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  1. Olá Pessoal gostaria de saber se alguém sabe como eu acerto o mcs do mikrotik para que ele mantenha o CCQ mais proximo de -100% mantendo o radio com o sinal dentro do envelope determinado pelo radio???

  2. MCS 0



  3. mas... desculpe minha ignorancia rsrs. mas o que é precosi mara habilitar esta função?

  4. normalmente no radio do cliente.



  5. Entendo que se esta usando 802.11n , ele vai se ajustar automaticamente para obter o maior CCQ. Se trabalhar com a menor banda oferecida (alguns permitem 5mHz) com certeza estará na melhor condição para obter maior CCQ possivel. Será que estou equivocado?

  6. se os 2 forem mikrotik tem sim



  7. Mais qual o motivo de sair ajustando o MSC para obter melhor CCQ se o equipamento faz isso automaticamente da forma mais conveniente?

  8. O problema não é cair em MCS0 se deixar no modo auto, se cair no MCS0 é porque o sinal está ruim. O problema é subir pra MCS5 ou 6 mas o troughput ficar ridículo.

    Isso não ocorre só em modo N, você consegue conexão a 54M em G com sinal -65, mas vai ter troughput digamos 2Mbps, se baixar pra 18M no datarate a sensibilidade melhora, o nº de bits por simbolo diminui e tem menos perdas nas sub-portadoras, e o troughput sobe de 2 pra 12Mbps (Baixando o datarate, mudança que altera potencia e sensibilidade).

    Se vai trafegar 2Mbps, pra quem usar MCS7? Esse MCS vai usar sempre todos os bits do simbolo, com muitos bits por simbolo a sensibilidade do hardware cai muuuuuuito (Vide ficha técnica dos aparelhos, a sensibilidade em MCS5 a 7 é péssima comparada em MCS0 ou 1), e o hardware e o software tem que processar todos os bits do simbolo pra "obter" os míseros 2Mbps. Porque não usar MCS0 nesse caso? Vai ter sensibilidade ótima, vai ter potencia maior, vai ter tempo de processamento menor, portanto as perdas de pacotes serão menores.

    Eu testei MCS3 na torre, e nos clientes livre de MCS0 a 3, mas hoje penso em fixar nos cliente em MCS0. Porque? Porque em MCS0 cabe perfeitamente o upload do cliente e as respostas dos pacotes. MCS baixo no cliente tem vantagem? Tem, cria menos processamento pra torre. Tem desvantagem? Não permite upload alto, tipo não mais que 4Mbps. Quem aí vende conexão com mais de 4M de upload?

    Você pode ter datarate diferente na torre e no cliente, quanto menor o datarate menor o trafego MAXIMO, mas também será menor o processamento, e em torre quando você quer muitos clientes num painel você tem que optar por modulações que exijam menos processamento. Usar por exemplo modo G pra PTP de 15M (Em 48-54M) é bobeira em hardware de hoje porque o processamento nesse modo é grande comparado a modo N em MCS3, que terá até mais que 15Mbps de troughput com tempos de respostas e perdas menores.

    Largura de canal tem efeito menor ou similar a usar menos bits por simbolo, é mais interessante usar canal padrão (20MHz) com poucos bits por chip (MCS0 ou 1) do que usar gambiarra/despadronização tipo canal de 10MHz que terão muitos bits por simbolo igual, só terão menos sub-portadoras. Se há perda de subportadoras, independente de ter 20 ou 50 subportadoras, você perderá muito mais dados com 6 bits por símbolo (MCS7) do que com 1 bit por símbolo (MCS0). Onde o sinal não está bom você VAI perder subportadora, perder pacote grande piora mais o troughput do que perder pacote pequeno.

    Mas o grande fator é:
    MCS7 = Potencia baixa, sensibilidade ruim, varios clientes simultaneos usam mais processamento
    MCS0 = Potencia alta, sensibilidade ótima, varios clientes simultaneos usam pouco processamento

    Essa diferença altera alcance (Derivado da potencia e sensibilidade dos hardwares domesticos, e da sensibilidade em hardware de torre) e altera nº maximo de clientes por painel (MCS baixo exige menos processamento da etapa de RF, portanto permite mais clientes ou permite mais qualidade de conexão).



  9. A um bom tempo já implementamos MCS fixo no cliente e na torre, além de fixar sinal mínimo de -69 na torre.

    Não posso reclamar.

  10. Citação Postado originalmente por rubem Ver Post

    Mas o grande fator é:
    MCS7 = Potencia baixa, sensibilidade ruim, varios clientes simultaneos usam mais processamento
    MCS0 = Potencia alta, sensibilidade ótima, varios clientes simultaneos usam pouco processamento
    O que me confunde um pouco no MK é que quando vc usa o NV2 em 40mhz (estou usando ele num PTP com duas SXT lite 5) vc tem vários MCS vão do 0 ao 23, ai fico meio perdido...



  11. Se eu tenho 25 clientes fixados MCS0 (6,5 Mbps) e meu upload liberado é de 2 Megas, se 3 clientes utilizarem todo seu upload eles ocupariam quase que 100% do rádio (0,3 segundos cada) ??? Como fica os outros 22 clientes iram ter uma navegação decente???

  12. Aqui eu uso MCS10 (81 Mbps) em cliente empresarial :|



  13. Citação Postado originalmente por gabrielest Ver Post
    O que me confunde um pouco no MK é que quando vc usa o NV2 em 40mhz (estou usando ele num PTP com duas SXT lite 5) vc tem vários MCS vão do 0 ao 23, ai fico meio perdido...
    Os esquemas MCS mudam o tipo de modulação, e nº de bits por simbolo.
    MCS0 a 7 é o basico, canal de 20 ou de 40MHz, 1 a 6 bits por chip, com 4 tipos de quadratura de modulação.
    MCS8 a 15 é o mesmo nº de bits por simbolo que MCS0 a 7, mesmas modulações, mas usa MIMO, seja 2x1 ou 2X2
    MCS16 a 23 usa o mesmo nº de bits por símbolo que MCS0 a 7, mesmas modulações, mas usa 3 conexões (TriTro?), 3x1, 3x2 ou 3x3.

    A sensibilidade do MCS16 será igual ou muito proxima ao MCS8 e MCS0. O nº de bits por símbolo e o tipo de modulação (Tipo de quadratura escolhida) muda se repetindo a cada 7 esquemas, só aumenta o troughput porque aumenta o numero de canais (chains) fazendo multiplas conexões. Ou seja, MCS8 é um MCS0 x2, MCS16 é um MCS0 x3, e por aí vai.

    Veja que o nº do esquema não quer dizer troughput, MCS16 tem 20 ou 40M de datarate (Afinal é só 1 bit por chip, mesmo que seja 3x1), enquanto MCS15 tem 130 ou 270M, mesmo que seja 2x2 o que faz a diferença é a modulação usada e o que mais muda na modulação que é nº de bits por chip.

    É só olhar sempre a tabela:
    http://mcsindex.com/
    (O tempo de trafego de pacotes uteis de 400 ou 800nS muda POUCO a coisa, o que mais influencia é a largura do canal e a modulação. Aumentar largura de canal não é solução eficiente, porque polui o espectro, exige muito mais processamento em caso de PtMP, e não permite muitos AP's proximos porque simplesmente não tem canal disponível no mundo, então o negócio é evoluir os tipos de modulação)

    O padrão 802.11AC tem modos com modulação em 256QAM, graças a ele a numeração dos MCS fica zoneada, não confundir MCS de 802.11AC com o MCS padrão. Ignore AC por enquanto.

    Citação Postado originalmente por mkre0 Ver Post
    Se eu tenho 25 clientes fixados MCS0 (6,5 Mbps) e meu upload liberado é de 2 Megas, se 3 clientes utilizarem todo seu upload eles ocupariam quase que 100% do rádio (0,3 segundos cada) ??? Como fica os outros 22 clientes iram ter uma navegação decente???
    Por isso você não pode vender conexão com upload de 2M e fixar na torre MCS0. Se tem media de 20 clientes consumindo, com trafego tipo 6-7M, melhor fixar em MCS1.

    Veja que MCS0 no cliente e MCS4 na torre é tranquilo, a codificação de um não obriga a do outro. Veja pelo seguinte lado: Torre em MCS4, vai mandar 4 bits por simbolo, e serão 16 simbolos porque são 16 fases de simbolo, isso popula mais o canal:
    http://electronicdesign.com/site-fil...0956-fig-5.jpg
    Mas você tem um throughput maior pra dividir entre os clientes, digamos 32-35Mbps.
    MCS0 no cliente vai fazer CHEGAR na torre, ou melhor, no radio da torre, um monte de conexões com apenas 1 bit por símbolo, e apenas 2 simbolos, em 2 fases:
    1ª figura, a de cima: http://electronicdesign.com/site-fil...0956-fig-4.jpg
    São menos dados pra processar, então o processamento consumirá menos hardware, haverá menos perdas também no processamento mas o principal: São só 2 fases, ou nível alto ou nível baixo (0 ou 1, apenas 1 bit), a chance disso distorcer a ponto de perder muitos pacotes é pequena, o SNR necessario pra MCS0 é uns 5dB menor que o SNR necessario em MCS4, e o melhor, por estar ocupando pouco tempo de processamento a etapa de RF terá mesmo a maior sensibilidade possível, ou seja, poderia ter SNR menor que funcionaria, mas com certeza terá SNR maior!

    Em modo N esquece esse negocio de "6,5M dividido por X clientes", não é bem por aí em qualquer modulação. Como o beamforming "pergunta" por qualidade de conexão ele gasta banda grande em MCS4 pra isso, ele "para" as comunicações por muito tempo útil, por isso em PtMP você não consegue grandes coisas com MIMO e canal de 40MHz, o tempo gasto sem trafegar pacote útil é grande (Quanto mais clientes, mais tempo), diferente de um PTP, em que datarate mais alto é mais eficiente afinal so tem 1 contraparte pra trocar dados.
    O throughput em MCS0 vai ficar nuns 5Mbps, a estratégia de usar esse datarate baixo é impedir que 1 cliente tenha todo a banda de upload só pra ele, MCS baixo tende a equalizar as conexões, não que 1 cliente ruim derrube demais a qualidade dos demais apenas no upload, não tem como, mas o cliente ruim não deixa de poder usar uma parcela significativa do upload. SE fosse um MCS alto nos clientes, tipo MCS4, tem grandes chances dos clientes de melhor sinal ficarem com toda a banda de upload e não sobrar nada pra quem tem o sinal um pouco pior (Qualquer 5dB a mais de SNR, ou qualquer 20uS a mais no ack time, etc). Ou seja, clientes com MCS alto são tratados de forma desigual pela torre, a torre transmitindo a MCS4 atinge todos igualmente, troca pacotes igualmente da sua parte, mas tendo respostas mais lentas ela vai alocando cada vez menos banda pra quem responde lentamente, cria uma diferença abissal de troughput quando a diferença no sinal nem é tão grande. Usar MCS baixo no cliente freia esse comportamento, SE chegar no ponto em que o consumo de upload está alto é hora de colocar mais paineis, mas enquanto ele estiver dentro do suporte do modo (5-6Mbps pra MCS0, 11-12Mbps em MCS1, etc) você não vai ter desequalizações grandes.

    Vejam que falo do consumo REAL e continuo de todo o upload por parte do cliente. Quem só tem consumo variável (Navegação) pode usar modo auto, mcs alto, pode usar mimo misturado com siso, que tudo vai funcionar, mas falo de ter a disposição da maioria dos clientes todo a banda contratada de forma contínua e com o mínimo de variação conforme outros clientes consomem a mais ou a menos (Caracteristica do modo N não é derrubar as conexões boas pelas ruins, mas sim tirar um pouco das boas pra garantir pras ruins, muito mais por conta do modo AUTO cair no MCS0, que tem uma modulação propícia pra alcance e estabilidade, do que por caracteristica de processamento (Software).

    SE tem sinal suficiente, não há problema em usar MCS alto no cliente, mas SE não tem upload grande não há motivo pra exigir instalação melhor (Com mais sinal), SE MCS0 ou 1 com seus 5-10Mbps de throughput REAL por painel servem, recomendo que a usem, isso vai permitir mais clientes e clientes de sinal pior sem grande degradação das grandes bandas.
    (É que instalação excelente em area urbana não é simples, 200% zona de fresnel afetada por reflexo não falta, alta tensão sempre está na altura dos telhados, mas o pior: Hardware barato pro cliente tem sinal pior, anteninha de 8 a 12dBi, com transmissão a 20-22dBm, enquanto na torre é normal ter 22-24dBm com antena de 17 a 21dB, ou seja, é uma conexão nativamente desigual, em alcance mais longo você sempre terá sinal cliente>torre muito pior que torre>cliente, e isso não é problema, o problema é com multiplas conexões, pra não haver atendimento desigual e um cliente ruim derrubar demais a qualidade geral você tem que equalizar os sinais cliente>torre, se equalizar eles com MCS0 em -70dB você podera simplesmente baixar a potencia nos clientes proximos, e manter os clientes distantes com hardware normal, digamos a 22dBm em 1500m com um NS Loco, enquanto o cliente proximo com NS Loco opera a apenas 16dBm, simples, equaliza o atendimento e equaliza o custo pros clientes (Que nunca estão distribuidos todos na mesma distancia, com os mesmos obstaculos, sempre varia).

    MCS alto não é problema, o problema é sinal variando, em ambiente urbano uma hora tem -60, de noite sobe pra -66, um dia choque e dá -70, outro dia aparece -60 denovo... modo auto exige que o hardware prove os modos ou espere 3 perdas de pacotes até reduzir o modo, onde o sinal varia isso cria uma grande redução de troughput. Em PTP de longa distancia (Quilometros) você PODE ter sinal -70 e contar com míseros 18dB de SNR pra ter throughput alto, tipo 50Mpbs. Mas em ambiente urbano quem tem sinal -70 raramente está distante, o motivo do sinal baixo geralmente é obstrução física do sinal, é facil ter -70 em 300m com zona de fresnel muito obstruída, esse tipo de obstrução proxima causa muita perda de pacote de apenas algumas sub-portadoras, se a sub-portadora trafegar mais dados (Mais bits por símbolo) tem mais chance de ela ter distorção e um simbolo distorcido exigir retransmissão do pacote todo, o fator que distorceu um conjunto de 4 bits dum simbolo dos 64 existentes (MCS6 ou 7) dificilmente iria distorcer o símbolo de 1 bit do MCS0. Seria perfeito ter MCS0 também na torre, mas aí teria muito pouco trhoughput pra dividir entre os clientes, recomendo usar o MCS mais baixo que atenda a banda necessaria (Se for menos de 4Mbps pode até usar modo B :-) pra aproveitar essas perdas reduzidas, mas a torre envia pacotes pra muito aparelho, o aparelho do cliente só recebe sinal da torre, ele geralmente está em espera, com sensibilidade alta, e pode pegar um sinal ruim da torre. A torre ouve muito aparelho, ela não estará sempre esperando na maior sensibilidade possível o cliente, por isso se o cliente mandar sinal mais legível (MCS0 e seu bit por simbolo, com 2 simbolos apenas) tem muuuuuito menos chance de a torre não entender o sinal (Sinal chega na antena, vai pro mixer que mistura oscilação local de sub-banda, vai pro LPF, aí é convertido em digital (Pacote digital é uma coisa, mas antena recebe e envia pelos cabos sinal bruto, tensão pura, o mixer mistura tudo como se analógico fosse), pra DEPOIS o processamento separar o que é útil (Cliente devido enviou) de inútil (Ruído, cliente mandou pacote na hora errada (Ignorou RTS e CTS), esse processamento é que é afetado por 4 bits distorcidos num dos 64 símbolos do MCS4, se a torre tiver 20 clientes transmitindo em MCS4 ela terá umas 6x mais dados pra processar que se eles transmitirem em MCS0. Mas SE há sinal suficiente pra não ter essas perdas, e o painel não está cheio, pode usar MCS alto, só não vai poder colocar tanto cliente de sinal um pouco pior (5 ou 6dB a menos, 20uS a menos no ack), ou seja, vai ter que caprichar muito mais nas instalações, e negar atendimento a muito mais clientes em que instalação meia-boca é impossível.

  14. vlw professor @rubem
    então é mas viável fixar o mcs no cliente, e no caso de um cascateamento?
    supondo
    torre>stx>5 cliente conectados por switch, cada cliente com 4mbs, como ficaria o MCS?

  15. Rubens,
    Parabéns, novamente mais uma aula, devo dizer-te que foi muito útil e ajudou e preencher algumas lacunas que eu tinha, mas deixa eu resumir pra ver se entendi bem:

    Pelo que entendi são 8 tipos de MCS para cada tipo de operção:

    - Siso: do 0 ao 7:
    - Mimo 2x2 ou 2x1: do 8 ao 15;
    - Mimo 3x3, 3x2 ou 3x1: do 16 ao 23.

    1- Em linha geral dentro, de cada tipo de operação, quanto mais alto o MCS maior o troughput em banda correto?

    2 - Um caso atipico, mas que acredito que tenha gente que usa assim veja, o MK permite que eu tenha um MIMO na transmissão (torre) e um siso na recepção (cliente). Se, por exemplo eu estiver fazendo uma transmissão numa SXT5 Lv4 em MCS 16 em 20Mhz me dá um troughtput de 21mb, o cliente pode usar uma groove (por exemplo) com MCS0 em 20Mhz correto?

    3 - Uma coisa que não consegui entender foi como fica com o NV2??

    4 - Outra pergunta, a única variável que influencia no ajuste do MCS é a quantidade de banda que se quer usar?? acredito que não, parece-me que a qualidade do sinal (que deriva da visada limpa e zona de freznell ok) também influencia né?

  16. Em caso de cascateamento a última etapa de RF, seja em bridge ou em roteamento, é o que conta, ela que é responsavel pela maior deterioração da qualidade da conexão.
    (Bridge ou roteamento, o que atrapalha é sinal ruim pro modo escolhido, desde que o gargalo não seja o resto da rede (Exemplo: PtMP de 20M, PTP de 2M, obvio que o PTP vai ser o gargalo, mas isso é raro)



    E o pensamento com MCS é esse mesmo, 1x1 de 0 a 7, 2x2 ou 2x1 de 8 a 15 e etc Em geral quanto maior o MCS mais a banda DESDE QUE com o mesmo numero de chains. MCS8 vai ser MENOS que MCS7, porque tem modulação diferente e nº de chains diferente, então nem sempre MCS maior terá banda maior.

    Conexão 2x1 (2T na torre, 1R no cliente) é tranquila pra PtMP, o processamento pro RX da torre não é grande, se tiver 2T em 2 polaridades diferentes não há muito lucro porque a antena do cliente (1R, 1 receptor, em 1 polaridade) vai receber o sinal na polaridade nativa 30dB mais alto que na polaridade errada, e não há HOJE muitas opções de setoriais 2T de mesma polaridade, o que há muito é H+V, mas se a antena do cliente estiver apenas em H ou apenas em V não há lucro nenhum nisso, vai ser um 1,01x1, e não um 2x1 (Porque será um 1x1 mais 0,1x1, ou seja, a antena na polarização errada te dará 10% da qualidade de conexão). Cuidado com 2x1, a polarização das 3 antenas (2 de transmissão, 1 de recepção) precisa ser a mesma pra OTIMIZAR a coisa.

    NV2 e airMAX, taí coisa que só sei o basico do basico, são modulações diferentes então tem POTENCIAL* pra ter desempenho 100% diferente.
    (*POTENCIAL = O Rubem não sabe bem o tipo de modulação usada, sei que NV2 é TMDA, mas IMAGINO que tenha outra diferenças fundamentais, nunca me preocupei porque não quero e não vou me acorrentar a apenas 1 fabricante, os padrão IEEE (802.11N, por exemplo) independem de fabricante)

    MCS faz variar a banda utilizavel por conta da modulação, mas a população/povoamento dos canais e/ou portadoras altera o alcance e a estabilidade, aí é que está o que defendo: MCS mais baixo tende a ter alcance e estabilidade maiores, se não vai passar banda grande num PtMP não tem motivo pra escolher datarate maior, já que datarate maior significa em linhas gerais menos alcance e menos estabilidade.

  17. Ok,
    Obrigado, mas quanto a questão sobre o MCS com operações diferentes ficou-me um pouco vago veja:
    - se eu tiver 2 sxt eu tenho que trabalhar com os mcs dos modos 2x2 e 3x3, ou seja, do 8 ao 23 (dependendo do que eu queira fazer com o datarate);
    - se eu tiver uma sxt e uma groove (ou um aparelho siso), a sxt eu seto no MCS que eu quiser do 8 ao 23 mas o groove só vou poder setar do 0 ao 7 pq ele é ciso correto??
    - Me explica melhor a questão da interação do MIMO 3x1 com o siso 1x1?

  18. Segundo a explanação o MCS que é fixado no AP pode ser diferente do Cliente? Entendo que o modo MCS fixado no AP será a que CADA cliente vai utilizar para se comunicar. Entao , independentemente do MCS que é fixado no Cliente, quem manda e o MCS do cliente, fixado no AP.

  19. Quando você configura um roteador para usar MCS8, ele vai usar 2 streams de 6,5M pra transmitir, se a contraparte da conexão vai usar 1, 2 ou 3 streams pra transmitir de volta isso só influenciará no troughput final, não na conexão "basica" entre eles.

    Ou seja, você define aqui nesse roteador como ele irá transmitir (1 canal, 2 canais, etc), se a contraparte da conexão vai transmitir do mesmo jeito, ou se vai usar outro data-rate, isso você não configura aqui, tem que ir lá na contraparte configurar isso.

    SXT só tem 2T2R, certo? (Se tem um 3T3R tô por fora) Se ele for o AP da conexão você pode configurar no MCS8 que ele irá mandar sempre 2 streams de dados pra começar a negociação, se o outro SXT estiver com 1 antena desligada/removida, a comunicação será 2X1. Se nesse 2º SXT você selecionar MCS0, mesmo ele tendo 2 antenas ele irá usar os switches da saída de RF pra fazer diversidade, serão 2 antenas num único chain. Isso é o que a maioria dos hardwares com antena de "dupla polaridade" tem feito, eles não tem MIMO mas tem 2 antenas em polaridades diferentes, com um switch que define qual polaridade irá usar ou se usará as 2, a cada pacote praticamente.

    Num SXT em MCS8, se ele se comunicar APENAS com uma CPE de antena de polarização única, é bem possível que esse SXT deixe de usar 2 chains depois de algumas perdas de pacotes enviados na polarização que a CPE não capta direito (São geralmente 25-30dB a menos na polarização "errada"), num PTP essas perdas de pacotes contam muito, mas é questão de segundos ou minutos até as partes do PTP verem que polarização e chain tem respostas mais rapidas ou menos perdas, o software não é burro, ele faz esse tipo de escolha (Por isso digo que liberar a capacidade de processamento é importante).

    Num PtMP algumas estações responderão melhor na pol. H, outras na V, mas o importante é: Você tem 2 chains trocando dados, a parte de mixer e encoder/decoder é importante na etapa de RF (Então quanto mais etapas de RF, melhor), se tiver muito pacote de níveis diferentes (De muitos clientes) tem distorção no ADC (Analog to digital converter) ou no decoder. Por isso usar hardware com 1 chain mas com antena de dupla polarização é importante, a maioria das CPE's tem isso hoje, porque isso melhora muuuuuito a conexão pro lado da torre (Que tem 1 etapa de RF em cada polarização).

    MCS8 só vai se comunicar direito com CPE's com antena de dupla polarização com switch, se a CPE tiver antena de polarização única a torre vai se comunicar com essa CPE em MCS0, não em MCS8, não por limitação do 802.11N, mas porque a antena de polarização "errada" nunca terá resposta, CPE V não captará sinal H com intensidade suficiente pra responder, todos os pacotes na H serão perdidos e a torre vai perceber isso e passar a ignorar a possibilidade de uso dessa polarização (O software é inteligente). Em PtMP não é bom ter essa mistura de H aqui, V alí, isso exige mais processamento da torre, mas usando CPE V+H não há problema, a torre escolherá a polarização que melhor lhe atende sem gastar tanto processamento, mas usará as 2 polarizações pra transmitir, ou seja, dividirá os dados por 2 encoders, por 2 mixes, porque serão 2 etapas de RF (E por receber nas 2 polarizações a CPE vai mandar ora por uma e ora por outra conforme a torre responder, porque atenuação de sinal varia conforme inclusive polarização (Algo atenua a V mas não a H, e vice-versa).

  20. Blz Rubens,
    Novamente obrigado






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