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  1. #1
    Como eu uso o fdisk do linux???

  2. igual no windows!!!!!!!!!

    fdisk /dev/hda pra usar no seu primeiro disco...
    ai vc digita m pra ele te mostrar as opções....



  3. #3
    Futuremax
    FDISK( 8 ) Manual do Programador Linux FDISK( 8 )



    NAME
    fdisk - Manipulador da tabela de partições para o Linux

    SINOPSE
    fdisk [-b] [-u][_d_i_s_p_o_s_i_t_i_v_o]

    fdisk -l [-b] [-u] [_d_i_s_p_o_s_i_t_i_v_o_._._.]

    fdisk -s _p_a_r_t_i_ç_ã_o _._._.

    fdisk -v

    DESCRIÇÃO
    Discos rígidos podem ser divididos em um ou mais discos
    lógicos chamados de partições. Esta divisão é descrita na
    tabela de partições encontrada no setor 0 do disco.

    No mundo BSD as pessoas falam sobre `disk slices´ e
    `disklabel´.

    O Linux precisa de pelo menos uma partição, para o seu
    sistema de arquivos raiz. Ele pode usar arquivos de swap
    ou partições de swap, mas as partições são mais efi­
    cientes. Normalmente usa-se uma segunda partição no Linux
    dedicada como swap. Em equipamentos compatíveis com o
    padrão Intel, a BIOS que inicializa o sistema normalmente
    pode acessar somente os primeiros 1024 cilindros do disco.
    Por esta razão, muitas pessoas com discos grandes criam
    uma terceira partição, com somente alguns Mb, normalmente
    montada no /boot, para guardar a imagem do kernel e alguns
    arquivos auxiliares necessários em tempo de inicialização
    do sistema. Assim, tem-se a certeza que tudo será
    acessível pelo BIOS. Pode ainda existir razões de segu­
    rança, facilidade de administração e geração de cópias de
    segurança, ou teste, para usar um número maior de
    partições no sistema.

    O fdisk (na primeira forma de execução) é um programa sob
    a forma de menus para a criação e manipulação de tabelas
    de partição. Ele conhece tabelas de partições DOS e BSD
    ou disklabels da SUN.

    O dispositivo é normalmente um dos seguintes:
    /dev/hda
    /dev/hdb
    /dev/sda
    /dev/sdb
    (/dev/hd[a-h] para discos IDE, /dev/sd[a-p] para discos
    SCSI, /dev/ed[a-d] para discos ESDI, /dev/xd[ab] para dis­
    cos XT). Um nome de dispositivo refere-se ao disco
    inteiro.

    A partição é um dispositivo seguido por um número de
    partição. Por exemplo, /dev/hda1 é a primeira partição do
    primeiro disco IDE no sistema. Discos IDE podem ter até
    63 partições, discos SCSI até 15. Veja também
    /usr/src/linux/Documentation/devices.txt.

    Um disklabel BSD/SUN pode descrever 8 partições, sendo que
    a terceira deve conter todo o disco. Não inicie uma
    partição que usa seu primeiro setor (como uma partição
    swap) no cilindro 0, pois esta irá destruir o disklabel.

    Uma tabela de partição do DOS pode descrever um número
    ilimitado de partições. No setor 0 há espaço para a
    descrição de 4 partições (chamadas `primárias&acute. Uma delas
    pode ser uma partição estendida; esta guarda as partições
    lógicas, com os descritores localizados em uma lista lig­
    ada de setores, cada um precedendo a partição lógica cor­
    respondente. As quatro partições primárias, presentes ou
    não, possuem números de 1 a 4. Partições lógicas iniciam
    no número 5.

    Em uma tabela de partição do DOS, o deslocamento inicial e
    o tamanho de cada partição é armazenada de duas maneiras:
    como um número absoluto de setores (dados em 32 bits) e
    como uma tripla cilindros/cabeças/setores (dados em 10+8+6
    bits). A primeira funciona até 2 TB, utilizando setores de
    512-bytes. A segunda tem dois problemas diferentes.
    Primeiro, os campos de C/C/S podem ser preenchidos somente
    quando o número de cabeças e o número de setores por
    trilha são conhecidos. Depois, mesmo que se conheça estes
    números, os 24 bits que estão disponíveis não são sufi­
    cientes. O DOS usa somente a trinca C/C/S, o Windows
    ambas e o Linux nunca as usa.

    Se possível, o fdisk obterá a geometria do disco automati­
    camente. Esta não é necessariamente a geometria física do
    disco (ainda, discos novos não tem algo como uma geometria
    física, certamente nada que pode ser descrito da forma
    simplista cilindro/cabeças/setores) mas é a geometria do
    disco que o MS-DOS usa para a tabela de partições.

    Normalmente tudo funciona bem por padrão, e não existem
    problemas caso o Linux seja o único sistema operacional no
    disco. Contudo, caso o disco seja dividido com outro sis­
    tema operacional, é uma boa idéia deixar o fdisk do outro
    sistema criar pelo menos uma partição. Quando o Linux ini­
    cializa, ele acessa a tabela de partição e tenta deduzir
    qual geometria é adequada para a cooperação com outros
    sistemas.

    Sempre que a tabela de partições é mostrada, uma checagem
    de consistência é feita nas entradas da tabela. Esta
    checagem verifica que o início físico e lógico, bem como
    os pontos finais são idênticos, e também que a partição
    inicia e termina nos limites de um cilindro (exceto para a
    primeira partição).

    Algumas versões do MS-DOS criam a primeira partição fora
    dos limites de um cilindro, ficando no segundo setor do
    primeiro cilindro. Partições começando no primeiro cilin­
    dro não iniciam nos limites do cilindro, mas normalmente
    não causam problemas a menos que você use o OS/2 em sua
    máquina.

    Um sync() e um BLKRRPART ioctl() (releitura da tabela de
    partição do disco) são executados antes da saída quando a
    tabela de partições foi atualizada. A tempos atrás era
    necessário reinicializar o sistema depois do uso do fdisk.
    Eu não acho que isto seja mais necessário - de fato,
    reinicializar o sistema muito rapidamente pode causar
    perda de dados ainda não escritos. Note que o kernel e o
    hardware do disco podem armazenar dados (buffers) antes de
    gravá-los.


    DOS 6.x ALERTA
    O comando FORMAT do DOS 6.x procura por informações no
    primeiro setor da área de dados da partição, e utiliza
    esta informação ao invés da que está na tabela de
    partições. O format do DOS espera que o fdisk (do DOS)
    limpe os primeiros 512 bytes da área de dados da partição
    caso qualquer mudança de tamanho ocorra. O format do DOS
    irá usar esta informação adicional mesmo que o indicador
    /U for usado -- nós consideramos isto um erro (bug) no
    format e no fdisk do DOS.

    A questão é que se você usar o cfdisk ou o fdisk para tro­
    car o tamanho de uma partição DOS, então deverá também
    usar o dd para zerar os primeiros 512 bytes desta partição
    antes de usar o FORMAT do DOS para formatá-la. Por exem­
    plo, caso você esteja usando o cfdisk para criar uma
    partição DOS para o /dev/hda1, então (depois de sair do
    fdisk ou do cfdisk e reinicializar o Linux para ter
    certeza que a informação na tabela de partições é válida)
    você deverá usar o comando "dd if=/dev/zero of=/dev/hda1
    bs=512 count=1" para zerar os primeiros 512 bytes desta
    partição.

    SEJA EXTREMAMENTE CUIDADOSO caso você use o comando dd,
    pois o menor descuido pode fazer com que todos os seus
    dados sejam perdidos.

    Para melhores resultados, você deve sempre usar o programa
    particionador que acompanha cada sistema operacional. Por
    exemplo, crie partições DOS com o DOS FDISK e partições
    Linux com o fdisk ou o cfdisk do Linux.



    OPÇÕES
    -v Mostra o número da versão do fdisk e sai.

    -l Lista a tabela de partições para os seguintes dis­
    positivos /dev/hd[a-d], /dev/sd[a-h], /dev/ed[a-d],
    e sai.

    -b Na listagem de tabelas de partições, também imprime
    uma coluna de início `Begin´ como versões antigas
    do fdisk faziam por padrão. (Nota: os valores
    nesta coluna, quando dados em cilindros, não podem
    ser maiores que 1023. Não há nada de errado caso o
    `Begin´ e o `Start´ sejam diferentes, pelo menos
    nada que o Linux se importe.)

    -u Na listagem de tabelas de partições, mostra os
    tamanhos em setores ao invés de cilindros.

    -s partição
    O tamanho da partição (em blocos) é mostrado na
    saída padrão. Este valor é normalmente usado como
    um argumento para o programa mkfs( 8 ) para especi­
    ficar o tamanho da partição que irá ser formatada.
    (Versões antigas do fdisk somente farão isso caso a
    identificação da partição for maior que 10, na ten­
    tativa de recusar partições DOS; este teste foi
    retirado.) Note que o sfdisk -s mostra diferentes
    (na verdade, corretas) respostas. A razão para a
    diferença é que o kernel e o fdisk não necessitam
    ter o mesmo padrão sobre numeração de partições
    (isto é, no caso de você ter partições BSD), e
    podem ter idéias diferentes sobre o tamanho de um
    partição estendida.


    BUGS
    Existem diversos *fdisk por aí. Cada um tem seus prós e
    contras. Teste-os nesta ordem cfdisk, fdisk, sfdisk.


    Retirado do man do fdisk!!!!

    [ Esta mensagem foi editada por: Futuremax em 18-12-2002 09:39 ]

  4. #4
    O problema é que alguém foi usar o fdisk do dos, daí apagou as particoes linux.. e agora tem uma primaria do dos com 200 mb e uma secundaria com 2200 mb, e eu naum consigo apagar a secundaria pq ele naum deixa, pois queria uma unidade só..



  5. #5
    Futuremax
    Se vc estiver com o cd de instalação o particionador dele resolve isso pra vc...






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