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  1. Preciso resolver uma dúvida: Qual a relação de largura de canal X nº de clientes simultâneos X banda cliente?
    Tomando por base uma nanostatiom M5 quantos clientes simultâneos poderia atender com planos de 1Mb.
    Modulando com 5Mhz?
    Modulando com 10Mhz?
    Modulando com 20Mhz?
    Sabendo que teoricamente em 5Mhz sofreríamos menos interferência e teríamos mais penetração.
    JMayer

  2. Citação Postado originalmente por eaglesoft Ver Post
    acompanhando
    la em cima tem escrito Ferramentas do Topico > acompanhar topico. so uma dica



  3. Citação Postado originalmente por jmayer Ver Post
    Preciso resolver uma dúvida: Qual a relação de largura de canal X nº de clientes simultâneos X banda cliente?
    Tomando por base uma nanostatiom M5 quantos clientes simultâneos poderia atender com planos de 1Mb.
    Modulando com 5Mhz?
    Modulando com 10Mhz?
    Modulando com 20Mhz?
    Sabendo que teoricamente em 5Mhz sofreríamos menos interferência e teríamos mais penetração.
    JMayer
    Vamos la, ja tive essas mesmas duvidas e após varias pesquisas e estudos na area cheguei a seguinte conclusão:

    a relação entre largura de canal esta mais relacionada com a taxa de transmissão do que numero de clientes simultâneos , vou te explicar o porque, claro que para vc entender vai ter que ter um bom entendimento já em telecom eletrônica elétrica redes etc

    Primeiro vc tem que entender esses conceitos:

    Banda passante de um sinal é o conjunto de frequências que compõem esse sinal, já a Largura de banda de um sinal é o tamanho de sua banda passante, que é a diferença entre a maior e a menor frequência desse sinal.

    Largura de banda de um meio físico (Bandwidth) - É a capacidade de um canal ou equipamento, medida em milhares (kbps) ou milhões de bits por segundo (Mbps). Largura de banda não é uma medida de velocidade, mas a diferença entre as frequências máxima e mínima na qual um canal/equipamento pode operar.
    Sempre que a largura de banda de um meio físico for maior ou igual à largura de banda de um determinado sinal, esse meio poderá ser utilizado para transmitir esse sinal. Na prática, a banda passante necessária para um sinal é em geral bem menor do que a banda passante dos meios físicos disponíveis.

    Para tentar esclarecer um pouco mais, vamos citar um exemplo.
    Em sistemas que usam cabos categoria 3, vistos na nossa aula 2, os parâmetros elétricos são avaliados até 16 Mhz, dessa forma o meio físico é capaz de preservar o sinal dentro da faixa de frequência que vai de (0 a 16 Mhz). A especificação Ethernet 10 base T prevê o uso do sistema UTP cat.3 por entender que esse é capaz de preservar o sinal que terá largura de banda de 10 Mhz, portanto, menor do que a largura de banda do meio físico, fato que o torna capaz de transmitir esse sinal.

    Esquemas de codificação digital são dispositivos que conseguem compactar os bits de dados que estão sendo transmitidos em faixas de frequência. Em alguns padrões, a relação é de um para um, como é o caso da Ethernet 10 base T, onde um Megabit de dados é compactado em uma faixa de um Megahertz de frequência, mas isso não ocorre para todos os padrões. Alguns padrões, como é o caso do TP-PMD (FDDI2 em cobre), em que o esquema de codificação utilizado é o MLT-3, a largura de banda é ¼ da taxa de bits. Assim, apesar da taxa de dados do TP-PMD ser 125 Mbps (100 Mbps de dados mais 25 Mbps de controle de bits), a largura de banda é ¼ disso, ou seja, 31.25 Mhz.

    Taxa de transmissão - é a quantidade de dados (bits) que um padrão é capaz de transmitir. Para que isso seja possível quando se especifica um padrão, é escolhido o meio físico, a banda passante do sinal, a largura de banda que esse meio físico tem que preservar o sinal e o esquema de codificação que será adotado.

    Matematicamente, a taxa de transmissão é dada da seguinte forma:
    Taxa de Transmissão = (Banda passante) x (Mbits por Mhz da banda), sendo que a Taxa de transmissão é dada em Mbps, (Banda Passante) em MHz e (Mbits por Mhz da banda) é o esquema de codificação, visto anteriormente.

    Assim, pela relação que vemos acima, temos duas formas de aumentar a taxa de transmissão:
    a - aumentando a banda de frequências (passante);
    b - melhorando a eficiência de codificação (mais bits na mesma largura de faixa).

  4. Não dá pra fazer essa conta porque quem tem canal de 5MHz é B, 10 e 20MHz são modos A e G, enquanto N tem canais de 20 e 40MHz.
    (Existe coisa fora do padrão sim, tipo G com canal de 40MHz, mas isso é GAMBIARRA também chamada de "padrão proprietário")

    Um canal de 20MHz em modo G ou A terá cerca de 50 portadoras, enquanto em modo N (Seja 2,4 ou 5GHz) esse mesmo canal de 20MHz terá 20 portadoras a mais. Isso muda muito a banda passante, e o desempenho por conexão em PtMP.


    Usar modo N com canal de 20MHz com MCS1 (13Mbps) usa muitas portadoras (Modo B em 11M usa só 1, TEORICAMENTE troughput similar), mas ela usa menos bits por chip, só 1 ou 2, conta acho que 8 em MCS7 (65M). Na prática o populamento/povoamento das portadoras é feito com poucos dados, se comprimir tudo dá no mesmo que uma única portadorona de 13Mbps. Mas modo N tem vantagens de processamento contra modo B, de modo que em 11M no modo B a 5MHz você consegue no máximo 4Mbps (com 1, 2 ou 10 conexões, desde que decentes) e no MCS1 de 13M no modo N você consegue 10Mbps (Seja 1, 2 ou 10 conexões).

    Com 5 MHz você cai em modo B, uma portadora larga. Qualquer hardware com modo B suporte. Tem modo G de 5MHz, praticamente só MK e uns 4 roteadores do mercado suportam.
    Com 10MHz você cai numa gambiarra de modo G, se você colocar nesse modo não é qualquer aparelho que terá a realocação de banda pra achar isso.

    Com 20MHz você está oficialmente no modo G ou N, qualquer aparelho achará.

    Realocação de banda pra usar G com 5 ou 10MHz não é tão comum, UBNT e MK tem isso, mas hardware pra cliente não (Hardware pra cliente de ISP sim, tipo Krazer, Firemax, APRouter, etc). E... modo G a 5 ou 10MHz não tem vantagens, só a não-sobresposição sobre os canais vizinhos (Que só é problema pra quem tem meia duzia de antenas G numa torre).

    Com hardware de hoje a sobreposição não é problema serio, dá pra usar canal proximo em N sem ter perda seria de desempenho. Então... modo G com gambiarra de 5 ou 10MHz não tem mais motivo pra ser usada, usar G a 5MHz resulta em datarate de 6,5M, na prática deve dar troughput tipo 3Mbps, melhor que modo B no datarate de 5,5M, mas pior que modo B a 11M. E MUITO pior que MCS0 com datarate de 6,5M (Que apesar de canal mais largo (20MHz) tem portadoras com menor trafego, mesmas perdas que se fosse um canal estreito).



  5. Sabemos que, quanto maior a banda passante de
    um meio físico, maior o número de harmônicos que
    podem ser recuperados na conversão A/D. Pergunta-se...
    Qual a Banda Passante mínima para que um sinal
    digital, convertido para analógico (D/A), com taxa de
    transmissão X seja recuperado (A/D) sem sofrer
    alterações que comprometam a recuperação deste?






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