora se eu sou um mentiroso a minha frase é uma mentira logo eu não sou mentiroso. Mas se eu não sou um mentiroso, então eu estaria mentindo com a frase inicial pois não sou mentiroso. Sou ou não sou mentiroso?
    Energia é tudo aquilo capaz de realizar trabalho.
    Defini energia com trabalho. Não acho isso legal, mas por enquanto é o melhor que o homem consegue. Então, vamos raciocinar com o trabalho e dizer que é energia. Certo?
    Um carioca precisa carregar 50 pedras do ponto A para o ponto B. Se cada pedra pesa 5Kg e o ponto A está 10m distante do ponto B Qual foi o trabalho realizado?
    http://img340.imageshack.us/img340/1918/65771778.jpg



    O valor calculado da energia ou do trabalho é de 500J, não se levou em consideração que o carioca para levar uma pedra, deveria também gastar energia para carregar o próprio peso.
    Vai dizer que até aqui não esta uma barbada esse raciocínio? E olha que é um carioca trabalhando.
    Para levar as pedras o carioca levou uma hora de trabalho, se tu colocares o tempo no raciocínio, a grandeza que representa o trabalho realizado passa a se chamar potência. To chegando lá.
    Trabalho = Energia / tempo
    Então posso dizer que o nosso carioca realizou dois trabalhos. Um de levar as pedras e outro de levar a si mesmo para lá e para cá. O trabalho de levar as pedras, é chamado de trabalho motor e o trabalho de levar a si mesmo de trabalho resistente ou passivo.
    Em conseqüência, é preciso uma potência para realizar o trabalho resistente e outra potência para realizar o trabalho motor.
    Esses caras que inventaram a física tinham o mau hábito de dar nomes diferentes para as mesmas coisas. É por isso que eu gosto do Martinho da Vila, ele faz sempre a mesma coisa.
    Quando uma antena irradia sinal, assim como o caso do nosso carioca, é preciso também das duas potências, só que elas mudam de nome. Uma delas se chama potencia irradiada e a outra se chama potencia refletida.
    O que seriam das antenas no mundo se não fosse o exemplo do nosso carioca.

    http://img340.imageshack.us/img340/4241/84810070.jpg

    Quando estiveres estudando qualquer assunto em Física, lembre-se do carioca. Na física encontram-se explicações iguais para fenômenos diferentes, mudam só na aparência, compreender, é só uma questão de colocar a cabeça no lugar certo. Não é por nada que a física é azul da cor do nosso planeta.
    Viram como eu não sou mentiroso?


    http://img340.imageshack.us/img340/5143/85043521.jpg



    OBS
    DIA 7 DE MAIO ESTAREI NO EVENTO DA ABRANET. VOU LÁ BEBER NA FONTE, SE ALGUEM QUISER TOMAR UM AMARGO COMIGO TEREI MUITO PRAZER. NÃO SOU UM PALESTRANTE, MAS SEREI UM DOS OUVINTES MAIS ATENTOS.



  11. #11

    Padrão

    òtima oportunidade esta de estar levantados estes dados técnicos para nós do fórum, parabéns, Gilvan, ahhhh vc fabrica a geenge né, vc faria umas antenas com a logomarca da empresa na antena, tipo compro zirok e em vez de vir o logo deles vir o meu, add meu msn e vamos negociar heeh, [email protected]??
    Última edição por multlink; 01-05-2009 às 18:18.

  12. #12

    Padrão A BOLA ESTAVA PICANDO E NINGUEM CHUTOU

    CORREÇÃO

    POTENCIA = ENERGIA / TEMPO
    Desculpem, mas acho que a minha impressora está com a gripe suina.

    Gilvan



  13. #13

    Padrão

    Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post
    CORREÇÃO

    POTENCIA = ENERGIA / TEMPO
    Desculpem, mas acho que a minha impressora está com a gripe suina.

    Gilvan
    Não faça caso, isso é parecido com os bancos.
    Quando algo não dá certo o funcionário logo diz: foi erro do sistema.
    Nunca dos dedos dos operadores. hehehehe!!!

    Mas os princípios foram passados para o povo.

  14. #14

    Padrão

    Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post

    OBS
    DIA 7 DE MAIO ESTAREI NO EVENTO DA ABRANET. VOU LÁ BEBER NA FONTE, SE ALGUEM QUISER TOMAR UM AMARGO COMIGO TEREI MUITO PRAZER. NÃO SOU UM PALESTRANTE, MAS SEREI UM DOS OUVINTES MAIS ATENTOS.

    opa, vou estar lá tambem, até podemos estar negociando algumas antenas, mais como vou te reconhecer????????


    T+



  15. #15

    Padrão M A C A C H E I R A

    A selva amazônica durante a noite é invisível, pelo menos para os olhos humanos. Nenhum raio de luz se reflete na sua muralha preta. É como um buraco negro que aprisiona todos os raios de luz. Naquela escuridão, somente a nossa imaginação penetra, e mesmo assim, contra a vontade.
    Uma torre de sessenta metros fora erguida numa clareira aberta pelo machado dos amazonenses que eram funcionários de uma mineradora em Pitinga, município do estado do Amazonas. Eu estava lá para fazer um enlace de 52Km em 2,4GHz. A grande empresa, uma das maiores exploradoras de cassiterita do mundo, havia me contratado para fazer o enlace e alimentar uma lan em quinze prédios distribuídos dentro do complexo da mineração.
    No meio da clareira, havia uma guarita de onde todas as luzes brotavam. Em volta da nossa caminhonete, estava eu e mais cinco pessoas. Mantínhamos a cabeça erguida para o topo da torre onde um técnico estava procurando o desejado sinal de RF.
    O Macacheira fora o nosso guia até ali e quebrando o silêncio falou assim:
    -Não consigo entende o que este moço ta fazendo lá em cima.
    Expliquei para o nativo, com uma linguagem simples a idéia de modulação, irradiação, transmissão, recepção, e sinal com informação. Lembrei a ele do rádio e da antena que havíamos instalado em outra torre igual horas mais cedo, e que agora estávamos tentando encontrar o sinal do lado de cá com este outro equipamento. Parei de falar e não ouvi nenhum sinal de compreensão. O guia ficara mudo e imóvel, assim como uma onça antes do bote certeiro.
    Macacheira era um homem que nunca havia se afastado mais que cem quilômetros do local onde nascera. Fora a civilização que chegara até ele quando descobriram aquelas riquezas minerais na sua região. Inesperadamente a vos do nativo encheu o silencio da mata quando disse.
    -Minha muié e minha fia fais isso também, só que elas uisa as flô e o vento. Uma coloca na flô o recado e o vento leva o perfume da flô que ela escoieu até a outra que cheira e entende o recado muito longe. Assim como oces.
    Macacheira havia falado com voz baixa, calma e despretensiosa, mas aquilo que ele dissera, entrara nos nossos ouvidos como se fossem estrondos de um canhão.
    Tive vontade de dizer de imediato que não acreditava, mas me lembrei que o Macacheira era muito arredio e por certo eu perderia a chance de explorar mais aquele assunto. Então muito suavemente perguntei:
    -E como elas fazem para colocar o recado na flor?
    Sei não. É coisa de muié da mata. Elas caminham no meio das flô com as mãos abertas, como se tivessem fazendo um achego nas flô, vão subindo e descendo a mão do coração e mexendo a boca sem fala. Quando o vento passa por ali em direção da outra, já leva com ele o recado. Falam coisa delas: Trais fruta, oia a onça, vem pra casa, vai chove. Estas coisas.
    Se uma folha caísse no chão naquele momento, com certeza ouviríamos, de tanto foi o silêncio. As palavras do Macacheira ribombavam na minha cabeça, eu quase podia ser ouvido sem falar. O Macacheira era uma pessoa que só de olhar para ele, percebia-se imediatamente ser alguém que não apreciava o riso e o humor. O que ele falará, mesmo parecendo absurdo, saíra de dentro dele como a força da verdade.
    O assunto não se alongou muito, quando as perguntas começaram a ficar insistentes, Macacheira levantou o chapéu de palha da cabeça num sinal de quem diz com licença e simplesmente se retirou de perto, embrenhou-se na
    escuridão e a poucos metros de nós, ficou completamente invisível aos nossos olhos curiosos.
    O sinal apareceu. Trabalhamos mais meia hora para fazer o acoplamento correto entre a antena e o rádio. O técnico desceu da torre. Entramos na caminhonete e retornamos para a pousada. No outro dia tínhamos que embarcar num barco e descer o Rio Negro. Nosso assunto dentro da caminhonete, vocês podem imaginar qual foi.

    Continua...

  16. #16

    Padrão Continuação

    ....

    Já era meio dia e eu estava sentado na popa da chalana e ainda tinham na cabeça as frases do sertanejo. A minha muié e a minha fia também fais isso.
    A natureza ali fazia o seu show. Deliciosamente eu olhava o encontro das águas do Rio Negro com o Rio Solimões. Os primeiros quilômetros eu usara para saciar a satisfação de estar ali onde o preto do Negro ladeava o marrom do Solimões, imitando com o verde das matas uma bandeira de três cores. Nos quilômetros seguintes mergulhei na incompreensão. Por que aquelas águas não se misturavam? Por que se mantinham teimosamente separadas? Seus habitats submersos também se comportariam assim? Conseguiriam se camuflar assim como fizera o Macacheira na escuridão da mata? Era a segunda vez que eu encontrava naquela região uma escuridão tão impenetrável. A chalana navegava e os meus pensamentos voavam. Nos últimos quilômetros, eu era pura dúvida. As águas dos rios e a história do Macacheira me deslocavam do centro do meu mundo racional.
    Se elas colocassem recados no perfume das flores, então elas modulavam. Isso é impossível.
    Os dois rios finalmente miscigenavam. A cor e o nome mudavam. Lentamente começávamos a navegar pelas águas poderosas do Rio Amazonas. O maior volume de água doce do mundo. Bebedouro de uma fauna quase infinita, berço de riquezas, mistérios e beleza. Artéria principal do maior pulmão verde do planeta. Símbolo do poder natural.
    Já havíamos navegado alguns quilômetros pelo Amazonas quando me ocorreu que o compreensível e o incompreensível, assim como o negro e o marrom eram elementos essências na existência de tudo e de todos. Por certo na grande selva amazônica existem segredos incompreensíveis para os homens, mas não para todos. Pode ser que a mulher e a filha do Macacheira, seja a demonstração desta verdade que nos é tão difícil aceitar e que realmente consigam colocar recados nos perfumes das flores. Como? Não sei. Quem sabe se em certa noite sem lua, o preto do Negro e da mata, tenham sido o motivo para aquela gente olhar para dentro de si e encontrar luz no único lugar possível naquela escuridão. Alguém me disse uma vez que o coração é o lugar onde mora o impossível.
    Nunca mais vi o encontro das águas, também nunca mais vi o Macacheira nem conheci sua família. Mas sei que nos lagos dos nossos pensamentos, funde-se o que chamamos de sabedoria, onde pessoas diferentes, com falas diferentes, com segredos diferentes, e com diferentes soluções para os mesmos problemas fazem telecomunicação.
    O Amazonas desemboca no mar, mas nós seres humanos, desembocamos uns nos outros e no fundo da mais profunda escuridão existe luz. O resto é assim como a internet, só luzinha piscando.

    Gilvan

    OBS
    Para quem quiser sorver um amargo comigo e discutir os destinos das antenas no planeta, terei o máximo prazer de passar a cuia. Onde? Lá em São Paulo, no evento da Abranet. Cá entre nós, já que ninguém pode ouvir, vou fazer uma fofoca. Não sei por que o Sr Eduardo Parajo presidente da Abranet me lembra Napoleão. Acho que é pelo ar imperial que ele irradia. O Sr. Eduardo faz todo mundo se sentir nobre. Eduardo, obrigado pela parte que me toca, estarei com a água quente te esperando para o primeiro mate.



  17. #17

    Padrão

    Velhote, se tu não tiver ganhando dinheiro fazendo antenas, comece a escrever um livro...

  18. #18

    Padrão O INFERNO SEM DANTE ALIGHIRI

    Um por um ia chegando, eu estava com as minhas antenas bem perto da porta de entrada e cumprimentando o pessoal que chegava. Não estava de cheripá, mas a velha cuia estava na mão esquerda aquecida pelo coração.

    É fato que, quando o gaucho segura a cuia com a mão esquerda, está dizendo que não quer oferecer o amargo. Pensem bem, se eu fosse oferecer para todo mundo, ia faltar água em São Paulo, de tanta gente boa que tinha no evento da Abranet do dia sete deste mês.
    Vi e ouvi todo o acontecimento. Como vocês sabem, sou daqueles tipos de pessoa que vai direto ao assunto. Como não estava falando, estava ouvindo por todos os poros. Eu era uma antena perfeita, sintonizada no canal da voz dos palestrantes.
    É bonito ver alguém conduzir o pensamento de uma platéia, um homem discursando, sempre me lembra o barqueiro Caronte que fazia a travessia do rio na obra Divina Comédia. Quero dizer com isso que quem foi lá, pode estar durante o evento, no paraíso, no purgatório e no inferno. Este é um feito dígno na Abranete que tem como guia o Sr. Eduardo Parajo fazendo o papel de Virgílio.
    PARAÍSO
    Paraíso é o Hotel, a cidade linda de São Paulo, a educação dos participantes, a intelectualidade no cérebro dos atentos. Paraíso é a capacidade daqueles que fazem telecomunicação com redes wireless. Como nos disse Paulo Freire, Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes. Paraíso foram alguns oradores.
    PURGATÓRIO
    Purgatório é a Anatel com seus acordos, com suas licensas, com suas taxas exorbitantes, com suas resoluções de textos prolíxos, com seu partidarismo. Purgatório é tambem o habitat de todos os provedores de internet no Brasil
    INFERNO
    Bem, preparem-se para cairem sentados, inferno eram os fornecedores. Que monte de enroladores. Eu era mais um deles e como se tivéssemos combinado, fizemos a famosa oferta do feirante vendedor de frutas no mercado. Comprem de mim, porque meu produto é bom bonito e barato. Comprem de mim, porque eu sou poderoso, porque eu tenho nome no mercado, porque eu tenho mais condições de financiamento, porque eu sou mais bonito, porque eu sou o filinho da mamãe.
    Que inferno. Só faltou a lança tridente simbolizando a inércia, o movimento e as trevas. Vou colocar a minha opinião sobre este inferno;
    TEM QUE MUDAR NÃO PODE CONTINUAR ASSIM !
    Acho que os fornecedores quando apresentam seus produtos num evento como estes criados pelas associações, deveriam provar o que dizem. Deveriam ter junto com seus produtos ofertados, os instrumentos que provassem o que dizem. Os provedores não estão protegidos pela homologação da Anatel. A Anatel homologa qualquer coisa. Então como saber se uma antena ou um rádio é bom ou ruim antes de comprar? Não concordo que o provedor tenha que comprar e depois testar o produto com os seus clientes. Quem testa é laboratório porque está instrumentado.
    Pensem bem. Se eu pago para expor no evento, eu adquiro o direito de expor como eu quero. E como eu quero? Ora eu quero expor da forma mais barata possivel e que resulte em mais vendas possíveis. Eu não quero ter que provar aquilo que eu digo quando estou vendendo. Ter que provar a qualidade do meu produto acarreta um custo maior que simplesmente pagar o valor que a Associação cobra. xx
    Comprem aqui, pague dois e leve tres, aproveite a grande liquidação do mes.
    Isto está errado. Um evento não é uma feira de verduras e nem de telecomunicação. Um evento deve ter por objetivo enriquecer de conhecimentos os seus associados. Quem está ali não é um cliente, é o seu afiliado, e como bom padrinho, a Associação tem que agir de forma que no final a vantagem tenha sido do seu afiliado.
    Muito tenho dito que entre o fornecedor e o provedor deveria haver um filtro de qualidade que ajudasse o provedor a não comprar gato por lebre. Já falei sobre isso para o Sr. Adelmo Santos que é presidente da Abramult, falei para o Sr. Eduardo Parajo que é presidente da Abranet e falei tambem para o Sr Fabiano Vergani quue é preisente da InternetSul. Vou continuar a botar a minha boca no trambone.
    E se ao invés de o fornecedor pagar em dinheiro pela sua participação no evento, ele fosse obrigado a fazer uma demonstração eletrônica daquilo que ele afirma ser as características do seu produto? Exemplo:
    Estava lá na feira, um fornecedor que possuia uma unidade de rádio com seis antenas ominidirecionais em cima. Como ele faz para que estas antenas não se interfiram? Como ele distribui os canais no espectro de frequência? Ora se ele estivesse com as antenas ligadas num analizador de espectro, ele poderia convencer a todos tecnicamente.
    Havia na feira, caixas bonitas com rádios e antenas embutidas dentro. Como saber se estão bem acopladas? Como saber se a antena não está matando a potencia do rádio? Este fenômeno pode ser demosntrado com um medidor de onda estacionária digital.
    Quem fabrica antena, tem que fabricar com uma figura de ruído menor que a figura de ruído do rádio, Quem diz que a minha antena é assim? Só eu. No entanto, se me fosse exigido, eu poderia provar lá no evento.
    Ísso é ou não é um inferno?
    Coitado de quem esta lendo este texto, era para ser mais curto, mas não me aguentei.
    Continuando, se aos fornecedores fosse cobrado a demostração de qualidade do seu produto, os provedores teriam aulas exelentes de telecomunicação, o nível técnico nascional dos provedores seria esponencializado. Teríamos finalmente um filtro de qualidade entre o fornecedor e provedor.
    Durante o evento, tentei abordar esse assunto. Não pude desenvolve-lo por decisão do presidenteda Abranet que dirigia os debates. No interesse de cumprir o horário, minha palavra foi cassada. Fica para outra vez. Porem para que o inferno não creça, é necessário que o direito de resposta seja respeitado. Numa assembléia, só uma coisa é mais importante que o direito de resposta, que é a QUESTÃO DE ORDEM, como em nenhum momento a ordem foi quebrada, não há justificativa para tirar o direito de resposta em nome do horário. Esto foi um pecado mortal.
    Um forte quebra costelas para rodos, principalmente para o gaudério Eduardo Parajo que conseguiu realizar tão bem o evento.



  19. #19

  20. #20

    Padrão

    É exatamente aí que entra o papel de um forum qualificado.
    É aqui o nosso campo de experiências.
    Quando produtos são lançados, sempre tem quem compra e algumas vêzes vem aqui e relata sua experiencia.
    O forum é o lugar ideal para troca de experiencias. Feiras, só para olhar e pegar endereços. Decisão só depois de uma avaliação no forum.
    É o que penso.