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  1. Bom dia galera !
    to com ptp com airgrid , 6.6 km distancia - 60 de sinal ccq estável a 90% mcs 6
    frequência menos poluída 5.7

    o problema que não passa mais de 13Mbs
    preciso pelomenos no minimo de 20 Mbs

    oque posso fazer ? vlw

  2. Tua Airgrid é de 23dBi? Para MCS6 verifique se a potência dos rádios está em Feed Only e setada em no máximo 23dBm.

    Verifique a visada e o Fresnel se estão 100% limpos, se a instalação está na distância correta de paredes e telhados. E a nivelação das antenas.



  3. Se é Airgrid 23dBi HP, segundo a conta, com 19dBm de potência no rádio (É o máximo em MCS6, olha no datasheet qual a potência máxima, se é 19dBm em MCS6. Não adianta setar pra 50000dBm, o limite de cada data rate está no datasheet) o sinal em 6,6km (4,1 milha) devia mesmo ser -60dBm.

    http://mayo.nuvisions.net/ubnt_link/
    (O modelo 23dBi nesse site é sem HP, é o que só tem 16dBm em MCS6 mesmo)


    Então parece que problema em zona de Fresnel parcial não é (Senão cairia 4 ou 5dbm de sinal)

    Mas se forem Airgrids de 27dBi, o sinal devia ficar nos -50dBm, o que significa que tem zona de Fresnel muito obstruída. Lembra que árvore cresce quase 1m por ano dependendo da espécia, fora que todo dia tem alguma coisa sendo construída em todo canto, então teria que subir e ver como anda a visada, se surgiu algo novo, o que era limpo ano passado pode não ser mais agora.

    Eu não colocaria na potência máxima de jeito nenhum, testa coisa tipo 14 a 16dBm se for Airgrid 27dBi, que devia dar sinal suficiente pra essa banda.

    E não está usando 40MHz não né? Porque achar uma faixa livre de 20MHz já é difícil, imagina uma de 40! Se está se baseando só no scan de SSID teste outros canais igual, o fato de não ter SSID escaneado só indica que não tem nenhum SSID sendo TRANSMITIDO no canal, mas existe a operação em modo cliente que não envia SSID, tem a operação com SSID oculto, e um canal de 60MHz ocupa canal vizinho que no scan de SSID aparece com o centro livre. Enfim, não confie só no scan de SSID, se os Airgrid tiverem versão 5.5 em diante vá em tools e AIRVIEW, ele mostra com mais precisão que canal está menos ocupado nos 2 lados (O livre num lado pode estar sujo no outro).

    E nada mudou na instalação dos Airgrid na parte física? Tipo uma nova antena parabólica do lado, uma nova calha de chapa de aço a 50cm da antena, algo que reflita sinal.

    Se tudo parecer normal, pode virar as duas em 90°, pra usar a pol. horizontal. Se tiver obstrução na parte de baixo da zona de Fresnel minimiza muito o problema se usar a pol. horizontal.

  4. Clique na imagem para uma versão maior

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  5. VC tá com ruido aí nesse link.. Teu CCQ tá batendo abaixo de 80% e o noise flor não tá dos melhores.. -95dBm do lado do AP... O ideal é que seja menor (-100dBm) -102 seria ótimo...

    Tem que fazer um Airview dos dois lados e escolher outro canal/freqüência com pouca interferência... Noise flor ruim pode ser por instalacão inadequada... Muito perto de paredes, com mastro menor que 1,5mts do telhado ou laje, chapas, telas, caixas de água também influenciam...

    Pode parecer estranho, mas mude o canal e desligue o Airmax e faça um teste pra ver se melhora.

  6. Não acho anormal -95dBm de ruído mesmo nos XW, em fazenda onde de fato não tem ruído nenhum as vezes eles exibem assim (Seja no chão ou em torre, em qualquer instalação). Umas unidades não dá menos de -100dBm nunca, sei lá que variação na fabricação tem.

    Pra mim tá mais pra ruído nalguma parte do canal de 40MHz, difícil achar uma faixa de 40MHz bem livre, umas de 10, 20 ou 30MHz é mais fácil.

    Eu testaria 20MHz, se estabilizar com CCQ alto (-56dBm dá pra MCS6 tranquilo) então não tem uma faixa de 40MHz de largura limpa o suficiente.

    Se fica variando de -56 a -60dBm pode ter algo móvel na zona de Fresnel, ruído não tem potencial pra atenuar sinal mas obstrução na zona de Fresnel tem.

    Se ficar estável em -56dBm, dá pra usar MCS7 em 20MHz, mas eu testaria MCS5 e MCS6 antes (Com 20MHz), pra ver se estabiliza o CCQ e dá um throughput mais consistente. Se acontecer, então falta uma faixa livre de 40MHz, o Airview em Tools ajudaria a achar.


    ==========================
    Edit:

    Agora vi que o nome do rádio tem "caixa d'agua". Ele não está perto demais da estrutura da caixa? Concreto e aço refletem pra caramba, o Sphreak falou em 1,5m mas se for caixa de aço (Tipo taça) acho que precisa até mais que isso. Ou veja se não tem bomba elétrica ou boia com fiação passando perto do rádio, nessa época do ano tem menos chuva então é capaz de terem colocado bomba extra ou algo elétrico que a meio ano atrás não tinha.



  7. Citação Postado originalmente por rubem Ver Post
    Não acho anormal -95dBm de ruído mesmo nos XW, em fazenda onde de fato não tem ruído nenhum as vezes eles exibem assim (Seja no chão ou em torre, em qualquer instalação). Umas unidades não dá menos de -100dBm nunca, sei lá que variação na fabricação tem.
    @rubem, deixa eu pegar uma carona no tópico, montei há alguns meses um POP em alto de serra para atender uma área rural. Ele funciona OK, bem redondo mesmo com cerca de 25 clientes, só que com o Airmax inativo. (É como ele está configurado hoje). Já efetuei alguns testes com Aimax ativo e quando o tráfego aumenta nos horários de pico, o CCQ de alguns clientes chega a bater nos 55% prejudicando o trafego do cliente...(coisa que não acontece com Airmax inativo). Esse POP está montado com Rocket e Powerbeam M5 400 nos clientes (2 clientes próximos só, com Airgrid) o cliente mais distante está a 19km...

    Como disse... Não estou com problemas nesse POP, mas acontece essa bizarrice quando ativo o Airmax... Estranho não é?

  8. Ah, eu não ponho a mão no fogo por Airmax de jeito nenhum.

    Eu até uso como referência (Nem precisa medir throughput se ele estiver com digamos 30%), mas só ativo se a "Capacidade" estiver acima de 50%, porque abaixo de 50% tive várias vezes essas instabilidade, ora tem 50Mbps e ora 20Mbps, enquanto sem Airmax normaliza (No exemplo que lembro que chegava a 50M com ele ativo, mal passa dos 40Mbps desativado, mas pelo menos é estável).

    Quando o Airmax Capacity está lá pelos 70% tudo é lindo, mas quando fica abaixo dos 50% é o SNR variar 2 ou 3dB que ele varia 20%. Como é protocolo proprietário não tem informação de como ele calcula a "capacidade" e "qualidade", mas acho que é num processo falho abaixo dos 50%, o próprio espaço das barrinhas tem aquele quadrado nos primeiros 50% e me parece que é uma indicação de não usar abaixo de 50%, eu comecei a testar o desempenho nesses casos (De qualidade a, digamos, 40%) e notei que varia muito, é a situação onde Airmax piora o PTP.

    Eu resumo: Se a qualidade está acima de 50% o Airmax ajuda. Se está abaixo de 50%, atrapalha.

    Em PTMP talvez a coisa mude, mas em PTP é o que concluo, nunca prestou a longo prazo quando ativei Airmax com 40% de qualidade.



  9. Vou comentar uma coisa, mas não como crítica e sim para provocar uma discussão mais profunda a respeito de TDMA. (Airmax, NV2 e Cia) já que não tenho uma opinião formada sobre isso.

    Será que há indicação para ativação destes protocolos em ponto a ponto? Pela definição do protocolo seria divisão do tempo para atender a cada cliente. E como ponto a ponto o cliente é um só, porque lançar mão de divisão de tempo?

    Esta é a minha dúvida.

  10. TDMA em PTP teria a vantagem do slot de tempo impedir "choque" de pacotes, só há transmissão quando há autorização e quando uma parte autoriza ela fica esperando a transmissão da contraparte, não ocorre chegada de pacotes enquanto um lado está transmitindo.

    O RTS e CTS resolveria isso, mas ele fica perguntando a cada pacote se pode enviar, enquanto no TDMA ele tem todo o slot de tempo pra enviar uma rajada de pacotes.

    Uma coisa é o rádio já estar recebendo, ele não vai fazer nada, a questão é no intervalo de recebimento, em um OFDM comum hora que dá uma folguinha o rádio começa a emitir o que tem na fila, como leva milisegundos pra processar e transmitir ocorre dos 2 lados começarem a transmitir pacotes longos ao mesmo tempo, porque espera alguns microsegundos implica perder throughput (Que é medido em tráfego por segundo). Não tem colisão igual tem em sistema cabeado, mas perde-se tempo igual, uns 10% de perda de tempo caso ocorra, então TDMA em PTP não tem potencial pra muita coisa, vai aumentar o throughput em muito menos de 10%.

    (E PTP é onde chega 1 pacote de 34 bytes, depois um de 1500 bytes, se o tráfego é meio baixo as vezes o rádio tenta enviar uns pacotes pequenos (Ao invés de agregar vários até somar uns 1,5 a 4kB)

    Enfim, ter vantagem teórica tem, e na prática quando o sinal é bom o throughput do PTP geralmente melhora quando ativamos Airmax ou NV2. As vezes aumenta o ping, mas é reflexo dessa espera pra chegar sua vez, num sistema normal um pacote pequeno vai ter ping menor, mas com Airmax com tráfego razoável tudo tende a ter o mesmo delay, tudo vai ser enviado na mesma rajada de vários pacotes (O rádio envia o preambulo, avisa o tamanho do pacote, e vai enviando 4000 a 8000B, um pacote atrás do outro, cada pacote com seu layer2 intocado pra ser "desmontado" no outro lado. Depois é a vez do outro rádio fazer isso, envia uma pancada de pacotes juntos, sem a mínima possibilidade do rádio que acabou de enviar dar uma de esquecido e soltar um "Ops, faltou esse pacotinho de 24B, pega ele aí", se faltou algo esse algo vai ficar pra próxima transação, e como não há na prática um limite de tempo (Apesar de chamar slot) nada fica pra trás, é uma rajadona enorme de dados num sentido, com a garantia que a contraparte não vai "parar de ouvir" e começar a transmitir.



  11. Entendi...

    ou seja, teoricamente teria que dar sempre 100% de CCQ, o que em PMP nem sempre estabiliza em 100%, já que são vários clientes para serem atendidos e uma variação é de se esperar...

  12. A perda de pacotes sempre vai existir, o CCQ vai variar independente de usar TDMA ou OFDM típico.

    A variação no CCQ e throughput depende muito também das 64 portadoras de 315KHz cada, num PTP distante elas variam muito entre si, uma chega 10dBm mais alto que a outra portadora.
    Aqui uma análise, olha os pontos indo de digamos -35 a -85dBm no canal da direita:
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    Se ficar só nos pontos na imagem no meio só com mais de 20 hits (Cor azul claro), eles ficam em digamos -65 e -75dBm, acho que o rádio iria exibir esse SSID como -70dBm (Porque é a média).

    A variação entre os pacotes é enorme, 10, 15 ou 20dBm de diferença entre uma portadora e outra as vezes ocorre, esse sinal que veio assim está ilegível e vai precisar ser retransmitido. Se usar um coding rate 1/2 quer dizer que tem só metade do dados trazendo pacotes do cliente, se perder só umas partes ainda tem 100% de espaço extra pra repetir o dado que foi perdido antes, nesse caso uma perde de 20% durante a transmissão ainda não derruba o throughput.

    (No caso de um MCS7 ou MCS15, é 5/6, ou seja, 86% dos dados nas portadoras é pacote do cliente, só tem uns 15% de margem, e... perder 10% é normal em conexão perfeita, pra passar de 15% de perdas (E começar a diminuir o throughput) é bem fácil. No MCS6 ou MCS14 o coding rate é 3/4, só 75% com dados útil, passa pra 25% de espaço "livre" que pode ser usado pra reenviar dado perdido antes, essa diferença entre 15 e 25% de espaço sobrando pra retransmissão faz diferença só quando o percentual de perdas está perto disso, uma perda de 20% afeta MCS7 mas não afeta MCS6 (Digo, com ou sem ela o thrpughput do data rate será o mesmo))

    OFDM é isso aqui só no papel:
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    Tem que dar um zoom naquela variação lá em cima, não é sinal perene e equalizado, tem variação de pelo menos 10dBm, aqui a maioria dos hits está ao redor dos -55dBm, mas olhas uns hits lá em baixo a -90dBm, são dados perdidos seja com OFDM padrão ou com TDMA:
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    TDMA não tem como mudar o comportamento dos sinais, com 64 portadoras não tem como todas chegarem sem variação, cravadas em -55dBm, independente do que usar. Não tem como garantir 100% de CCQ, se algumas rajadas tem sinal muito baixo ela será ilegível igual.



  13. É disso que gosto, resposta com provas...com embasamento...Contra gráficos não há argumentos...
    E me trouxe uma coisa que eu não sabia e creio que a grande maioria também não...

    Que a leitura de 100% na verdade não é 100%, mas como definir... algo como "até aqui não causa prejuízo então o firmware assume que é 100%"... seria mais ou menos isso?

  14. Não sei se dá pra resumir em só uma frase, mas dá pra dizer que "Cabe mais de 100% de throughput".

    No caso do MCS7, o coding rate é 5/6, são cinco sextos em uso, 83,3% em uso, significa que tem 16,7% levando dados vazios, que podem levar reenvios.

    Se com 83% chega em 150Mbps, com 100% daria digamos 170Mbps. Mas... só existiria isso em câmara anecoica, onde não tem reflexo nem obstáculos. No mundo realmente ficaria sempre abaixo disso, ficaria fácil chamar de propaganda enganosa.

    Mas pode ver assim também: Com MCS5 você usa o MESMO esquema de modulação 64QAM, como o throughput cai comparado a MCS7 se usa a mesma modulação?

    Cai porque muda só o percentual de uso com dados úteis. Por isso também a sensibilidade quase não muda, muda 1 ou 2dBm de MCS7 pra MCS6, e desse pra MCS5. Mas hora que baixa pra MCS4 aí a sensibilidade muda 5 ou 6dBm, e muda porque muda o esquema de modulação, passa pra 16QAM.

    Um 16QAM com 5/6 de dados legítimos talvez daria na mesma (Em throughput e desempenho geral) que MCS5, então MCS4 usa só 3/4 com dados novos.

    MCS3 usa só METADE com dados novo, o resto dos bits é reenvio, pra cada bit com dados novo tem um bit redundante, ou seja, se perder METADE ainda manterá o throughput que o data rate promete. Por isso ele consegue conexão ok mesmo com sinal ruim tipo -75dBm (Sinal abaixo até mesmo da sensibilidade de MCS7!).

    Não é porque o modo poderIA ter 110% do que tem hoje que existe um jeito do usuário conseguir isso. O padrão é feito não usando todos o bits com dados novos por NUNCA tem sinal perfeito, SEMPRE tem bit perdido, SEMPRE precisa um reenvio, então um protocolo preparado pro mundo real já se precavê e faz envio redundante de uns bits. No caso de MCS3 tudo é enviado com redundância (Coding rate nomeado como 1/2, ou 50%), se o sinal está ruim não faz sentido usar todos os bits com dados novos, vai perder muuuuuuuito pacote, ter que reenviar um pacote inteiro gasta 4x mais tempo que ter um coding rate com 1/2 ou 2/3 que limita o throughput.

    Enfim, o padrão é feito assim justo pra lidar com o mundo real, onde todos os bits NUNCA saem legíveis, onde sempre tem alguns ilegíveis. Só o que a gente pode fazer é usar um data rate e code rate conforme o nível de sinal presente, e analisar o espectro pra ver a variação no sinal presente (Acho que só com NLoS o sinal varia mais que 10dBm. Em LoS o Airview da Ubiquiti sempre me mostrou variação a maioria na casa dos 10dBm, é o normal).



    (Alias, baterias também suportam mais de 100% de carga. Lithium e chumbo-acido (Gel, água, VRLA) suportam as vezes 120 a 130% da capacidade informada. Mas... suportam isso por umas 10 cargas, depois a célula vai pro lixo. O fabricante informa valor nominal da tensão que permite uma vida útil longa, porque na vida real nunca tem temperatura de ambiente tipo 1°C pra poder usar alta tensão e ter 105% de capacidade. E até motores podem ter central remapeada pra aumentar potência, libera rotação maior, remapeia a relação ar x combustível e consegue mais potência em algumas rotações, o fabricante não faz isso porque ele se foca no uso no mundo real, com rotações mais baixas, com foco em baixo consumo e baixa emissão de poluentes. Deixa ver, processadores também podem ser "overclockados" pra 110 a 150% do clock original, memórias também, mas isso gera calor e exige tensão com menos ripple, coisas difíceis de se corrigir no mundo real. Então digamos que o padrão OFDM está dentro do que é praticado em quase todo mercado, enviar bit invalido ou redundante onde poderia estar enviando bit "novo" é pra adequar às situações no mundo real, com sinal sempre variando, sempre refletindo em objetos, e o uso de duzias de portadoras também é pra driblar esse problema, o sinal varia e reflete de forma diferente em todo o espectro, cada portadora vai ter sua variação mas na média sempre tem um bom percentual legível. Se fosse transmitir uma única portadora de 20MHz teria altas chances de ela inteira ficar ilegível nalguns bits, perderia muito dado.

    Eu queria achar uma imagem, mas como se representa uma rajada de 100 bits, que representa um code rate de 1/2 onde na prática só 50 bits é de dados novos? Não achei imagem no google pra representar isso e provavelmente é porque não tem como. O esquema de modulação (4QAM, 16QAM, 64QAM) até dá, o monte de portadoras (64 de 315MHz num canal de 20MHz?) dá pra ver na análise de espectro, mas o code rate complica, é só o uso de um ou outro percentual de bits (0 ou 1) levando dados pra formar um pacote.






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