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  1. Olá pessoal, bom dia!

    Voltando ao under depois de um tempo encontrei tudo mudado ''novamente'' e estou em dúvida se estou postando no lugar certo !

    Mas vamos ao assunto:

    Alguém sabe informar se as portas SFP da cloudcore 1036 podem ser utilizadas como OLT ? Por que se puder será excepcional para a implantação de fibra em qualquer rede.

    Outra dúvida é se a RB 260GS já foi utilizada por alguém como ONU/ONT, e se sim qual adaptador Gbic foi utilizado ?

    Algum ''guru'' aqui sabe das intenções da Mikrotik nesse sentido ?

    Alguém que já esteja fibrando e usando FTTx que solução usou ? O que achou mais barato ?


    Penso que se for possível usar as portas SFP como OLT (cloudcore/cloudswitch) ficaria mais barato o projeto, teríamos total controle da rede usando S.O Mikrotik, se existisse alguma intenção no sentido de GPON/GEPON por parte da Mikrotik ao menos haveria esperança de hardware acessível nesse segmento (atualmente).

    A questão da fibra é que precisamos para ontem, outra questão é que a industria sabe que precisamos e os preços continuam altos (apesar de já ter baixado) para diversos projetos pequenos. Colocar uma ONT no cliente (com wireless) que custa R$ 380.00 não vejo como um bons olhos, ou usar um conversor de mídia na casa do cliente onde esse conversor custa em média R$ 250,00 também não vejo com bons olhos. Estou pensando em usar o projeto hibrido, ou seja, fibra até as ONU (nos postes) e cabo UTP descendo para casa do cliente, qualquer cliente que queira fibra até dentro de sua casa, e para satisfazer o seu ego ai sim usaria FTTH/ONT mas o cliente teria que arcar com os custos. Que acham ?

  2. amigo infelizmente ainda não ....

    "AINDA"

    de uma olhada neste topico

    http://forum.mikrotik.com/viewtopic.php?f=3&t=66910

  3. Sim, vi o tópico que você postou o link, e ao menos no fórum da Mikrotik existe já uma cobrança aos desenvolvedores quanto a isso, e isso é muito bom.

    Nos testes vi que alguém comprou os módulos (SFP OLT) e o (SFP ONU), o módulo ONU até que deu Uplink, porém o OLT NADA

    Observei também o comentário do rapaz que comprou os Gbic para fazer os testes que ele percebeu que o módulo (OLT) não apresenta nada nas taxas de transferência, porém os modulos (ONT) sim, talvez realmente porque Gpon tem taxas de 2.5Gb/1.25Gb mas a RouterBoard tem apenas taxa de 1,25 Gb eu acho.

    De qualquer forma seria interessante começar a tocar nesse assunto e solicitar a Mikrotik alguma posição. Se eu usar uma OLT em bridge eu consigo gerenciar os pppoe pelo Mikrotik sem problemas, então por que o Mikrotik não ser já OLT.

    Acho que no caso das cloudcore existe hardware para essa implementação, não sei se é questão de patentes ou coisa do tipo, mas já deveríamos ter não acham ?

    Quanto vocês conseguem comprar um Gbic (ONU) Gpon aqui no Brasil ?



  4. Citação Postado originalmente por Roberto21 Ver Post
    Olá pessoal, bom dia!

    Voltando ao under depois de um tempo encontrei tudo mudado ''novamente'' e estou em dúvida se estou postando no lugar certo !

    Mas vamos ao assunto:

    Alguém sabe informar se as portas SFP da cloudcore 1036 podem ser utilizadas como OLT ? Por que se puder será excepcional para a implantação de fibra em qualquer rede.

    Outra dúvida é se a RB 260GS já foi utilizada por alguém como ONU/ONT, e se sim qual adaptador Gbic foi utilizado ?

    Algum ''guru'' aqui sabe das intenções da Mikrotik nesse sentido ?

    Alguém que já esteja fibrando e usando FTTx que solução usou ? O que achou mais barato ?


    Penso que se for possível usar as portas SFP como OLT (cloudcore/cloudswitch) ficaria mais barato o projeto, teríamos total controle da rede usando S.O Mikrotik, se existisse alguma intenção no sentido de GPON/GEPON por parte da Mikrotik ao menos haveria esperança de hardware acessível nesse segmento (atualmente).

    A questão da fibra é que precisamos para ontem, outra questão é que a industria sabe que precisamos e os preços continuam altos (apesar de já ter baixado) para diversos projetos pequenos. Colocar uma ONT no cliente (com wireless) que custa R$ 380.00 não vejo como um bons olhos, ou usar um conversor de mídia na casa do cliente onde esse conversor custa em média R$ 250,00 também não vejo com bons olhos. Estou pensando em usar o projeto hibrido, ou seja, fibra até as ONU (nos postes) e cabo UTP descendo para casa do cliente, qualquer cliente que queira fibra até dentro de sua casa, e para satisfazer o seu ego ai sim usaria FTTH/ONT mas o cliente teria que arcar com os custos. Que acham ?
    Infelizmente ainda não é possível fazer isso. Mas acredito que será uma tendencia da Mikrotik.

    Hoje em nossa rede estamos utilizando PARKS. Não é uma solução barata.... mas é muito estável, é algo muito profissional.

    Em redes onde o "ticket médio" não é tão alto, a solução híbrida é a mais viável.

    O que tem me causado verdadeiro pavor é a cara de pau de alguns provedores, alguns estão lançando fibra sem projeto nem nada!!!!!!
    Minha rede é 100% homologada e projeto aprovado na concessionária de energia, pagando caro por cada poste.

    Quando resolvi entrar no ramo de Fibra foi para fugir dos "gatonet", mas os mesmos estão sendo cara-de-pau e lançando fibra também.

  5. Citação Postado originalmente por ijr Ver Post
    Infelizmente ainda não é possível fazer isso. Mas acredito que será uma tendencia da Mikrotik.

    Hoje em nossa rede estamos utilizando PARKS. Não é uma solução barata.... mas é muito estável, é algo muito profissional.

    Em redes onde o "ticket médio" não é tão alto, a solução híbrida é a mais viável.

    O que tem me causado verdadeiro pavor é a cara de pau de alguns provedores, alguns estão lançando fibra sem projeto nem nada!!!!!!
    Minha rede é 100% homologada e projeto aprovado na concessionária de energia, pagando caro por cada poste.

    Quando resolvi entrar no ramo de Fibra foi para fugir dos "gatonet", mas os mesmos estão sendo cara-de-pau e lançando fibra também.

    relaxa que isso vai acontecer pelo resto da sua vida e da minha
    so uma coisa as operadoras também não fazem projeto de tudo
    acobteceu um caso em Sorocaba que a cpfl só descobriu que a net estava fazendo sem projeto pois o poste quebrou e um técnico da net morreu aí foram culpar a cpfl pelo poste e viram que aquele cabo da net não tinha projeto

  6. Olá Roberto21

    É um prazer reve-lo aqui. Sim algumas coisa mudaram no layout do portal. Havia muitas categorias e muita gente postando fora do local apropriado.
    Daí o Marcus mudou para poucas categorias. O seu tópico está no local certo. "Redes".

    O que vai diferenciar muito é como cada usuário usar tags para marcar seus assuntos de interesse. Infelizmente alguns ainda não estão entendo bem as tags e tem colocado tag muito abrangentes.
    E a ferramenta de buscas também vai ajudar a encontrar o material certo.

    Nós também temos pesquisado muito sobre o cabeamento e nosso pensamento é igual ao seu. Fica inviável lançar 100% de fibra.
    Vejo comentários que a fibra já caiu de preço e não se justifica mais UTP. Mas a verdade é que caiu só o preço do metro de fibra.
    Tudo o mais que gira em torno da fibra ainda é muito caro para o provedor mediano.

    Você já viu a solução da Fitnetworks com ONU no poste e dai para frente UTP? É exatamente o que você gostaria de fazer.

    A CCN e Volt também tem algo parecido, mas não igual.
    E todos admitem que dá para utilizar um conversor no lugar de uma ONU no poste.

    Então pensei, se usar um conversor no servidor mikrotik e conversores nos postes, o resultado financeiro disso poderia ser muito mais baixo.
    Problema que não temos experiência em fibra, só o que lemos de experiência de outros. E nunca li nada sobre este uso com conversores. Só vejo aplicações com conversores em ponto a ponto.

    Mesmo os fabricantes, apesar de citarem a possibilidade não dizem muita coisa sobre os resultados obtidos, se é que obtiveram.

    A impressão que tenho é que que lançam produtos com testes feitos em laboratório, dentro de salinhas pequenas. Não seria o caso de um fabricante bancar uma implantação modelo de cada possibilidade? Este sim seria um verdadeiro laboratório. Daria até para fazer uma implantação experimental com opção de compra pelo provedor, depois de aprovada por alguns meses.
    Mas parece que isso não está nos planos de nenhum investidor da área.

    é por isso que faz cerca de dois anos que estamos naquela velha máxima: "Vou aguardar o último lançamento..". hehehe!!!



  7. Amigo apesar de não ter entendido o que você quis dizer com usar conversores nos postes e no mikrotik isso de despertou muita curiosidade,
    pois no meu entendimento pra cada conversor tenho que passar uma fibra
    ou seja em um bairro com 50 postes por ex que é um bairro minúsculo eu teria que passar 50 fibras e teria que ter 50 conversores no provedor o que inviabilizaria tudo financeiramente falando fora a bagunça que ficaria de fibras e conversores no provedor, e em fftx que é o projeto da FIT é uma OLT no provedor e um PAC-Pon no poste.

  8. Citação Postado originalmente por marcosddc Ver Post
    Amigo apesar de não ter entendido o que você quis dizer com usar conversores nos postes e no mikrotik isso de despertou muita curiosidade,
    pois no meu entendimento pra cada conversor tenho que passar uma fibra
    ou seja em um bairro com 50 postes por ex que é um bairro minúsculo eu teria que passar 50 fibras e teria que ter 50 conversores no provedor o que inviabilizaria tudo financeiramente falando fora a bagunça que ficaria de fibras e conversores no provedor, e em fftx que é o projeto da FIT é uma OLT no provedor e um PAC-Pon no poste.
    Olá marcosddc, eu também não entendo bem como isso é possível, por isso que disse que só vi relatos de ponto a ponto com conversores.
    Mas os fabricantes dizem que é possível.
    Vamos trocando detalhes que daqui a pouco aparece alguém que tenha mais conhecimento com conversores para tirar nossa dúvida.
    No caso de ter uma olt na central, esta OLT é que vai gerenciar cada ONU. Como cada porta OLT gerencia 64 ONUs então teoricamente daria para colocar 64 ONUs que por sua vez derivariam para o pacpon de 8 portas ou 512 usuários. E se colocar mais um em cascata a capacidade vai aumentando.

    A nossa dúvida é se é possível colocar um conversor no lugar da ONU e também um conversor na saida da RB na central emulando uma OLT.
    Porque isso? Com o uso de uma OLT da base, não elimina a necessidade de um serv
    Acho que foi isso que o Roberto21 também gostaria de saber.

    Com o uso de uma OLT na base não elimina a necessidade de um servidor.
    Se for possível numa RB com saida para fibra, eliminar a OLT seria um ganho astronômico no projeto financeiro da rede.

  9. onde você viu esse relato de fabricante dizendo que dava ?

    pra tirar da duvida amanha mesmo vou fazer um teste vou ligar 1 conversor e splitar pra 2
    sinceramente estou duvidando que isso funcione mais tentar ....rs



  10. Olá pessoal, boa noite!

    Obrigado elas boas vindas (retorno) Rss... Mas atualmente volto ao forum para debater e encontrar soluções para fibra, por que elas JÁ EXISTEM porém alguns revendedores APROVEITANDO-SE da falta de conhecimento técnico no assunto estão vendendo hardwares por um preço absurdo e lucrando muito, alguns chegam até a vender ''kit's start'' por mais de 25 mil Reais onde com um pouco de conhecimento técnico e comprando no lugar certo esse custo não chegaria nem aos 6 mil Reais.

    Quanto a pergunta do Marcos é o seguinte:

    Marcos Vou tentar resumir aqui para que você entenda o FTTx, de uma forma básica que pode abrir a mente de muitos, olha só:

    A fibra saindo de seu servidor ela precisa de uma porta PON (diga-se) OLT, o Mikrotik não dispõe desse recurso, apesar de ter 4 portas SFP e já vender no mercado adaptador Gbic Gpon/OLT, mas ao espetar na porta SFP não funciona, me parece que é por que Gpon trabalha com 2.5G de down, e 1.25 de Up, e as portas SFP com apenas 1G...(ou algo assim).

    Então precisaríamos de uma OLT dela sai a fibra para os postes, e cada OLT (vou citar nesse exemplo suporta 128 (ONU) por porta.

    (Entenda ONU como equipamento no poste que converte fibra para UTP).

    Sendo assim usando como exemplo a RB260GS onde ela tem uma entrada SFP e pode ser adicionado um adaptador Gbic/ONU esse switch passaria a funcionar como ONU/ONT, entenda como disse antes ONU como equipamento no poste, e ONT como esse mesmo equipamento na casa do cliente, ou seja, ao invés de usarmos o conversor no poste usaríamos dentro da casa do cliente, então a nomenclatura para esse caso mesmo sendo o mesmo equipamento é ONT.

    Dá uma gravada nesses termos aqui que vai te ajudar muito:

    Significados:
    FTTX = Abreviação em inglês de Fibra até a sua casa, prédio ou comercio.
    FTTH = Abreviação em inglês de Fibra até a sua casa – Fiber To The Home.
    FTTB = Abreviação em inglês de Fibra até a seu prédio – Fiber To The Building.
    GE-PON = Abreviação em inglês de Rede Local Gigabit Baseada em Redes Ópticas Externas Passivas – Gigabit Ethernet Passive Óptical Network.

    Então entenda que cada ONU (como estou usando a Rb 260GS para o exemplo tem uma porta SFP mas tem 5 portas Glan, então nesse caso a OLT identifica uma ONU e nessa ONU você poderia pendurar 5 clientes, então se sua ONU fosse com uma entrada e 20 saídas você poderia pendurar 20 clientes e a OLT só enxergaria a ONU, ou seja 1 item usado dos 128 que ela permite, então teria 20 clientes e a OLT repassaria os Mac´s para o mikrotik sem problema algum, então O QUE TE LIMITA EM UMA ONU É A QUANTIDADE DE BANDA PASSANTE, ou seja 2.5G de down, e 1.25G de up, com esse exemplo e se você entendeu você já deve perceber que o lance das 50 fibras não é necessário.

    Pode-se ainda usar switch's em cascata, aumentando ainda mais a quantidade de clientes em uma ONU, percebe-se assim, que 128 ONU que a OLT suporta é coisa demais não é mesmo ?

    Dessa forma você pode usar uma (FO) do cabo, (FO= fibra ótica) para alimentar um bairro inteiro, da seguinte forma, usaria um splitter passivo em cada ONU, ou seja, a entrada da fibra é colocado um splitter de 1X2, é um divisor ótico de um pra dois, um alimentaria a ONU e o outro continuaria iluminando a fibra compreendeu ? A alimentação da ONU pode ser feita com POE reverso vindo da casa do cliente, se todos os clientes desligarem os pc's e a ONU desligar não haverá problemas para o resto da rede, por que a fibra continuará sendo iluminada pelo splitter passivo de 1x2 compreendeu ?

    Espero que tenha aberto os olhos de muitos com esse relato, e se tiverem dúvidas ainda com respeito a ONU/ONT, se eu puder ajudar como sempre estarei aqui para compartilhar e não para adicionar mais dúvidas aos colegas...

    Observem a imagem do link abaixo e facilitará a compreenção:

    http://fastwireless.com.br/wp-conten...ogia-gepon.jpg

  11. Citação Postado originalmente por marcosddc Ver Post
    onde você viu esse relato de fabricante dizendo que dava ?

    pra tirar da duvida amanha mesmo vou fazer um teste vou ligar 1 conversor e splitar pra 2
    sinceramente estou duvidando que isso funcione mais tentar ....rs
    No material de divulgação da CCN eu tenho certeza e no da Volt me parece que também. No da Fit não porque o pacpon já é uma ONU.

    Roberto, você conseguiu sintetizar muito bem as possibilidades. Tenho notado uma tendência dos pequenos preferirem uma rede mista como você descreveu.
    No caso dos equipamentos CCN e Volt, não sei se os dois, mas um deles me informou que a fonte no cliente é de 55V DC. Com isto ficaria garantido pelo menos um cascateamento com UPT e POE reverso.
    E daí eu fiquei achando que isso seria pouco, pois se a ideia é ter uma fibra tronco e ramais saindo para as laterais, um só cascateamento seria pouco.
    Mas se for possível utilizar outros equipamentos como o da Terópode ( que já está homologado) não ficaríamos preso a limitação de cascateamento.
    http://www.teropode.com

  12. Olá, boa noite!!

    Não, não acho legal essas soluções, elas encarecem e tomam espaço dentro das caixas.

    Você pode usar POE comum da fag ou da volt, aqueles de 12 a 24 V (que vem nas antenas), e usá-los em paralelo, alimentando o switch/ONU a partir do cliente, dificilmente o cabo UTP que sai do poste terá metragem o suficiente para haver grandes perdas, e esses aparelhos podem ser alimentados com POE de 12 a 18V sem problemas.

    A alimentação do aparelho tem que ser bolada por você, tipo identifique os fios que vem do POE com alimentação (geralmente são 4) (dois em paralelo) e separe eles ligando ao mesmo ponto, você não terá problema com a voltagem, que permanecerá a mesma, o que vai subir é a amperagem, porém o aparelho só usa da amperagem o que ele consome, ou seja, se tiver um aparelho que consuma 1Amp e tiver uma fonte de 1000 Amp ele continuará consumindo 1 Amp.

    Dessa forma poderíamos usar qualquer ONU com o POE reverso, e alimentada pelos clientes, compreendeu ?

    A grande vantagem da fibra é que o provedor não precisa se preocupar com a alimentação elétrica das ONU/switch, por que como disse antes, mesmo se todos clientes desligarem, ou se faltar energia em grande parte do bairro a outra parte continuará recebendo dados, por que o splitter passivo continuará iluminando a fibra, independente se as ONU's estão ligadas ou não.

    Você pode ter um ponto que o splitter dividirá a fibra de um para 4 por exemplo, dividindo a fibra e atendendo uma maior área, perceba que nesse cenário mesmo não sendo o ideal poderia ser usada a fibra FTTH, ou seja uma só FO no cabo, que é aquela fibra mais barata que na Furukawa por exemplo custa R$ 0.90 o metro. (isso é só um exemplo)



  13. Aqui em minas, a prefeitura de BH queria proibir a telbrax de passar um cabo interligando duas unidades, sabe o que eles fizeram, furaram o chão, mais de um 200 sem cortar o asfalto, quando a prefeitura chegou já havia passado a fibra. E alegaram que so estava dando manutenção.

  14. Roberto, esta questão do POE Reverso, é uma característica do equipamento?
    Se tiver 8 portas, todas poderão receber energia e não sobrecarregar o equipamento?
    Ou seja, todas as portas poderão receber alimentação do cliente?

    Sabe de algum SW que tenha este recurso?

    No caso do equipamento da Fit o custo ainda é alto, cerca de R$ 550,00.

    E aquele que citei da Terópode, na verdade é um SW com POE reverso.
    Não daria para fazer um ramal saindo da ONU e continuando com o terópode e ele alimentando a ONU?
    Um terópode custa R$ 150,00 e a fonte para clientes 60,00. Só que não precisa uma fonte em cada cliente. Uma fonte alimenta vários SW.

  15. Agora respondendo ao AMIGO 1929, que por falha de minha mente esqueci o seu nome, perdão

    Olha só, o equipamento pode ter só uma porta POE ou até não ter porta POE alguma, só precisamos conectar todas as fontes que vem da casa dos clientes (POE reverso) em paralelo.

    Regrinha básica, fontes em paralelo (a tensão se mantém a mesma) e dobra a amperagem, para facilitar deveríamos usar todas as fontes com a mesma tensão, eu sugeriria 18V para todas.

    Imagine que temos 10 fontes de 18V de 1 AMP cada uma, então se ligarmos a saída DC, ou seja (os 18V) todos em paralelo teríamos os mesmos 18V mas teríamos 10 AMP de corrente compreendeu ?

    Como disse antes, o aparelho só consome da amperagem o que está no projeto dele, então se um aparelho consome 1 AMP e a fonte é de 10 AMP ele continuará consumindo 1 AMP, dessa forma não teríamos problema quanto a isso.



  16. Carlos, Roberto

    Sim eu entendi a questão da ligação em paralelo.
    Não seria mais ou menos isso que a placa da CCN faz?

    Para fazer em casa algo do tipo, fico imaginando como proceder, pois a energia vai vir pelo cabo UTP de cada cliente. Este cabo vai conectar a cada porta do SW para transferir dados. Mas e a energia, teria que ser retirada antes dessa porta e feito as ligações em paralelo e daí então alimentar o SW?

    Estes SW da Intelbrás que são 12 V , aguentariam por exemplo até os 18V?
    Não seria mais fácil um SW com todas as portas POE?

  17. Olá Carlos, boa tarde!

    Olha, eu vim da eletrônica, e já abri um desses switch Vlan da intelbras e o capacitor de entrada é de 25V, eu uso em duas ruas que tem em média 200 metros cada uma switchs intelbras alimentados com fontes de note de 19V - 6A, e roda de boa a mais de uma ano, na época fiz isso para testes, deu tão certo que está lá até hoje. Uma rua tem 5 switch's e a outra tem 6.

    Quanto ao cabo UTP voltando do cliente com a tensão DC do POE você tem que excluir do plugue RJ 45 os fios que trazem essa tensão, só crimpando os fios de dados no plugue, dessa forma os fios com a tensão vão estar separados, e ai você os liga em paralelo e em seguida no hardware, seja ele switch ou ONU.

    Essa separação deve ser feita cortando a capa do fio de uma forma mais longa, tipo de 15 a 20CM, separando os fios de alimentação e ai sim, cortando com alicate de corte os fios que vão ser crimpados do tamanho adequado ao plugue RJ 45.

  18. @Roberto21 só não esqueça de fazer um circuito com diodos para não haver "realimentação" nas fontes que estarão em paralelo. Ligação em paralelo soma as correntes, e por isso tem que cuidar essa questão do "retorno" de corrente para não fritar o circuito de saída da fonte.

    Lembra que a maioria dessas fontes genéricas de 12v 1A usam diodos em ponte para retificação? Não dá pra jogar muita corrente no circuito para não romper a barreira dos diodos. Geralmente eles abrem, mas já vi diodo entrar em curto (principalmente da série 1N). Se gerar um curto você joga AC do trafo direto no circuito do switch, e nas outras fontes. Não deve ser uma coisa muito bonita de se ver. (:



  19. Em parte , e só uma pequena parte você está correto, colocar diodos pode até ajudar, mas só estará duplicando, por que a saída da fonte ''chaveada'' tem um diodo para retificação e que lógico só comuta em um sentido, e não é da linha 1N como você se refere.

    Diodos de retificação em fontes chaveadas tem que ser diodos de frequência, caso que a linha 1N 4001-4007 não se encaixam, se usar eles torram mesmo, e outra em caso de curto no secundário de uma fonte chaveada não há problemas maiores para a fonte, o fotoacoplador que determina o ciclo ativo do circuito primário (nessas pequenas fontes usam um CI) desativa a fonte como proteção, essa é a diferença de uma fonte chaveada para fontes com trafos.

    Agora o outro lado pode sofrer realmente em caso de curto, ou seja, os hardwares alimentados, caso não tenham proteção de entrada, mas a maioria hoje tem, no minimo um diodo zener para quando a tensão ultrapassar o máximo permitido, e ai que o seu diodo entraria, caso o curto de um não passar para o outro, mas ai recomendo um outro diodo de comutação rápida (=diodo de frequência).

    Próxima aula em 10 minutos Abração.

  20. Gostei da aula @Roberto21 legal mesmo. De qualquer forma, é interessante ligar um diodo de 5A, série 50SQ100, SB360 (até um exagero), em série no positivo da fonte. Cada entrada de tensão no switch com um diodo, e todos os catodos juntos alimentando o circuito. Seja por curto ou por realimentação, o diodo vai impedir recirculação de corrente entre as fontes. Melhor prevenir do que remediar, não acha? Até porque, a fonte até pode ter um diodo comutando apenas em um sentido, mas acredito que não suportando uma corrente mais alta do que o especificado para a carga da fonte.

    Um abraço.






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