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  1. Pesquisando aqui vi que a http://www.tv4isp.com.br/ está fazendo paraceirias com pequenos provedores para ter seu próprio canal de TV por assinatura, via satélite ou cabo, uma das vantagens é que você provedor usa sua marca...

    Alguém já viu esse projeto?

    Quem usa esse projeto?

    Quanto custa esse projeto?

    É viável para pequeno provedor?

  2. Olá amigo,deste empresa ainda não ouvi falar.Mas de outras com mesmo seguimento não gostei muito.Os valores não fecham.
    Mas caso tenha valores e planos poe ai p vermos.



  3. Citação Postado originalmente por brunocemeru Ver Post
    Olá amigo,deste empresa ainda não ouvi falar.Mas de outras com mesmo seguimento não gostei muito.Os valores não fecham.
    Mas caso tenha valores e planos poe ai p vermos.
    Não tenho os valores não mim repassaram, quais são as outras empresas que vc conhece amigo

  4. Citação Postado originalmente por brunocemeru Ver Post
    Olá amigo,deste empresa ainda não ouvi falar.Mas de outras com mesmo seguimento não gostei muito.Os valores não fecham.
    Mas caso tenha valores e planos poe ai p vermos.
    Aqui não consegui abri o site. Nem entrando direto com o endereço na barra de navegação.

    E concordo com você, os valores em todos os casos não fecham...
    Atribuo isso a uma questão de escala... O mercado televisivo se mantém e muito bem pelo volume de acessos.
    E o poder sobre os conteúdos dos canais estão na mão de poucos. Empresas multinacionais que só negociam valores altíssimos.
    Será que temos no país entre os provedores independentes 500 que possuam uma rede em condições de transportar enormes tráfegos que o sistema vai exigir?
    E desses 1000 será que todos teriam cerca de 2 000 assinantes e todos aderissem ao projeto?
    Teríamos 1 milhão de acessos.

    Agora a questão de custos. Uma vêz me informaram que o custo de uma assinatura com direito de reprodução sairia por 42 mil por mes para um pacote básico de 40 canais. E nestes estariam incluidos canais de venda, religiosos, abertos e alguns poucos canais realmente bons. Com um pacote desses nenhum provedor vai fazer frente as ofertas das empresas que já estão no mercado.
    Com estes dados já dá para ter uma noção: mil clientes pagando 42 reais para empatar só com a assinatura da programação.
    Vocês acham que eu vou abrir mão da Sky para assinar com um provedor local? Não fico nunca sem sinal, não tenho a menor preocupação com o serviço. Quantos clientes eu vou conseguir "tirar" da Sky e das outras operadoras?

    Não resta dúvidas que uma outorga SCM permite transmitir sinal de TV. Mas é TV por demanda. Daí precisa mudar a outorga para Seac. Isso é o mais fácil atualmente.

    Na questão da operação do sistema, um provedor sozinho não teria cacife para contratar um plano de repetição de sinal.
    Ah! mas juntando um grupo fica mais fácil.... verdade.
    Mas até hoje não vi de forma clara como isso se daria. Já vi propostas onde o provedor associado paga um valor baseado no registro de população cadastrado no IBGE. Ou seja, paga até por aqueles que não irão assinar com você. Isso só para entrar no "bolo". Depois vem os custos de implantação e de participação dos administradores do grupo nas assinaturas mensais.
    Daí as contas não fecham como você falou.

    Creio que um trabalho em cima de locação de conteúdos seria muito mais viável financeiramente.
    Locação de conteúdo cria outra questão que é a capacidade fenomenal da rede. Pois cada solicitação de assinante iria gerar um tráfego grande. Isso seria um sistema Unicast onde a transmissão é diretamente para cada assinante. Somem isso a centenas de acessos.
    Uma outra solução seria a criação de uma grade de programação com algumas dezenas de filmes e transmissão por streaming que consome muito menos banda, pois é multicast "um para muitos" . Ou seja, criaríamos nossos próprios canais de conteúdo. Nosso próprio "Netflix"

    Esbarra também na questão de liberação de direitos autorais, mas penso ser muito mais fácil de contornar do que os direitos de repetição de sinal de satélite.
    Uma associação que gerenciasse estes direitos (que não são baratos) perante as distribuidoras de filmes poderia ser uma saída.
    No entanto os contratos de distribuição normalmente preveem a utilização por apenas um CNPJ. No caso da associação seriam diversos CNPJs utilizando a mesma licença. Teria que ver como isso seria incluido num contrato.



  5. Concordo plenamente






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