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Para-raio em torre

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  1. Bom dia,

    Gostaria de saber se aqui no fórum tem algum especialista em elétrica ou em montagem de para-raio?, pois estro precisando montar um em uma torre de 25mt, sendo que meu terreno e de 5x5mt, qual seria a melhor forma de se fazer um para-raio seguro com um terreno tao pequeno?, se possível me mandar uma lista de material e ate um esquema de como montar!!!

    Grato,


  2.    Publicidade


  3. Good meu primo eletricista a 20 anos fez um aterramento aqui para mim, e pelo que eu vi vc não precisa de muito espaco nao... aqui o esquema ta assim 3 aste de cobre fincada no chao e ligas uma na outra em forma de triangulo, sobe o cabo terra até o para raios com isolamento de ceramica nas aste que segura o cabo. Não sei se esta certo, mais ta assim.


    Citação Postado originalmente por Good_speed Ver Post
    Bom dia,

    Gostaria de saber se aqui no fórum tem algum especialista em elétrica ou em montagem de para-raio?, pois estro precisando montar um em uma torre de 25mt, sendo que meu terreno e de 5x5mt, qual seria a melhor forma de se fazer um para-raio seguro com um terreno tao pequeno?, se possível me mandar uma lista de material e ate um esquema de como montar!!!

    Grato,

  4. Citação Postado originalmente por oyama Ver Post
    Good meu primo eletricista a 20 anos fez um aterramento aqui para mim, e pelo que eu vi vc não precisa de muito espaco nao... aqui o esquema ta assim 3 aste de cobre fincada no chao e ligas uma na outra em forma de triangulo, sobe o cabo terra até o para raios com isolamento de ceramica nas aste que segura o cabo. Não sei se esta certo, mais ta assim.
    O meu primeiro para-raio aqui foi com 12 aste de 2mt ligado como fosse um rede. isso foi um engenheiro técnico que trabalhou na petrobrás comigo e fez este esquema!!!

    Grato,

  5. Eu nao entendo nada de para-raio, espero ter contribuido.

    Olha veja se pode encontrar ajuda aqui. PORTAL DE NOTÍCIAS PARA-RAIO - Dicas e Informações de Interesse Geral

  6. o pessoal da cemig juntamente com o eletricista fizeram um calculo aqui pra mim, tenho um espaço pequeno onde montei uma torre...

    eles falaram pra cercar a area com astes de cobre... coloquei umas 10 astes
    +- 10mts
    o------o------o------o
    |##############|
    o######[X]######o +- 2.5mts
    |##############|
    o------o------o------o

    no X eh a torre... desce o cabo do para-raio e liga na malha ... entre as astes elas foram interligadas umas nas outras...

    os # eh gramado....

    ja caiu uns 2 raios.. e nunca queimou NADA... inclusive a embratel fez uma vistoria antes de instalar o radio deles.. e foi aprovado...

  7. Citação Postado originalmente por alexandrecorrea Ver Post
    o pessoal da cemig juntamente com o eletricista fizeram um calculo aqui pra mim, tenho um espaço pequeno onde montei uma torre...

    eles falaram pra cercar a area com astes de cobre... coloquei umas 10 astes
    +- 10mts
    o------o------o------o
    |##############|
    o######[X]######o +- 2.5mts
    |##############|
    o------o------o------o

    no X eh a torre... desce o cabo do para-raio e liga na malha ... entre as astes elas foram interligadas umas nas outras...

    os # eh gramado....

    ja caiu uns 2 raios.. e nunca queimou NADA... inclusive a embratel fez uma vistoria antes de instalar o radio deles.. e foi aprovado...

    Oi Alexandre,

    vc poderia me falar o tamanho da áster que vc utilizou?, e a espessura do cabo tb?, outra coisa!, vc utilizou tipo um rede p/ interligar todas as ates?, ou simplesmente fecho um retângulo com o cabo?

    Grato,

  8. Como técnico em eletrônica há 15 anos, vou postar minha opinião:
    Primeiramente, para se instalar um pára-raios de verdade, precisaria de uma análise do local e do solo, um projeto muito bem elaborado e depois, um teste do aterramento - executado com um equipamento chamado terrômetro, que mede a resistência (e a eficiência) do aterramento executado - tudo projetado por um engenheiro especialísta no assunto (cuidado: a maioria dos engenheiros elétricos são charlatões nesse assunto...).
    Desculpe se me engano, mas acredito que nosso amigo "Good_speed" quer uma receita para constução artesanal, simples e econômica, mas que seja eficiente. Portanto aí vai minha experiência pessoal.
    .
    Instale um mastro metálico (tubo, ou cano) passando no mínimo 2 metros do topo de sua torre (uns 3 metros seria melhor ainda). Por padrão, utliliza-se tubo galvanizado de 2 polegadas, mas você poderá utilizar um de diâmetro menor. No topo desse mastro, acople (por meio de uma luva de redução com rosca) um isolador de baquelite próprio para pára-raios, e então, a ponteira do pára-raios tipo "Franklin".
    .
    Fixe espaçadores com isoladores (próprios para a passagem de cabo de pára-raios) ao longo de toda altura da torre, para passagem do cabo condutor, até o "Franklin", sendo 1 isolador a cada 2 metros (ou menos). Esses espaçadores são hastes metálicas de aprox. 30 cm, presas à torre por abraçadeiras próprias, com um anel isolante por onde se passa o cabo.
    Acople um cabo próprio para pára-raios (não me lembro a espessura) no Franklin, apertando bem o parafuso de conexão, e desca, passando dentro dos isoladores, até chegar próximo ao pé da torre. Não deixar tal cabo passar próximo da estrutura da torre: deve ficar à mesma distância do espaçador, que é o suporte do isolador.
    .
    Agora vem a parte mais crítica: o aterramento. A escolha do melhor aterramento dependerá do tipo de solo. Se for seco e arenoso, deverá sem o mais profundo possível. Se for terra úmida, terra vermelha ou gramado, fica mais facil, pois podemos utilizar as hastes enterradas uma ao lado da outra em distâncias uniformes. É essencial saber como é o solo, a pelo menos 1 metro abaixo da superfície.
    .
    A maioria das "hastes terra" encontradas são de ferro de 2,4 à 3 metros, apenas banhada por uma camada finíssima de cobre. Possuem baixíssima durabilidade, apenas alguns anos, vindo a oxidar-se rapidamente, eliminando a função do pára-raios - o que é um enorme risco.(um pára-raios mal feito possui efeito pior do que não tê-lo!).
    Outro problema são os conectores encontrados no mercado, que, uma vez enterrados no subsolo, já começam a oxidar e perder contato.
    .
    Existe 2 formas ideais de se aterrar: hastes terra de Alta Camada, que são revestidas por uma espessa camada de cobre (de alguns milímetros), onde o cabo será preso por conectores e após, estanhados (soldador tipo "machadinha", à gás ou elétrico de 400 W), para não haver mau-contato.
    A outra forma (minha preferida) é utilizar o próprio cabo de cobre do pára-raios, sem nenhuma emenda, para efetuar o aterramento.
    .
    Se o solo for seco e arenoso:
    Se o solo for seco, deverá se enterrar 1 haste (com 1 soquete próprio para isso - não use marreta ou outra gambiarra!) e em sequida Soldar a segunda, socando-a para baixo, depois soldar tantas outras quantos for possível penetrar na terra (3 à 12, normalmente).
    Não use hastes emendadas por rosca (mesmo rosqueadas muito apertadas), pos só de socar, elas se soltam, já permanecendo com mau contato. Tem que soldar!
    .
    No caso do seu terreno de 5 X 5 m, se for seco e arenoso, eu recomendaria uma sequência de hastes dessas (até onde for possível enterrar com soquete próprio) quase no centro, próximo à torre e em cada um dos 4 cantos; sendo interligadas pelo mesmo cabo de cobre (ou cobreado) usado na descida do Franklin, em formato "estrela"; cabos esses soterrados 1/2 metro à 1 metro abaixo da superfície, ao que a terminação das hastes deverá ser soterrada um tanto abaixo da superfície também, para um melhor efeito.
    Todas conexões deverão ser apertadas pelo conector próprio, e depois, estanhadas direto na haste, para não haver mau contato com o tempo. Lembre-se: perdeu contato, é pior do que se não tivesse pára-raios.
    .
    Se o solo for "terra vermelha, ou preta", ou solo úmido, preferencialmente gramado:
    Várias hastes enterradas na superfície surtem um melhor efeito, além de ser mais fácil de enterar. Quanto menos úmido for esse solo, maior quantidade de hastes serão necessárias, além de uma maior extensão de terreno para se obter um bom terra. Dependendo do solo, umas 12 à 30 hastes, soterradas uma ao lado da outra à uma distância de 2,5 à 3 metros já são suficientes. Isto só funciona bem se o solo permanecer sempre úmido, como no caso de um gramado, jardim ou plantação constantemente irrigado, ou melhor ainda, um local "alagado".
    No caso do nosso amigo, pela pequena extensão do terreno, eu recomendaria enterrar 9 pontos de hastes: nos cantos do terreno, no centro e "entre uma e outra dos cantos", assim:
    ______________
    |X........X........X|
    |.....................|
    |.....................|
    |X........X........X|
    |.....................|
    |.....................|
    |X_____X_____X|
    Cada grupo de hastes - para ficar razoável - no mínimo 2 ou 3 hastes de profundidade (depende da conductibilidade do terreno, mas quanto mais hastes, melhor). Se fosse úmido, e houvesse extensão suficiente para se enterrar várias hastes uma ao lado da outra, não seria necessário aumentar a profundidade, mas em qualquer caso, não adianta inserir hastes com distância uma da outra menor que o seu próprio comprimento (2,4 à 3 metros). Emende as hastes e interligue tudo de forma bem feita como explicado anteriormente, nada de gambiarras como "roscas" ou "apenas conectores" - tem que soldar tudo.
    =
    A forma que eu prefiro fazer, usando o próprio cabo de cobre sem emendas, serve apenas à este último tipo de terreno - úmido.
    Para isso, escava-se estreitos orifícios de aproximadamente 3 metros de profundidade (ou mais) há uma igual distância um dos outros, cobrindo a extensão necessária do terreno que se julgue necessário. Normalmente, 12 à 30 furos, para ficar bom.
    .
    Escava-se então, "canaletas" de uns 50 cm interligando todos os pontos, para a passagem dos cabos. Ao chegar no furo, o cabo é dobrado e inserido até o fundo do mesmo, continuando seu caminho até o próximo furo - e assim sucessivamente, sem emendas.
    .
    Esse caminho deve dar uma volta pelo terreno, de preferência sem cruzar os cabos, e no final, a ponta do cabo termina no pé da torre novamente, sendo então conectado na própria torre, através de um conector (soldado, de preferência). Assim, temos um cabo que desce do pára-raios, percorre todo o terreno pelo subsolo, descendo 3 metros em cada pornto que seria a "haste" em questão, e no final, liga-se a estrutura torre - aterrando esta também.
    .
    A forma de se escavar vai da criatividade de cada um: eu já usei uma broca manual de fabricação artesanal, de uns 5 cm de espessura, feita com um tubo de ferro 3/4" de 3 metros e um cabo em "T", que eu fixava no meio do tubo e, ao enterrar até o cabo, este era retirado e colocado na extremidade da "Broca", para continuar furando até o fim. A ponta dessa broca, deve-se pedir para um ferreiro (profissional em extinção!) fabricar. Existe algo pareciado para comprar, também conhecido por "trado", sendo mais curto, devendo ser emendado ao tubo. Mais recentemente, adaptei para usar em uma furadeira grande, uma broca de 1,5 m que após enterrada, emendava-se mais 1,5 m para continuar perfurando.
    .
    Considerações finais:
    Nada de usar "Gel Condutor Milagroso", Sal Grosso ou outras gambiarras para "melhorar" o terra. Tais produtos realmente diminuem a resistência do aterramento, por aumentar a conductibilidade do solo no local onde é aplicado; mas são absorvidos pelo solo com o decorrer do tempo, perdendo seu efeito.
    São largamente utilizados por pessoas que executam serviço de aterramento que deverá passar em vistoria de companhia elétrica ou de comunicações, quando então é feita a medição da resistência do aterramento por seus técnicos. Uma vez certificado a instalação, ou autorizado o funcionamento, essas substâncias vão gradativamente perdendo efeito - diminuindo a eficiência do terra e deixando a instalação fora do padrão em que foi certificado.
    O melhor terra que existe é o terra puro, real - sem essas mascarações provisórias, que somem com o tempo.
    =
    Terminado o serviço, o correto seria solicitar o serviço de um profissional que possua um terrômetro, para a medição da resitência do terra, sendo que quanto menor a medição (mais próximo de "zero ohm"), mais eficiente o aterramento.

    Tutorial sobre aterrramento e pára-raios em telecomunicações:

    http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialaterra/default.asp

    Espero ter ajudado, e fico aberto a elucidação de qualquer dúvida!
    Última edição por w4rh4ck3r; 08-12-2006 às 11:16.

  9. Citação Postado originalmente por w4rh4ck3r Ver Post
    Como técnico em eletrônica há 15 anos, vou postar minha opinião:
    Primeiramente, para se instalar um pára-raios de verdade, precisaria de uma análise do local e do solo, um projeto muito bem elaborado e depois, um teste do aterramento - executado com um equipamento chamado terrômetro, que mede a resistência (e a eficiência) do aterramento executado - tudo projetado por um engenheiro especialísta no assunto (cuidado: a maioria dos engenheiros elétricos são charlatões nesse assunto...).
    Desculpe se me engano, mas acredito que nosso amigo "Good_speed" quer uma receita para constução artesanal, simples e econômica, mas que seja eficiente. Portanto aí vai minha experiência pessoal.
    .
    Instale um mastro metálico (tubo, ou cano) passando no mínimo 2 metros do topo de sua torre (uns 3 metros seria melhor ainda). Por padrão, utliliza-se tubo galvanizado de 2 polegadas, mas você poderá utilizar um de diâmetro menor. No topo desse mastro, acople (por meio de uma luva de redução com rosca) um isolador de baquelite próprio para pára-raios, e então, a ponteira do pára-raios tipo "Franklin".
    .
    Fixe espaçadores com isoladores (próprios para a passagem de cabo de pára-raios) ao longo de toda altura da torre, para passagem do cabo condutor, até o "Franklin", sendo 1 isolador a cada 2 metros (ou menos). Esses espaçadores são hastes metálicas de aprox. 30 cm, presas à torre por abraçadeiras próprias, com um anel isolante por onde se passa o cabo.
    Acople um cabo próprio para pára-raios (não me lembro a espessura) no Franklin, apertando bem o parafuso de conexão, e desca, passando dentro dos isoladores, até chegar próximo ao pé da torre. Não deixar tal cabo passar próximo da estrutura da torre: deve ficar à mesma distância do espaçador, que é o suporte do isolador.
    .
    Agora vem a parte mais crítica: o aterramento. A escolha do melhor aterramento dependerá do tipo de solo. Se for seco e arenoso, deverá sem o mais profundo possível. Se for terra úmida, terra vermelha ou gramado, fica mais facil, pois podemos utilizar as hastes enterradas uma ao lado da outra em distâncias uniformes. É essencial saber como é o solo, a pelo menos 1 metro abaixo da superfície.
    .
    A maioria das "hastes terra" encontradas são de ferro de 2,4 à 3 metros, apenas banhada por uma camada finíssima de cobre. Possuem baixíssima durabilidade, apenas alguns anos, vindo a oxidar-se rapidamente, eliminando a função do pára-raios - o que é um enorme risco.(um pára-raios mal feito possui efeito pior do que não tê-lo!).
    Outro problema são os conectores encontrados no mercado, que, uma vez enterrados no subsolo, já começam a oxidar e perder contato.
    .
    Existe 2 formas ideais de se aterrar: hastes terra de Alta Camada, que são revestidas por uma espessa camada de cobre (de alguns milímetros), onde o cabo será preso por conectores e após, estanhados (soldador tipo "machadinha", à gás ou elétrico de 400 W), para não haver mau-contato.
    A outra forma (minha preferida) é utilizar o próprio cabo de cobre do pára-raios, sem nenhuma emenda, para efetuar o aterramento.
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    Se o solo for seco e arenoso:
    Se o solo for seco, deverá se enterrar 1 haste (com 1 soquete próprio para isso - não use marreta ou outra gambiarra!) e em sequida Soldar a segunda, socando-a para baixo, depois soldar tantas outras quantos for possível penetrar na terra (3 à 12, normalmente).
    Não use hastes emendadas por rosca (mesmo rosqueadas muito apertadas), pos só de socar, elas se soltam, já permanecendo com mau contato. Tem que soldar!
    .
    No caso do seu terreno de 5 X 5 m, se for seco e arenoso, eu recomendaria uma sequência de hastes dessas (até onde for possível enterrar com soquete próprio) quase no centro, próximo à torre e em cada um dos 4 cantos; sendo interligadas pelo mesmo cabo de cobre (ou cobreado) usado na descida do Franklin, em formato "estrela"; cabos esses soterrados 1/2 metro à 1 metro abaixo da superfície, ao que a terminação das hastes deverá ser soterrada um tanto abaixo da superfície também, para um melhor efeito.
    Todas conexões deverão ser apertadas pelo conector próprio, e depois, estanhadas direto na haste, para não haver mau contato com o tempo. Lembre-se: perdeu contato, é pior do que se não tivesse pára-raios.
    .
    Se o solo for "terra vermelha, ou preta", ou solo úmido, preferencialmente gramado:
    Várias hastes enterradas na superfície surtem um melhor efeito, além de ser mais fácil de enterar. Quanto menos úmido for esse solo, maior quantidade de hastes serão necessárias, além de uma maior extensão de terreno para se obter um bom terra. Dependendo do solo, umas 12 à 30 hastes, soterradas uma ao lado da outra à uma distância de 2,5 à 3 metros já são suficientes. Isto só funciona bem se o solo permanecer sempre úmido, como no caso de um gramado, jardim ou plantação constantemente irrigado, ou melhor ainda, um local "alagado".
    No caso do nosso amigo, pela pequena extensão do terreno, eu recomendaria enterrar 9 pontos de hastes: nos cantos do terreno, no centro e "entre uma e outra dos cantos", assim:
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    Cada grupo de hastes - para ficar razoável - no mínimo 2 ou 3 hastes de profundidade (depende da conductibilidade do terreno, mas quanto mais hastes, melhor). Se fosse úmido, e houvesse extensão suficiente para se enterrar várias hastes uma ao lado da outra, não seria necessário aumentar a profundidade, mas em qualquer caso, não adianta inserir hastes com distância uma da outra menor que o seu próprio comprimento (2,4 à 3 metros). Emende as hastes e interligue tudo de forma bem feita como explicado anteriormente, nada de gambiarras como "roscas" ou "apenas conectores" - tem que soldar tudo.
    =
    A forma que eu prefiro fazer, usando o próprio cabo de cobre sem emendas, serve apenas à este último tipo de terreno - úmido.
    Para isso, escava-se estreitos orifícios de aproximadamente 3 metros de profundidade (ou mais) há uma igual distância um dos outros, cobrindo a extensão necessária do terreno que se julgue necessário. Normalmente, 12 à 30 furos, para ficar bom.
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    Escava-se então, "canaletas" de uns 50 cm interligando todos os pontos, para a passagem dos cabos. Ao chegar no furo, o cabo é dobrado e inserido até o fundo do mesmo, continuando seu caminho até o próximo furo - e assim sucessivamente, sem emendas.
    .
    Esse caminho deve dar uma volta pelo terreno, de preferência sem cruzar os cabos, e no final, a ponta do cabo termina no pé da torre novamente, sendo então conectado na própria torre, através de um conector (soldado, de preferência). Assim, temos um cabo que desce do pára-raios, percorre todo o terreno pelo subsolo, descendo 3 metros em cada pornto que seria a "haste" em questão, e no final, liga-se a estrutura torre - aterrando esta também.
    .
    A forma de se escavar vai da criatividade de cada um: eu já usei uma broca manual de fabricação artesanal, de uns 5 cm de espessura, feita com um tubo de ferro 3/4" de 3 metros e um cabo em "T", que eu fixava no meio do tubo e, ao enterrar até o cabo, este era retirado e colocado na extremidade da "Broca", para continuar furando até o fim. A ponta dessa broca, deve-se pedir para um ferreiro (profissional em extinção!) fabricar. Existe algo pareciado para comprar, também conhecido por "trado", sendo mais curto, devendo ser emendado ao tubo. Mais recentemente, adaptei para usar em uma furadeira grande, uma broca de 1,5 m que após enterrada, emendava-se mais 1,5 m para continuar perfurando.
    .
    Considerações finais:
    Nada de usar "Gel Condutor Milagroso", Sal Grosso ou outras gambiarras para "melhorar" o terra. Tais produtos realmente diminuem a resistência do aterramento, por aumentar a conductibilidade do solo no local onde é aplicado; mas são absorvidos pelo solo com o decorrer do tempo, perdendo seu efeito.
    São largamente utilizados por pessoas que executam serviço de aterramento que deverá passar em vistoria de companhia elétrica ou de comunicações, quando então é feita a medição da resistência do aterramento por seus técnicos. Uma vez certificado a instalação, ou autorizado o funcionamento, essas substâncias vão gradativamente perdendo efeito - diminuindo a eficiência do terra e deixando a instalação fora do padrão em que foi certificado.
    O melhor terra que existe é o terra puro, real - sem essas mascarações provisórias, que somem com o tempo.
    =
    Terminado o serviço, o correto seria solicitar o serviço de um profissional que possua um terrômetro, para a medição da resitência do terra, sendo que quanto menor a medição (mais próximo de "zero ohm"), mais eficiente o aterramento.

    Espero ter ajudado, e fico aberto a elucidação de qualquer dúvida!
    No lugar onde eu trabalho eu montei um 98% similar. A única diferença praticamente é que por ser um telhado de aço galvanizado sem muito lugar para apoiar o cilindro onde nós acomplamos o Franklin, utilizei uma base de teflon, apoiando nas vigas do telhado. A Embratel e a Telefôzica foram lá e aprovaram.

  10. ta assim com 1m uma da outra
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  11. Citação Postado originalmente por w4rh4ck3r Ver Post
    Como técnico em eletrônica há 15 anos, vou postar minha opinião:
    Primeiramente, para se instalar um pára-raios de verdade, precisaria de uma análise do local e do solo, um projeto muito bem elaborado e depois, um teste do aterramento - executado com um equipamento chamado terrômetro, que mede a resistência (e a eficiência) do aterramento executado - tudo projetado por um engenheiro especialísta no assunto (cuidado: a maioria dos engenheiros elétricos são charlatões nesse assunto...).
    Desculpe se me engano, mas acredito que nosso amigo "Good_speed" quer uma receita para constução artesanal, simples e econômica, mas que seja eficiente. Portanto aí vai minha experiência pessoal.
    .
    Instale um mastro metálico (tubo, ou cano) passando no mínimo 2 metros do topo de sua torre (uns 3 metros seria melhor ainda). Por padrão, utliliza-se tubo galvanizado de 2 polegadas, mas você poderá utilizar um de diâmetro menor. No topo desse mastro, acople (por meio de uma luva de redução com rosca) um isolador de baquelite próprio para pára-raios, e então, a ponteira do pára-raios tipo "Franklin".
    .
    Fixe espaçadores com isoladores (próprios para a passagem de cabo de pára-raios) ao longo de toda altura da torre, para passagem do cabo condutor, até o "Franklin", sendo 1 isolador a cada 2 metros (ou menos). Esses espaçadores são hastes metálicas de aprox. 30 cm, presas à torre por abraçadeiras próprias, com um anel isolante por onde se passa o cabo.
    Acople um cabo próprio para pára-raios (não me lembro a espessura) no Franklin, apertando bem o parafuso de conexão, e desca, passando dentro dos isoladores, até chegar próximo ao pé da torre. Não deixar tal cabo passar próximo da estrutura da torre: deve ficar à mesma distância do espaçador, que é o suporte do isolador.
    .
    Agora vem a parte mais crítica: o aterramento. A escolha do melhor aterramento dependerá do tipo de solo. Se for seco e arenoso, deverá sem o mais profundo possível. Se for terra úmida, terra vermelha ou gramado, fica mais facil, pois podemos utilizar as hastes enterradas uma ao lado da outra em distâncias uniformes. É essencial saber como é o solo, a pelo menos 1 metro abaixo da superfície.
    .
    A maioria das "hastes terra" encontradas são de ferro de 2,4 à 3 metros, apenas banhada por uma camada finíssima de cobre. Possuem baixíssima durabilidade, apenas alguns anos, vindo a oxidar-se rapidamente, eliminando a função do pára-raios - o que é um enorme risco.(um pára-raios mal feito possui efeito pior do que não tê-lo!).
    Outro problema são os conectores encontrados no mercado, que, uma vez enterrados no subsolo, já começam a oxidar e perder contato.
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    Existe 2 formas ideais de se aterrar: hastes terra de Alta Camada, que são revestidas por uma espessa camada de cobre (de alguns milímetros), onde o cabo será preso por conectores e após, estanhados (soldador tipo "machadinha", à gás ou elétrico de 400 W), para não haver mau-contato.
    A outra forma (minha preferida) é utilizar o próprio cabo de cobre do pára-raios, sem nenhuma emenda, para efetuar o aterramento.
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    Se o solo for seco e arenoso:
    Se o solo for seco, deverá se enterrar 1 haste (com 1 soquete próprio para isso - não use marreta ou outra gambiarra!) e em sequida Soldar a segunda, socando-a para baixo, depois soldar tantas outras quantos for possível penetrar na terra (3 à 12, normalmente).
    Não use hastes emendadas por rosca (mesmo rosqueadas muito apertadas), pos só de socar, elas se soltam, já permanecendo com mau contato. Tem que soldar!
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    No caso do seu terreno de 5 X 5 m, se for seco e arenoso, eu recomendaria uma sequência de hastes dessas (até onde for possível enterrar com soquete próprio) quase no centro, próximo à torre e em cada um dos 4 cantos; sendo interligadas pelo mesmo cabo de cobre (ou cobreado) usado na descida do Franklin, em formato "estrela"; cabos esses soterrados 1/2 metro à 1 metro abaixo da superfície, ao que a terminação das hastes deverá ser soterrada um tanto abaixo da superfície também, para um melhor efeito.
    Todas conexões deverão ser apertadas pelo conector próprio, e depois, estanhadas direto na haste, para não haver mau contato com o tempo. Lembre-se: perdeu contato, é pior do que se não tivesse pára-raios.
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    Se o solo for "terra vermelha, ou preta", ou solo úmido, preferencialmente gramado:
    Várias hastes enterradas na superfície surtem um melhor efeito, além de ser mais fácil de enterar. Quanto menos úmido for esse solo, maior quantidade de hastes serão necessárias, além de uma maior extensão de terreno para se obter um bom terra. Dependendo do solo, umas 12 à 30 hastes, soterradas uma ao lado da outra à uma distância de 2,5 à 3 metros já são suficientes. Isto só funciona bem se o solo permanecer sempre úmido, como no caso de um gramado, jardim ou plantação constantemente irrigado, ou melhor ainda, um local "alagado".
    No caso do nosso amigo, pela pequena extensão do terreno, eu recomendaria enterrar 9 pontos de hastes: nos cantos do terreno, no centro e "entre uma e outra dos cantos", assim:
    ______________
    |X........X........X|
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    Cada grupo de hastes - para ficar razoável - no mínimo 2 ou 3 hastes de profundidade (depende da conductibilidade do terreno, mas quanto mais hastes, melhor). Se fosse úmido, e houvesse extensão suficiente para se enterrar várias hastes uma ao lado da outra, não seria necessário aumentar a profundidade, mas em qualquer caso, não adianta inserir hastes com distância uma da outra menor que o seu próprio comprimento (2,4 à 3 metros). Emende as hastes e interligue tudo de forma bem feita como explicado anteriormente, nada de gambiarras como "roscas" ou "apenas conectores" - tem que soldar tudo.
    =
    A forma que eu prefiro fazer, usando o próprio cabo de cobre sem emendas, serve apenas à este último tipo de terreno - úmido.
    Para isso, escava-se estreitos orifícios de aproximadamente 3 metros de profundidade (ou mais) há uma igual distância um dos outros, cobrindo a extensão necessária do terreno que se julgue necessário. Normalmente, 12 à 30 furos, para ficar bom.
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    Escava-se então, "canaletas" de uns 50 cm interligando todos os pontos, para a passagem dos cabos. Ao chegar no furo, o cabo é dobrado e inserido até o fundo do mesmo, continuando seu caminho até o próximo furo - e assim sucessivamente, sem emendas.
    .
    Esse caminho deve dar uma volta pelo terreno, de preferência sem cruzar os cabos, e no final, a ponta do cabo termina no pé da torre novamente, sendo então conectado na própria torre, através de um conector (soldado, de preferência). Assim, temos um cabo que desce do pára-raios, percorre todo o terreno pelo subsolo, descendo 3 metros em cada pornto que seria a "haste" em questão, e no final, liga-se a estrutura torre - aterrando esta também.
    .
    A forma de se escavar vai da criatividade de cada um: eu já usei uma broca manual de fabricação artesanal, de uns 5 cm de espessura, feita com um tubo de ferro 3/4" de 3 metros e um cabo em "T", que eu fixava no meio do tubo e, ao enterrar até o cabo, este era retirado e colocado na extremidade da "Broca", para continuar furando até o fim. A ponta dessa broca, deve-se pedir para um ferreiro (profissional em extinção!) fabricar. Existe algo pareciado para comprar, também conhecido por "trado", sendo mais curto, devendo ser emendado ao tubo. Mais recentemente, adaptei para usar em uma furadeira grande, uma broca de 1,5 m que após enterrada, emendava-se mais 1,5 m para continuar perfurando.
    .
    Considerações finais:
    Nada de usar "Gel Condutor Milagroso", Sal Grosso ou outras gambiarras para "melhorar" o terra. Tais produtos realmente diminuem a resistência do aterramento, por aumentar a conductibilidade do solo no local onde é aplicado; mas são absorvidos pelo solo com o decorrer do tempo, perdendo seu efeito.
    São largamente utilizados por pessoas que executam serviço de aterramento que deverá passar em vistoria de companhia elétrica ou de comunicações, quando então é feita a medição da resistência do aterramento por seus técnicos. Uma vez certificado a instalação, ou autorizado o funcionamento, essas substâncias vão gradativamente perdendo efeito - diminuindo a eficiência do terra e deixando a instalação fora do padrão em que foi certificado.
    O melhor terra que existe é o terra puro, real - sem essas mascarações provisórias, que somem com o tempo.
    =
    Terminado o serviço, o correto seria solicitar o serviço de um profissional que possua um terrômetro, para a medição da resitência do terra, sendo que quanto menor a medição (mais próximo de "zero ohm"), mais eficiente o aterramento.

    Tutorial sobre aterrramento e pára-raios em telecomunicações:

    http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialaterra/default.asp

    Espero ter ajudado, e fico aberto a elucidação de qualquer dúvida!
    A torre da Brasil Telecom aqui é assim também, com cabo terra enterrado fazendo um circulo em volta da torre.
    Minha torre fica próxima a um arroio, será que teria um bom aterramento levar o terra até o arroio?

  12. Citação Postado originalmente por marcelomg Ver Post
    A torre da Brasil Telecom aqui é assim também, com cabo terra enterrado fazendo um circulo em volta da torre.
    Minha torre fica próxima a um arroio, será que teria um bom aterramento levar o terra até o arroio?
    Acredito que, se todas conexões forem soldadas (para não oxidar ou criar "azinhavre"), mesmo com uma quantidade menor de hastes você teria um ótimo terra dessa forma, devido a alta conductibilidade dessa terra permanentemente molhada. Mas, para um melhor efeito, leve o cabo até lá enterrado a uma profundidade de 1/2 à 1 metro - quanto mais profundo melhor.

  13. Citação Postado originalmente por oyama Ver Post
    Good meu primo eletricista a 20 anos fez um aterramento aqui para mim, e pelo que eu vi vc não precisa de muito espaco nao... aqui o esquema ta assim 3 aste de cobre fincada no chao e ligas uma na outra em forma de triangulo, sobe o cabo terra até o para raios com isolamento de ceramica nas aste que segura o cabo. Não sei se esta certo, mais ta assim.
    Desculpe, amigo, não tenho a intenção de ofender, mas aterramento é uma coisa, pára-raios é outra completamente diferente. 3 hastes terra apenas, por melhor que seja o solo, serve bem apenas para evitar choque nas partes metálicas dos equipamentos eletrônicos - sem cumprir sua função de Aterramento, realmente, que é proteger contra descargas elétricas provenientes da rede de energia (ou ao menos minimizar seus efeitos).
    Já pára-raios, requer um aterramento muito mais bem elaborado; com uma resistência o mais baixo possível.

  14. Citação Postado originalmente por tuxbrasil Ver Post
    ta assim com 1m uma da outra
    Aceita minha humilde opinião? Está ótimo como está, mas ficaria ainda melhor se a "malha" que interliga as hastes, juntamente com a "cabeça" das hastes ficasse pelo menos 1/2 m abaixo da superfície - dissipando melhor uma possível descarga atmosférica. Além disso (não dá para ver nas fotos...), conexões soldadas (principalmente por ser enterradas) e, no final, medição com o terrômetro por uma pessoa experiente, para verificar se a quantidade de hastes (umas 10, pelo menos) é o suficiente ou necessitaria aumentar a quantidade para se obter uma baixa resistência ôhmica do aterramento.
    Senão, fica mais perigoso ainda: o Franklin vai absorver a descarga atmosférica, mas o aterramento não conseguirá dissipar essa energia, podendo até derreter muita coisa.
    Lembre-se: descargas atmosféricas podem transferir ao terra milhares ou milhões de volts, com uma corrente de milhares de ampéres, derretendo até metal !!!

  15. Realmente, já estou povidenciando a alteração do aterramento com base no seu post.




    Citação Postado originalmente por w4rh4ck3r Ver Post
    Desculpe, amigo, não tenho a intenção de ofender, mas aterramento é uma coisa, pára-raios é outra completamente diferente. 3 hastes terra apenas, por melhor que seja o solo, serve bem apenas para evitar choque nas partes metálicas dos equipamentos eletrônicos - sem cumprir sua função de Aterramento, realmente, que é proteger contra descargas elétricas provenientes da rede de energia (ou ao menos minimizar seus efeitos).
    Já pára-raios, requer um aterramento muito mais bem elaborado; com uma resistência o mais baixo possível.

  16. w4rh4ck3r,

    Valew pela dica nas cabeças, o aterramento foi feito pelo tecnico que monta as torres da telemar aqui na bahia, mais elas não estão soldadas aquele é um tipo de conector que é usado em aterramento de torre ele custa numa faixa de R$12 e são muito bons, vou enterrar mais uns meio metro pra ficar melhor, em minhas outras torres mais altas estão com 6 astes cada.

  17. Fico lisonjeado em saber que minhas humildes dicas possam ser úteis até mesmo à vocês, profissionais em wireless.
    Mas você há de convir comigo, que mesmo se o conector fosse "banhado a ouro" e custasse 10 vezes mais, enterrado, viria inevitavelmente a oxidar com o tempo, perdendo o perfeito contato...

  18. Isso é sim, graças a deus nunca caiu raio em nenhuma torre minha e nem quero mais se cair quero ta bem preparado huauauha pra tomar um preju queimando uns terabeam, airaya etc..etc.. num eh bom não um negocio de R$500 pra assegurar alguns 1000.... uauhhua

  19. ola a todos estou montando minha primeira estaçao logo posto as fotos de tudo o aterramento deixo por ultimo mais o indicado e colocar 6 hastes com conector ou soldadas o que eu acho dificil pois e caro a distancia de uma haste para outra e proporcional a seu tamanho depois de aterrado a 60cm abaixo do solo medir com um simples multimetro entre terra da torre e neutro da rede ac na escala homimica
    o correto sera algo em torno de 10 homs caso nao chegue a este valor solte mais haste isto e o correto o duro e fazer assim pois o preço de cada haste gira em torno de r$ 20,00 cada metro de cabo de cobre nu 35mm r$ 8,00 fora os isoladores e o custo nao e tao barato nao mais vale a pena ...

  20. Estou montando um sistema de para-ráios também e pelo que eu pude observar, o terreno onde pretendo aterrar é bem umido já a uns 40cm de profundidade.

    Consegui umas barras de cobre que são bastante pesadas, bem mais que aquelas fininhas mais usadas.

    A minha torre tem 23,5mts e fica a 250mt de uma torre da TIM que tem 70mts de altura e a 560mts de uma torre da BRasiltelecom que tem 80mts de altura. (não sei pra que serve esses dados mas achei interessante postar :P)

    A minha pergunta é: Com esse solo bastante umido será que resolveria se eu colocasse 2 grupos de 3 barras soldas? se sim, qual a distancia entre elas? cada barra tem 2,4mts. Por ser bem umido o solo, eu conseguiria enterra-las facilmente.
    Última edição por Arcanjo_tc; 09-12-2006 às 11:01.


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