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  1. Entendi sim Rubem... mas ainda acho que a cobertura é omni. Como eu disse não no conceito que temos de uma antena omni.
    Mas quando ela abre 60 ou 90º para baixo, a cobertura será omnidirecional em relação ao que está no solo.
    E como vem de cima, todos precisam mesmo de uma antena apontada para cima.
    A idéia é muito simples. O complicado é fazer isso funcionar.
    Aquele vídeo que mostra esquematicamente milhares de balões emitindo sinal achei o ponto nevrálgico do sistema.
    Mesmo que estejam a 20 mil metros de altura, como será feito o controle disso? Que risco isso acarretará mesmo não havendo tráfego aéro nestas alturas? Quem garante que eles não irão cair um dia e ameaçar o tráfego?
    Afinal, o espaço aéreo é nacional. Já o estratosférico é considerado internacional...

  2. Os balões tem sistema de controle de altura e GPS com bateria de emergencia e tal, uma bateria de lithium de 2200mAh é leve e mantém isso uma noite toda se o sistema mecanico de "controle" de altura falhar. A tendencia é subir demais de dia e descer demais de noite, por isso precisa um controle mecanico baseado em pressão, e um sistema eletronico pra ajuste fino já que a pressão varia.
    (Na 2ª guerra o japão usou balões com sistema mecanico e alguns foram mesmo do japão até os Eua (E isso é impressionante), se tivessem um sistema eletronico como podemos ter hoje eles poderiam derrubar os balões com precisão de poucos metros!)

    Hoje processamento com tomada de decisões já é barato (Vide campeonatos de futebol de robos, ping-pong com quadricopteros sem controle, etc), 1 balão sozinho tem mais dificuldades de decidir pra onde ir do que um bando de balões, nessa altitude não tem risco de um ir mais rapido que os outros, todos se movimentariam de maneira ordenada e equalizada entre eles.

    O tipo de material do balão é mole, e não fica esticado, em caso de dano ele cai lentamente. E VAI causar danos em baixo, não apenas "pode causar". A intenção é fazer manutenção controlada, com pouso previsto. Se houver dano grave o turbilhão na casa dos 15-18Km é grande, o material mole do balão (Paineis solares flexiveis e tal) não sobrevive em pedaços grandes). Mas balão caindo é tranquilo, todo dia tem duzias ou centenas de balões atmosféricos lançados mundo a fora, o material é recuperavel depois. Hoje é coisa simples ver balões sem controle inteligente subir e cair "inteiros":

    Tanto que o povo já tá fazendo sacanagem com isso:


    (Os projetos nacionais são mais "mambembes" ou pobres, patrocínio das alcalinas Duracell:
    http://www.ipmet.unesp.br/icaro/


    Aviação comercial fica na media a 10 a 12Km, limite da troposfera, no maximo 13Km em emergencias rapidas, a casa dos 20-21Km é mais ou menos a barreira prática pra vôo de longo alcance devido a pressão e oxigenio PRAS TURBINAS (18Km é a tropopausa, onde ventos somem) apenas agora em 2010 pra frente temos aviação militar com capacidade pra passar horas acima dos 20Km, antes disso nessa altitude só tinha manobra eventual, e os mísseis terra-ar geralmente tem alcance tipo 20-22Km justo por isso, nunca houve risco de aviação além dessa altitude (Stealth tem teto maximo e mínima rastreabilidade a 14Km, ir alto não é preciso, radar com alcance lateral de 500Km é normal, e 500Km pra cima já rastreia satelite, soyuz, estação espacial...).

    Vai de regra única coisa estável além da tropopausa é balão, os voos nessa altitude seriam apenas militares mesmo, e eventuais, um objeto de 4m a cada 100Km incomoda, mas aviação militar tem equip. pra determinar com exatidão a altura da tropopausa naquele ponto do mundo e ficar no meio dela (Porque os balões ficam uns 2000m acima) ou ir logo 3000m acima, enfim, quem vai a 20Km vai a 25Km sem problemas (Ou U2 vai a 26Km, é aquele do Top Gear excelente no espaço: . O balão ficaria pouco abaixo, olha o trabalho que dá levar avião até essa altura! Não é todo mes, os balões ficarão seguros)

    A uns anos eu fiz o calculo e cotação pra ver se balão a 50m ficaria mais barato que torre estaiada de 50m, e... nem é tão caro, pra quem não gosta de subir em torre pode ser uma boa :-)
    (Graças aos cilindros de helio da White Martins, e usar controle inteligente de pressão pra aproveitar calor de dia (Balão preto))



  3. Rubem, e quando um balão desses der pau no rádio? Como fazer a manutenção? ou será descartável?

  4. Citação Postado originalmente por Acronimo Ver Post
    assim que começa, depois ta colocando omni depois colocando 5.8 ai vem um monte de gente no under falando "dificil concorrer com o pessoal que divide adsl"
    Também não precisa ser neurótico kkk

    Eu vendo Internet e ofereço internet gratis em uma praça no centro da cidade, 2 linhas Velox 15 e 10 megas quem quiser usar é só ir até meu escritório levando o aparelho para eu cadastrar o MAC e ele já pode usar a internet. Depois das 11:30 quando as crianças saem do colégio, a praça fica cheia, as vezes tem gente usando até de madrugada, o que eu não aconselho pois so tem policiais na praça até uma 19 horas, a única reclamação que recebi por causa deste hotspot publico foi de um comerciante dizendo que estavam vendo material pornográfico, fiz alguns bloqueios e não tive mais problemas. Quem usa mais é criança, maioria deles com um padrão de vida bom e com conexão em casa, porem eles gostam de usar na praça junto com os colegas. Eu que pago maior parte do custo mensal e não entrei em falência.



  5. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Rubem, e quando um balão desses der pau no rádio? Como fazer a manutenção? ou será descartável?
    A um tempo falavam em uso de 5 e 2,4GHz no mesmo balão, a impressão é que 5GHz seria pra PTP e pra intercomunicação entre balões, e se um falhasse teria a a outra frequencia pra usar, mas ultimamente estão falando apenas no uso de rocket M2, tanto pra PtMP como pra intercomunicação entre balões e com terra, então pelo visto eles estão pouco preocupados com emergencias, estão é querendo deixar o troço 50-100 dias no ar mesmo (São se não me engano 900m³ de helio, suficiente com sobra pra isso), pra depois "resgatar" em locais predeterminados pra reutilizar.


    Era pra se movimentarem a coisa tipo 10 a 30Km/h (300-700Km por dia), mas testaram em tempestade de altitude e olha o trajeto, 2 semanas da Nova Zelandia até a Argentina, no final 2700Km num dia:
    https://plus.google.com/+ProjectLoon/posts/BiynsHWsTeC

    A uns anos o Google requisitou um bloco gigante de IPV6, milhões de IP's mesmo, hoje suspeito que irão configurar um range pra cada radio/balão, e depender menos de conexões locais e mais da interconexão entre balões (Talvez por isso falam em troughput de 5 a 22Mbps, um Rocket M2 a 20Km conseguiria mais se fosse uma repetição fixa). Nem o peso tem muita informação, no blog falam que os balões suportam 10Kg, aí tem jornalista afirmando que TEM 10Kg de equipamentos, e... em 10Kg daria até pra colocar cache local (SSD/flash), ficou claro que usam lithium, que é leve, então em 10Kg dá realmente pra muito equipamento de telecom e controle/posicionamento.
    Esse controle talvez seja mais necessario pra recuperação programada dos balões, tipo ir descendo com base nos ventos conhecidos de modo a cair o mais proximo das equipes de "resgate".






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