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  1. Área técnica da Anatel quer garantia de 80% na qualidade da banda larga fixa segunda-feira, 25 de julho de 2011, 19h25

    Um dos regulamentos fundamentais que a Anatel deverá votar e que são aguardados pelo governo como complementação às metas colocadas no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) é o regulamento de qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). Ou, na terminologia que está sendo adotada pela Anatel, Regulamento de Gestão de Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ – SCM). O gabinete da conselheira Emília Ribero, relatora da matéria, informa que deve pautar o documento para a reunião do conselho da próxima semana, no dia 4, para que ele seja votado pelo conselho e tenha a consulta pública liberada. É nesse regulamento que ficarão estabelecidos que parâmetros de qualidade mínimos deverão ser seguidos pelas operadoras na oferta da banda larga fixa por meio do serviço de SCM. O ministro das Comunicações, em entrevista exclusiva à revista TELETIME de agosto, que circula a partir da próxima semana, voltou a rebater as críticas de que estariam faltando parâmetros mínimos de qualidade nos termos de compromisso celebrados com as concessionárias de STFC na oferta de banda larga popular. O ministro reiterou que isso estará claro no regulamento a ser editado pela Anatel até o final de outubro, em versão definitiva, e que houve exigência da presidenta Dilma Rousseff específica em relação a esta questão. Segundo o ministro, o governo quer ser exigente nesse ponto.

    Metas duras

    Prevalecendo a proposta técnica elaborada pela Superintendência de Serviços Privados, a que este noticiário teve acesso, as metas de qualidade serão duríssimas. Segundo a proposta da superintendência, durante os períodos de maior tráfego na rede as prestadoras deverão garantir uma velocidade média de no mínimo 80% da velocidade máxima contratada em 95% dos casos, tanto para a velocidade de download quanto de upload. Hoje, as operadoras garantem, por contrato, apenas 10%. Essa velocidade é a medida entre o assinante e o POP (ponto de presença) com conexão nacional e/ou internacional.

    Também no período de maior tráfego, a operadora deve garantir um tempo médio de transmissão de pacotes (latência) de 150 ms (milissegundos) no caso das conexões terrestres e 800 ms em caso de redes satelitais. Esse parâmetro deverá ser constatado em 90% dos casos em nove meses da publicação do regulamento e em 95% dos casos a partir de 18 meses.

    Já o parâmetro de variação do atraso na transmissão sequencial dos pacotes (jitter) deverá ser de no máximo 20 ms, também escalonado em 90% dos casos nos primeiros nove meses do regulamento e depois indo a 95% ao final de 18 meses.

    O índice de perda de pacotes deve ser de 1% ao mês, também escalonado em 90% dos casos nos primeiros nove meses do regulamento e depois indo a 95% dos casos ao fim de 18 meses da publicação do regulamento.

    O parâmetro de ocupação dos links deve ser de no máximo 80% nos períodos de maior tráfego; disponibilidade média mensal de 99% da rede; prazo de instalação de 3 dias úteis em 95% dos casos; reparo em 24 horas em 90% dos casos; além de mais uma série de parâmetros de atendimento. A Anatel também deve manter a verificação dos parâmetros de qualidade percebida por meio de pesquisas.

    Pode mudar

    Segundo apurou este noticiário, o gabinete da conselheira Emília Ribeiro deve propor alterações nos parâmetros indicados pela área técnica. A ideia da conselheira relatora é seguir os parâmetros definidos pelo Comitê Gestor de Internet, que são hoje seguidos nos acordos firmados pela Telebrás e pelos provedores, por exemplo, e que são bem menos agressivos do que os parâmetros propostos pela Superintendência de Serviços Privados da Anatel. Um dado curioso: o ministro Paulo Bernardo deverá ser o representante do ministério das Comunicações no Comitê Gestor, na vaga que ainda era ocupada por Marcelo Bechara, hoje procurador da Anatel.

    Norma 4

    Para a reunião desta semana do conselho diretor da Anatel, que ocorre na quinta, dia 28, a conselheira Emília pautou a nova proposta do Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia. Havia uma grande expectativa no mercado, sobretudo entre provedores de acesso, de que a Anatel pudesse propor a revisão da Norma 4/95, regra que define a relação entre empresas de telecomunicações e o provimento de acesso à Internet. Segundo informações obtidas por este noticiário, a conselheira não proporá, em seu voto, mexer na Norma 4, mas sabe-se que esta é uma vontade de parte dos técnicos da Anatel e o assunto pode ser trazido por outro conselheiro.

  2. Se for isso mesmo, neguinho que comprar link da Telebras a 230,00 vai é quebrar..........

    Citação Postado originalmente por jhfaria Ver Post
    Metas duras

    Prevalecendo a proposta técnica elaborada pela Superintendência de Serviços Privados, a que este noticiário teve acesso, as metas de qualidade serão duríssimas. Segundo a proposta da superintendência, durante os períodos de maior tráfego na rede as prestadoras deverão garantir uma velocidade média de no mínimo 80% da velocidade máxima contratada em 95% dos casos, tanto para a velocidade de download quanto de upload. Hoje, as operadoras garantem, por contrato, apenas 10%. Essa velocidade é a medida entre o assinante e o POP (ponto de presença) com conexão nacional e/ou internacional.



  3. acho que pelo fato de usarmos aparelhos secundarios, nunca conseguiremos 100% pois memo sendo equipamentos de qualidade temos problemas com interferencia, no começo ate conseguimos sair disso porem o spectro esta cada vez mais poluido deixando nossos serviços com qualidade inferior

  4. Olha na verdade é mais facil para um provedor medio e pequeno essa garantia de banda, do que para as grandes teles.

    Nos provedores, podemos trabalhar com sistemas de cache como o Thundercache, e ir subindo nossos link gradativamente.
    As grandes Teles, possuem em muitas cidades equipamentos que estão se tornando antigos e mesmo assim os mantem ou colocam em cidades menores, nossas estruturas são pequenas e mais malheaveis de facil substituição.

    Mas no momento com a alta que será a demanda por conexão devido a planos a partir de R$15,00, com velocidades baixas, os Aps se tornarão instaveis devido a grande quantidade de requisições.

    Provedores que forem trabalhar com WI-FIi e PBNL devem rever seus transmissores, pois terao a capacidade de seus APs no limite.

    Usem mais que 1 torre na cidade e divida a carga em torno de 40 clientes por cartao, isso ainda pode ser muito.
    Só é possivel garantir banda se seu equipamento de torre tiver a capacidade.

    Att

    Edmar



  5. Citação Postado originalmente por ricromero Ver Post
    Se for isso mesmo, neguinho que comprar link da Telebras a 230,00 vai é quebrar..........
    é aquilo que venho dizendo desde o início.
    Este pessoal quer nos vender link dedicado por 230,00 e quer que nós vendamos "quase dedicado" por 35,00.
    Eu já tentei simular muitas situações e sempre fica sem fechar as contas.
    É prejú direto se tiver que cumprir o que eles irão exigir.

    Gostei daquela planilha que me mandou. Posta ela aí para o pessoal fazer as simulações e se convencerem






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