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  1. GALERA, A VELOX MANDA INTERNET A DISTANCIAS ABSURDAS EM 1 PAR UF, QUE EQUIPAMENTO ELA USA ALGUEM SABE? E CHEGA NA CASA DO CLIENTE AI O MOUDEM TRASNFORMA EM UTP 2 PARES NOVAMENTE. OBRIGADO

  2. Dslam...



  3. ADSL é a abreviatura de Asymmetric Digital Subscriber Line.

    O termo ADSL foi criado em 1989 e não se refere a nenhum tipo de linha telefônica, ADSL refere-se ao tipo de tecnologia do modem que converte o sinal padrão do fio de telefone analógico ou digital em um canal digital de alta velocidade.

    Os modems ADSL são chamados assimétricos porque eles transmitem dados em velocidades bem menores do que recebem.

    Os sistemas de transmissão de dados em modo ADSL atingem velocidades altíssimas se comparados aos sistemas de transmissão de dados que existiam há algum tempo.

    O modem com tecnologia ADSL permite transmissões de mais de 6 Mbps, já existem transmissões com 9 Mbps de download para qualquer assinante, e chegando à 640 kbps para upload, essas taxas ampliam a capacidade de acesso existente para um fator de 50 ou mais sem a utilização de um novo cabeamento público.

    ADSL2+
    é um formato de DSL (Digital Subscriber Line), uma tecnologia de comunicação de dados que permite uma transmissão de dados muito mais rápida através de linhas de telefone do que a convencional ADSL.
    Foi concebido em 2005 pelo ITU-T International Telecommunication Union, através do padrão G.992.5, em substituição do padrão G.992.4 (ADSL2).
    Esse padrão expande a capacidade do ADSL básico, em que a transfêrencia de dados pode chegar a velocidade de 24 Megabit por segundo em downstream, e de 1 Megabit por segundo de upstream.

    A ADSL2+ atua em uma frequência de 2MHz (contra o 1 MHz do ADSL atual) em linhas telefônicas.
    Tais velocidade dependem de fatores como a distância entre o DSLAM para o ponto de acesso do cliente, características e qualidade dos equipamentos, instalações e fiações da linha telefônica.
    Para tanto, a infra-estrutura telefônica tem de evoluir junto, porque a ADSL ainda usa as fiações de cobre antigas, algumas até centenárias, que estão nos subterrâneos ou postes das cidades.

    Divisão do sinal e equipamento DSL

    O sistema CAP
    Há dois padrões concorrentes e incompatíveis para a ADSL. O padrão oficial para a ADSL, ANSI (em inglês), é um sistema chamado multitom discreto, ou DMT. De acordo com os fabricantes de equipamentos, a maioria dos equipamentos ADSL instalados hoje usa o DMT. Um padrão anterior e mais facilmente implementado foi o sistema de amplitude/fase sem portador(CAP), usado em muitas das instalações ADSL pioneiras.
    http://static.hsw.com.br/gif/dsl-cap.gif
    O CAP opera por meio da divisão dos sinais na linha telefônica em três bandas distintas: as conversações de voz são transmitidas na banda de 0 a 4 kHz (quilohertz), já que estão todas nos circuitos POTS. O canal para envio de dados (do usuário de volta ao servidor) é transmitido em uma banda entre 25 e 160 kHz. O canal para baixar de dados (do servidor ao usuário) começa em 240 kHz e vai até um ponto que varia dependendo de diversas condições (comprimento da linha, ruído da linha, número de usuários em um comutador particular da companhia telefônica), mas é limitado a um máximo de cerca de 1,5 MHz (megahertz). Esse sistema, com três canais amplamente separados, minimiza a possibilidade de interferência entre os canais em uma linha ou entre os sinais de linhas diferentes.
    O sistema DMT
    O sistema DMT também divide os sinais em canais separados, mas não usa dois canais amplos para enviar ou receber os dados da Internet. Em vez disso, o DMT divide os dados em 247 canais separados, cada um com 4 kHz de largura.

    http://static.hsw.com.br/gif/dsl-dmt.gif
    Uma maneira de pensar sobre isso é imaginar que a companhia telefônica divide sua linha de cobre em 247 linhas diferentes, cada uma com 4 kHz, e então conecta todas a um modem. Você obtém o equivalente a 247 modems conectados a seu computador de uma vez. Cada canal é monitorado e, se a qualidade não for boa, o sinal será desviado para outro canal. Esse sistema constantemente desvia os sinais entre os diferentes canais, buscando os melhores canais para transmissão e recepção. Além disso, alguns dos canais inferiores (aqueles que começam em cerca de 8 kHz) são usados como canais bidirecionais para as informações enviadas e recebidas da Internet. Monitorar e classificar as informações nos canais bidirecionais e manter a qualidade de todos os 247 canais torna o DMT mais complexo de implementar do que o CAP, mas dá maior flexibilidade em linhas de diferentes qualidades.
    Filtros
    O CAP e o DMT são similares do ponto de vista de um usuário de DSL.

    http://static.hsw.com.br/gif/dsl-filter.gif
    Se você tiver ADSL instalado, quase certamente recebeu pequenos filtros para instalar nas tomadas telefônicas usadas para outros fins. Eles são filtros de baixa freqüência: filtros simples que bloqueiam todos os sinais acima de uma determinada freqüência. Como todas as conversações de voz ocorrem abaixo de 4 kHz, os filtros de baixa freqüência são construídos para bloquear qualquer sinal acima de 4 kHz, evitando que os sinais de dados interfiram com as chamadas telefônicas convencionais.
    O ADSL usa dois tipos de equipamentos, um no lado do cliente e outro no provedor de serviços de Internet (ISP), companhia telefônica ou outro provedor de serviços DSL. No lado do cliente há um transceptor DSL, que também pode prover outros serviços. O provedor de serviços DSL tem um multiplexador de acesso DSL (DSLAM) para receber as conexões do cliente.

    http://static.hsw.com.br/gif/dsl-network.gif
    O transceptor
    A maioria dos clientes residenciais chama seu transceptor como um "modem DSL". Os engenheiros na companhia telefônica ou no provedor de internet (ISP) o chamam de ATU-R. Independentemente do nome pelo qual é chamado, ele é o ponto em que os dados do computador ou rede do usuário se conectam com a linha DSL.

    http://static.hsw.com.br/gif/dsl-modem.jpg
    Foto cortesia de Allied Telesyn.
    Modem DSL
    O transceptor pode se conectar ao equipamento do cliente de diversas maneiras, apesar de a maioria das instalações residenciais usar conexões USB ou Ethernet 10 base T. A maioria dos transceptores ADSL vendidos pelos provedores de serviços de Internet e companhias telefônicas tem apenas a função de transmissor/receptor, ao passo que os dispositivos usados por empresas podem combinar roteadores de rede, comutadores (switches) de rede ou outros equipamentos de rede na mesma plataforma.
    O DSLAM
    O DSLAM no provedor de acesso é o equipamento que realmente permite a existência da linha de assinante digital. Um DSLAM faz conexões a partir de diversos clientes e os agrega em uma única conexão de alta capacidade à Internet. Os DSLAMs geralmente são flexíveis e capazes de suportar múltiplos tipos de DSL em uma única central de operação e variedades diferentes de protocolos e modulação (tanto CAP quanto DMT, por exemplo) no mesmo tipo de DSL. Além disso, a DSLAM pode prover funções adicionais, incluindo o roteamento ou a designação de um endereço IP dinâmico aos clientes.
    O DSLAM proporciona uma das principais diferenças entre o serviço ao usuário por meio de ADSL e por modems a cabo. Como os usuários de modem a cabo geralmente compartilham uma malha de rede que corre através de um bairro, em muitas situações a adição de usuários significa uma redução do desempenho. O ADSL fornece uma conexão dedicada a partir de cada usuário até o DSLAM, o que significa que os usuários não verão uma diminuição de desempenho à medida que novos usuários forem acrescentados - isso até que o número total de usuários comece a saturar a única conexão de alta velocidade à internet. Nesse ponto, uma atualização por parte do provedor de serviços pode proporcionar desempenho adicional para todos os usuários conectados ao DSLAM.
    Para informações sobre as taxas de ADSL e a disponibilidade nos Estados Unidos, visite Broadband Reports (em inglês). Esse site pode fornecer informações sobre companhias de serviços ADSL em determinadas áreas, as taxas cobradas e o nível de satisfação dos clientes, assim como uma estimativa de distância de um ponto em relação à central de operação mais próxima.

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