Tem uma melhora, mas o preço do produto indica o preço das partes, a RB411 tinha um hardware comum (De uso domestico, inclusive) na época, e hoje a 912 tem um hardware comum (Também achavel em roteador domestico). Tem melhorias na etapa de RF, mas nada que faça um throughput subir mais que uns 50% comparado a um hardware domestico. Tendo sinal suficiente, pouco ruído e cia, o gargalo do throughput passa a ser o chipset mesmo. Uma etapa de RF simplória serve pra um ambiente mais "limpo" e ideal, as RBs tem uma etapa de RF mais paruda que tolera ambientes mais sujos, mas em ambiente ideal o desempenho não será tão melhor.

O tchã da MK está mais no routerOS do que nos hardwares usados, ela faz em escala e tem um firmware totalmente flexível então vende pra tudo que é uso (AP, cliente, ptp, ptmp, etc), enquanto um roteador domestico tem uso mais restrito (Soho, small office e residencial geralmente), PRECISA ter suporte ao consumidor final (Leigo mal consegue plugar na tomada e já liga no call-center, esse custo vai pro preço final do produto), e PRECISA ter um setup simplório/capado (Senão o leihgo não consegue configurar, dá má fama ao produto ou liga pro call-center).

Por enquanto to interessado em como o bonding faria agregação de pacotes com MTU de saída enorme (2000 a 4000B), de modo a usar pacotes maiores e otimizar a banda, entre pacote padrão de 1500 e o limite de 4000 de algo tipo RB912 tem que ter muita diferença na banda, não sei bem como forçar o uso apenas de pacotes grandes (Forçar agregação).