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  1. Olá.

    Alguém saberia informar se a CEMIG exige SCM para passar cabos pelos postes ou só precisa do projeto de engenharia, pagamento das taxas, etc.?

    No caso, a empresa vai apenas passar os cabos, caixas de emenda, etc., não vai ser responsável pelos dados trafegando ali, então nem a Anatel exige outorga nesse caso. Mas e quanto à CEMIG? Eles alugam os postes para empresa sem outorga da Anatel (por não precisar, não por ilegalidade)?

    Vou aproveitar o tópico para um assunto relacionado: para quebrar a rua e colocar dutos (para passar cabos, ao invés de usar postes) é preciso pagar algo à prefeitura da cidade?


    Até logo.

  2. Se tem cabeamento instalado, alguém precisa ser responsável por ele. E como é serviço de comunicação, precisa ter SCM.
    Vou relatar como a AESSUL precede e deve ser igual para todos.
    Apresentado o projeto e aprovado pela concessionária incluindo toda a documentação que prova que tem SCM, então vai uma cópia para a Anatel e outra para a Aneel para que estes homologuem o projeto. Não é outorga, mas homologação ou seja, oficialmente as agências são notificadas da existência desta rede e vão aprovar ou não.
    Logicamente que lá não iriam homologar uma rede se o proprietário dela não tivesse uma outorga.
    Como você citou que a empresa não vai ser responsável pelo tráfego de dados, mas ela será responsável pela existencia física do cabeamento e na prática ela é que irá gerir a rede.
    Suponhamos que a empresa instala o cabeamento e depois faz locação de tráfego para vários provedores. Mas quem é o responsável por administrar este tráfego coletivo? O dono do cabeamento. Então é ele que deve ter o SCM.

    Eu nunca li nada a respeito, mas penso que os provedores locatários neste caso não precisariam de SCM pois eles não estão transportando dados mas sim gerenciando o acesso dos seus respectivos clientes. Quem faz o serviço de comunicação é o dono do cabeamento.
    Seria o que na definição da Anatel é chamado de SVA.
    A responsabilidade do transporte é da empresa proprietária dos cabos. Os locatários do cabeamento só fazem é autenticação dos seus clientes e injetam na rede.

    Uma outra situação. A empresa instala o cabeamento mas não vai explorar o serviço. Então ela faz locação para um só provedor. Este então é que vai se responsabilizar pelo tráfego e vai precisar de SCM.

    Isto é o que eu imagino quando leio o regulamento do SCM. Mas como sempre estas normas são confusas e o entendimento da Agência pode ser outro.
    Olha só: http://www.anatel.gov.br/Portal/exib...ItemCanal=1266



  3. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Se tem cabeamento instalado, alguém precisa ser responsável por ele. E como é serviço de comunicação, precisa ter SCM.
    Vou relatar como a AESSUL precede e deve ser igual para todos.
    Apresentado o projeto e aprovado pela concessionária incluindo toda a documentação que prova que tem SCM, então vai uma cópia para a Anatel e outra para a Aneel para que estes homologuem o projeto. Não é outorga, mas homologação ou seja, oficialmente as agências são notificadas da existência desta rede e vão aprovar ou não.
    Logicamente que lá não iriam homologar uma rede se o proprietário dela não tivesse uma outorga.
    Como você citou que a empresa não vai ser responsável pelo tráfego de dados, mas ela será responsável pela existencia física do cabeamento e na prática ela é que irá gerir a rede.
    Suponhamos que a empresa instala o cabeamento e depois faz locação de tráfego para vários provedores. Mas quem é o responsável por administrar este tráfego coletivo? O dono do cabeamento. Então é ele que deve ter o SCM.

    Eu nunca li nada a respeito, mas penso que os provedores locatários neste caso não precisariam de SCM pois eles não estão transportando dados mas sim gerenciando o acesso dos seus respectivos clientes. Quem faz o serviço de comunicação é o dono do cabeamento.
    Seria o que na definição da Anatel é chamado de SVA.
    A responsabilidade do transporte é da empresa proprietária dos cabos. Os locatários do cabeamento só fazem é autenticação dos seus clientes e injetam na rede.

    Uma outra situação. A empresa instala o cabeamento mas não vai explorar o serviço. Então ela faz locação para um só provedor. Este então é que vai se responsabilizar pelo tráfego e vai precisar de SCM.

    Isto é o que eu imagino quando leio o regulamento do SCM. Mas como sempre estas normas são confusas e o entendimento da Agência pode ser outro.
    Olha só: http://www.anatel.gov.br/Portal/exib...ItemCanal=1266
    Esta e uma pergunta do tipo. Tenho que ler mais. Voce nao pode fazer nada disso. Sem os devidos documentos legais e sem projeto sem engenheiro sem autorização do iap para furar solo. Cara se for fazer aereo prepara valores altos se for faxer subterrâneo prepare milhões. E mais sente e espere poi subterrâneo se um vizinho pedir interdição da obra já era. Melhor você ser prefeito.

  4. Já tinha respondido o post do 1929, mas o vBulletin resolveu mandar meu post para Nárnia.

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Apresentado o projeto e aprovado pela concessionária incluindo toda a documentação que prova que tem SCM, então vai uma cópia para a Anatel e outra para a Aneel para que estes homologuem o projeto. Não é outorga, mas homologação ou seja, oficialmente as agências são notificadas da existência desta rede e vão aprovar ou não.
    Logicamente que lá não iriam homologar uma rede se o proprietário dela não tivesse uma outorga.
    Então só precisa do SCM por causa dessa homologação na Anatel, certo?
    Se segundo a Anatel a empresa não precisar de outorga, então a concessionária não pode exigir ter, certo?


    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Como você citou que a empresa não vai ser responsável pelo tráfego de dados, mas ela será responsável pela existencia física do cabeamento e na prática ela é que irá gerir a rede.
    Suponhamos que a empresa instala o cabeamento e depois faz locação de tráfego para vários provedores. Mas quem é o responsável por administrar este tráfego coletivo? O dono do cabeamento. Então é ele que deve ter o SCM.
    A empresa não iria administrar tráfego algum, apenas fornecer a estrutura para os provedores, sendo responsabilidade deles controlar os dados digitais passando por ali. Acho que seria algo semelhante ou igual à fibra apagada, que algumas operadoras possuem e esse seria o único serviço da empresa.

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Eu nunca li nada a respeito, mas penso que os provedores locatários neste caso não precisariam de SCM pois eles não estão transportando dados mas sim gerenciando o acesso dos seus respectivos clientes. Quem faz o serviço de comunicação é o dono do cabeamento.
    Seria o que na definição da Anatel é chamado de SVA.
    A responsabilidade do transporte é da empresa proprietária dos cabos. Os locatários do cabeamento só fazem é autenticação dos seus clientes e injetam na rede.
    Os provedores locatários seriam responsáveis pelo link e todo o controle dos usuários. A empresa seria responsável apenas pela camada física, nem em L2 iria se envolver.

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Uma outra situação. A empresa instala o cabeamento mas não vai explorar o serviço. Então ela faz locação para um só provedor. Este então é que vai se responsabilizar pelo tráfego e vai precisar de SCM.
    Essa é a ideia. Então a empresa dona dos cabos não precisa de outorga?

    Citação Postado originalmente por pinhais Ver Post
    Esta e uma pergunta do tipo. Tenho que ler mais. Voce nao pode fazer nada disso. Sem os devidos documentos legais e sem projeto sem engenheiro sem autorização do iap para furar solo. Cara se for fazer aereo prepara valores altos se for faxer subterrâneo prepare milhões. E mais sente e espere poi subterrâneo se um vizinho pedir interdição da obra já era. Melhor você ser prefeito.
    Milhões? Chega a isso tudo?
    Se não tiver nenhum tipo de pagamento mensal ou anual à prefeitura ou qualquer outro órgão, eu imagino que gastar uma boa nota na instalação de tubos e cabeamento subterrâneo e não ter que pagar mais nada sai bem mais barato que viver enchendo o bolso das companhias de energia.
    Aqui a CEMIG cobra aproximadamente R$7,00 por poste. Uns 500 postes em uso daria R$3.500,00 por mês, R$42.000,00 por ano. Em 10 anos já se vão R$420.000,00.
    Mesmo que chegue a milhões mesmo, talvez ainda seja viável, visto que dá para alugar as tubulações para outros provedores, assim como dá para juntar vários para custear esse projeto, tornando-o livre para uso de todos envolvidos. Quem sabe até operadoras, como a Oi, ou alguma que ainda não exista aqui (todas as restantes) e chegue na cidade não vejam interesse em usar essa infra. também?


    Obrigado aos dois por responderem.



  5. E na hipótese da concessionária de Energia, (através de denuncia) chegar em alguma cidade onde estejam utilizando seus postes para cabeamento (utp ou fibra), sem a devida licença, o que eles fazem?

    Retiram tudo sem dar satisfação ao provedor?

    Dão um prazo para o provedor regularizar tudo?

    Pergunto isso porque aqui na região vejo muitos provedores cabeando sem a licença, sem projeto, sem scm, sem nada.






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