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  1. BRASÍLIA - Pressionado pela queda na arrecadação e pela necessidade de fechar o projeto de Orçamento de 2016 com superávit, o governo estuda a volta da CPMF. Ciente de que o tributo enfrenta grande resistência no Congresso, a equipe econômica estuda uma forma de torná-lo palatável e uma alternativa em discussão é a partilha com estados e municípios. Os técnicos avaliam que a volta da contribuição seria uma fonte importante de receitas num momento de dificuldades e ainda ajudaria no trabalho de controle e fiscalização da Receita Federal.
    — A CPMF é um tributo muito eficiente, tanto do ponto de vista arrecadatório, quanto do ponto de vista de fiscalização — destacou um técnico do governo.
    As discussões em torno do projeto de lei orçamentária de 2016, que será encaminhado ao Congresso na próxima segunda-feira, acentuaram as divergências no governo. De um lado, o Ministério da Fazenda defende que a proposta venha com um corte significativo nas despesas, tanto as discricionárias quanto os gastos obrigatórios, embora estes dependam de lei para serem cortados.
    ALTERNATIVA É SUBIR IMPOSTO
    Caso isso não ocorra, a equipe do ministro Joaquim Levy avalia que será preciso fazer um forte aumento de impostos. Do outro lado, os demais ministros reclamam da falta de recursos em 2015 e temem que cortes mais profundos em 2016 aprofundem a crise na economia.
    No próximo ano, a meta de superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) é de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), bem maior que a de 0,15% de 2015, que dificilmente será cumprida.


    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/gov...#ixzz3jz8JVAHv
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    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.glo

  2. Caraca, esta gente nem sabe o que falam... Administrador eficiente pensa em reduzir despesas... mas eles logo pensam no aparentemente mais fácil...
    Eles não devem conhecer a estória da Galinha dos Ovos de Ouro.

    Vão acabar matando a galinha ( o povo ) e o caixa do Governo vai ficar pior ainda.
    Voces acham que eles estão trabalhando sério.? Dia desses foi anunciado o fechamento de 10 ministérios e mais de mil cargos de indicação política... Isso faz tempo que os sérios tem falado... pode ser pouco, mas seria um sinal de um rumo novo. Com isto o exemplo seria dado e poderia se espalhar pelo país a fora nas esferas estaduais e municipais...
    Se não houver economia séria e justa não tem ajuste fiscal que resolva... não é aumentando impostos que se governa.... Assim como não era com as isenções de pouco tempo atrás para alguns setores que iria resolver.. Taparam o sol com a peneira. Agora o rombo está aí....
    O desespero é tanto que nem o ministro do Planejamento soube dizer quanto haveria de economia no fechamento de 10 ministérios e 1000 cargos indicados...
    Putz! que ministro é esse que lança a ideia sem ao menos saber o impacto positivo disso?
    O único fato concreto disso é que num dia o Planalto anuncia este "suposto" corte em despesas e no outro o vice-presidente dá um "beijinho, beijinho, tchau, tchau" para a articulação política...
    Daí já se vê se vai a frente a proposta de corte nas despesas, duvido... até nem falaram mais no assunto e agora lançam esta ideia absurda de arrecadar 80 bi para a saúde...
    Quando o então ministro da Saúde Adib Jatene lancou a ideia no tempo do FHC ainda, choveu críticas de quem hoje manda no país. Agora estão abraçando a ideia.
    E lá naquela época o desvio destes recursos para a saúde foram tão grandes que o ministro, homem sério que nunca deveria ter deixado seus ideais profissionais para se enfiar neste covil, acabou pedindo para sair, descontente com o destino dos recursos.

    O país não tem crise de arrecadação... tem crise de administração consciente dos recursos públicos.
    Se tem dinheiro mais desrespeitado é dinheiro público. Se não mudar isso, não tem governo, não tem plano econômico, nada vai dar certo.

    Ninguém sabe quanto o Planalto, os Estados e os Municípios gastam só em pessoal pelo país afora. Se não começar por aí, na gestão eficiente, já era...

    Olá Grécia...estamos chegando para fazer companhia.



  3. kkkkkkk falou tudo amigo.
    O problema é a merda da politica mesmo.Os caras estão lá por indicação e não tem a ideia do que estão administrando.
    Quando tem um que não é politico e quer só fazer o trabalho dele acaba não indo a frente.
    Mas ...
    Até onde sei a cpmf é a que impacta mais sobre as grandes movimentações e de certa forma justa,pois tem poucos ganhando muito sem trabalhar,ganham somente com especulações e sonegação.
    Não sou contra ricos e diferenças,o mundo é assim.Mas acho injusto um cara ganhar dinheiro sem trabalhar.

  4. Nos moldes antigos da CPFM do Adib Jatene o impacto era sobre toda movimentação, eu recebia o salário mínimo depositado em conta no banco e qualquer movimentação me atingia, o percentual era o mesmo.

    (Obviamente R$ 0,35 pra mim não pesava, pesaRIA mais pra quem fizer uma transação grande e ter descontado R$ 3,5 mil. Mas... precisa 35 centavos de 10 mil Rubem pra chegar nos R$ 3,5 mil, isso é dinheiro que deixa de circular no comércio e vai pra orgão público, centavos não pesam pra quem ganha pouco, mas são milhões de pessoas, logo milhões de centavos)

    A China tem um hábito cultural de fazer poupanças, com saúde pública meia-boca é bom ter dinheiro guardado, é gente bem humilde que a longo prazo junta R$ 30 mil em poupança, e aí, taxar poupança acima de R$ 30 mil atinge só os ricos? Essa dicotomia de "ricos e pobres" é bem ineficiente, na teoria é lindo sobretaxar o rico, mas como põe isso na prática? Imposto sobre movimentações? E se a aposentada precisou vender o único bem, a casa própria, porque uma neta/filha precisa algum tratamento caro, a CPMF vai incidir em cheio na coitada hora que o dinheiro da transação passar na conta dela. Se for uma venda de carro (E pobre tem carro hoje) idem, dar um piso alto pra CPMF tipo R$ 20 mil não garante que vai taxar só quem tem renda alta ou muitos bens. Taxação sobre poupanças maiores existe e isso é um problema, ao invés de investir em poupança e se manter num nível de riqueza estável, o rico é "obrigado" a investir em outros locais, colocar dinheiro em corretora pra investir na bolsa e etc, e ai invés de ter os 4 ou 5% ao ano, terá as vezes 20 a 30% ao ano (Se der sorte nuns investimentos), é um tiro que sai pela culatra graças a esses papinhos Marxistas de sobretaxar ricos, acaba é simplesmente incentivando OUTRAS formas de investimento MAIS rentáveis e NÃO-TAXAVEIS.

    (Compra uma casa e aluga, aqui o aluguel é 1% do imóvel ao mes, 12% ao ano, o imóvel se valoriza uns 10% ao ano e rende em aluguel mais 12%, ele se paga em 4 anos! Mas aí vem os malditos populistas e dizem que a casa própria é inalienável e bla-bla-bla e tá cheio de gente (Aqui ao menos) que fez casa grande e aluga por R$ 2 mil, e mora numa casa alugada por R$ 500, lucra a diferença todo mes, e por sem bem único é isento de IPTU nalguns casos, taxação ZERO sobre uma renda advinda sem trabalho, mas os populistas vão continuam insistindo que moradia é bem primordial então taxação sobre alugueis (E fiscalização!) com a cultura do jeitinho brasileiro ainda não funcionaria (Precisaria mais funcionalismo público pra fiscalizações, isso significa mais gasto, aumentar ainda mais o estado, o que implica ainda mais carga tributária))

    O imposto de renda poderia ser mais duro com altas rendas, mas... elas não são tantas, não impactaria tanto na arrecadação (E talvez muito nas prestações de serviços). E... com a RFB mais dura com grandes rendas, é só burlar isso fazendo investimentos picados.
    Aqui no interior é normal rico ter casas alugadas, terra arrendada, multiplas culturas em fazenda, gado, sociedade em empresas, é tudo coisa que dá lucro picado, recebe um pouco aqui e alí e não movimenta tudo isso em banco, troca soja por trator ou paga casa com gado e CPMF não incide nisso, a RFB nem fica sabendo. No fim quem é mais afetado pela CPFM e RFB é funcionário público ou privado com alto salário, porque o resto sempre tem como movimentar dinheiro de outra forma.

    (Exemplo: Empresa participante do lucro real, você pega pro-labore de salário mínimo, mas pra ter crédito tributário compra TUDO o que der pela empresa, combustível, super-mercado, farmácia, etc, o imposto de renda vai ter dar alguma restituição talvez, a empresa vai ter alguns créditos tributários, e a CPMF nunca te atingiria, mas quem pode fazer isso é o rico dono de empresa grande o suficiente pra entrar no lucro real, o MEI, ME ou autonomo vai movimentar talvez mais que salário mínimo via banco e vai pagar CPMF mais alta apesar de ter renda e riqueza acumulada menor!)

    Tem mil jeitinhos pra cada imposto, e todos eles só são possíveis pra investidores e grandes empresários, esses jeitinhos existem por falta de fiscalização, e isso existe por falta de mais servidores públicos dedicados exclusivamente a isso, e essa falta existe por falta de recursos do estado, e o círculo reinicia.

    Os casamentos de dados na RFB vão melhorando com o tempo, a sonegação vai diminuindo aos poucos, não dá pra resolver esse estado inflado, paternalista, populista e intrusivo em poucos anos, metade do problema é cultural, de achar "justo" sonegar (Muambas do Paraguai são a ponta do iceberg), jeitinho em outros países existe, e o pente fino é tão ineficiente quanto no brasil, mas em alguns lugares há a cultura da denúncia, que no brasil é rara (Mas já foi pior). Em países meio pobres ela nem é lá tão eficiente, provavelmente só vai ser funcional quando a economia crescer uns 100% (Daqui 10 a 20 anos, dependendo dos energúmenos eleitos por eleitores energúmenos).

    Com ou sem CPMF a crise está aí, se for nos moldes de antigamente ela vai atingir uns R$ 40 a 60 por ano pra assalariado, é a cerveja de 1 dos 52 fins de semana do ano, não é um peso tão grande exceto pra economia de superfluos (Azar de quem investe em futilidades tipo futebol, cerveja, roupas chiques, comidas caras, os superfluos são os primeiros a deixar de serem consumidos por quem tem a cabeça no lugar (Que não é o caso de boa parte da população, que passa fome mas não deixa de comprar camiseta oficial de time ou pagar R$ 200 em ingresso de show, essa parte do povão corta é a informação e a educação, tranca faculdade e passa a gastar o que sobrou na balada, belo investimento no futuro...)).



  5. Agora se foi o boi com as cordas...






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